quinta-feira, 15 de maio de 2014

Uma Machadada em MACHADO.......

LITERATURA REVISITADA
Machado no machado
Por Norma Couri em 13/05/2014 na edição nº 798
José Saramago (1922-2010) costumava dizer que acabaríamos transformando a língua em grunhidos depois que a internet popularizou “abs” para abraços, “bj” para beijo, e outras eliminações para facilitar a comunicação. Ele próprio não admitia que as editoras brasileiras “traduzissem” seu português castiço – e não é que virou um dos autores mais populares no Brasil?
Causam estremecimento os incentivos fiscais que a escritora Patrícia Engel Secco obteve para “simplificar” em 300 mil exemplares um mestre da língua portuguesa, Machado de Assis. E ela ainda se espanta com a petição assinada por seis mil brasileiros, pedindo ao Ministério da Cultura, que a aprovou em 2009, que agora a impeça de dar a machadada em Machado.
Patrícia se diz horrorizada. Sua intenção é querer o livro “na casa dos mais simples”. “É triste pensar que Machado de Assis não possa ser lido pelo sr. José, eletricista do bairro do Espinheiro, que não gosta de ler, não cursou mais que o primário, ou pelo Cristiano, faxineiro de uma farmácia de Boa Viagem, que não sabe nem mesmo o significado da palavra boticário” (O Estado de S.Paulo, 9/05/2014). O triste é achar que o sr. José do Espinheiro ou o faxineiro Cristiano vão ler Machado. Não vão. Vão ler Patrícia Secco.
Por que os mais simples devem ser condenados a permanecer mais simples? Por que o sr. José, que não gosta de ler, leria a versão desinteressante de Patrícia Secco em vez de se encantar com as peças pregadas por Machado nos seus leitores? Luís da Câmara Cascudo (1898-1986), historiador e antropólogo estudioso da cultura brasileira, sempre definiu o estilo de Machado como uma tentativa bem sucedida de aproximação com a palavra falada, a narrativa soando bem coloquial, oral.
Mas Patrícia afirma: “Ninguém sabe quem é Machado de Assis”. O projeto, ela diz, é para as faxineiras. Faxineiras não merecem ser introduzidas a Machado? Por que o Ministério da Cultura não promove um projeto de leitura de Machado para faxineiras, para o José, para o Cristiano? Que inversão foi essa, aprovada nas nossas barbas? Se a prática colar – essa de se dirigir com simplicidade aos mais simples – vamos acabar cumprindo a profecia de Saramago e grunhir algo que um dia, numa civilização mais culta, foi Machado. Cumprindo outra profecia, a do antropólogo Claude Lévi-Strauss (1908-2009), de ser uma terra que foi da barbárie à violência sem passar pela civilização.
“Qualqui foi a treta?”
O crítico literário mais importante do mundo, o americano Harold Bloom, 84 anos, não fez nenhum favor quando incluiu Machado de Assis em Gênio – os 100 Autores Mais Criativos da História da Literatura (Editora Objetiva, 2002). “Li Brás Cubas há muitos anos, recordo de ter dado risadas a cada página”, disse o crítico a Sylvia Colombo (Folha de S.Paulo, 21/1/2011). A sua “bíblia” literária situa Machado ao lado do francês Gustave Flaubert, do português Eça de Queirós, do argentino Jorge Luis Borges, do italiano Ítalo Calvino.
Depois dessa investida contra Machado, não seria delírio nem realismo fantástico imaginar Simão Bacamarte, personagem de O Alienista, ampliando os hóspedes da Casa Verde, como sugeriu o professor de literatura comparada João César de Castro Rocha (Estadão, 9/5/2014). No genial conto de Machado, o dr. Bacamarte, médico psiquiatra, vai trancafiando os habitantes de Itaguaí em grupos até incluir a cidade inteira no manicômio que construiu. Para ele, todos tinham um tipo de demência. Por que não aqueles que querem ser mais machadianos que Machado? Afinal, o dr. Bacamarte achou desvios nele próprio e acabou se internando.
Será precisamente esse conto/novela de Machado o primeiro “simplificado” a ser lançado por Patrícia com 300 mil exemplares, onde a autora troca palavras como “sagacidade” por “esperteza”
Aproveitando a deixa, três autores foram convidados a “simplificar” Machado (Folha, 10/5/2014). Vale a pena comparar o resultado:
Trecho original de Missa do Galo de Machado:
“Nunca pude entender a conversação que tive com uma senhora, há muitos anos, contava eu dezessete, ela trinta. Era noite de Natal. Havendo ajustado com um vizinho irmos à missa do galo, preferi não dormir; combinei que eu iria acordá-lo à meia noite”
Nova versão de Santiago Nazarian, autor de Mastigando Humanos ( Record):
 “Nunca entendi o papo que tive com uma tiazinha há uma pá de tempo. Eu tinha uns dezessete, ela trinta. Tinha combinado com um bróder aí de ir à missa do galo; nem dormi nem nada. Combinei de colar no pico dele à meia noite”
Os outros dois autores, no intuito de seguir o projeto de “simplificação” de Patrícia Secco e atrair as faxineiras, o farmacêutico, o que não gosta de ler, reescreveram Machado por pura gozação ao projeto de Patrícia.
No trecho de Memorial de Aires onde se lê “como se me chamasse peralta”, Alexandre Vidal Porto achou por bem utilizar “como se me chamasse sacana”. E Joca Reiners Terron, autor de A Tristeza Extraordinária do Leopardo-das-Neves (Companhia das Letras), “traduziu” o trecho de Memórias Póstumas de Brás Cubas “mas, com a breca! quem me explicará a razão dessa diferença?” por “mais que caraí: quem vai contá qualqui foi a treta?” Patrícia certamente aprovaria a linguagem bem popular para entrar na casa do povo.
Língua rica
Se somarmos este projeto ao livro lançado no ano passado, Uma Vida Melhor, da professora Heloisa Ramos, considerando correta a falta de plural na linguagem oral porque “escrever é diferente de falar”, podemos imaginar que português vamos ouvir – neste caso com aprovação do Programa Nacional do Livro Didático do Ministério da Educação, do qual o livro faz parte. Em linguagem bem popular, estamos literalmente fritos. E nem será preciso ir tão longe quanto foi o presidente russo Vladimir Putin, que na semana passada assinou uma lei proibindo o uso de palavrões em filmes, músicas, livros e apresentações em TV e teatro, com multa equivalente a 160 reais para os artistas.
Tivemos a sorte de ver a Câmara dos Deputados aprovar, semana passada, a não autorização prévia do biografado no projeto – que ainda vai ao Senado – sobre as biografias. Temos alguma chance se o malfadado “Procure Saber” criado por Paula Lavigne for derrubado. E se agora também o Ministério da Cultura reconhecer o erro e impedir a falsificação de Machado de Assis. Ainda poderemos ver as faxineiras aprenderem o português correto, a verdade sobre cada biografado, e acabar gostando da coisa. Afinal não é muito lisonjeiro se colocar no lugar do burro, como ironizou a matéria da Folha de S.Paulo de sábado (10/5), cujo título foi “Machado prá burro”.
“Li três vezes. Na primeira não gostei mas me encantei com o final em aberto” – Luana Lopes Lara, de 17 anos, declarou à edição desta semana de Veja que Dom Casmurro tornou-se seu livro indispensável.
E não nos sentiríamos tão inferiorizados ao utilizar a língua de Camões enquanto a Espanha briga para defender as palavras estrangeiras que enriqueceram o espanhol (El País, 20/4/2014), como almofada trazida pelos mouros; os nomes próprios Ezequiel ouGabriel e amén ou Satanás, introduzidas pelos judeus; dossiercabarédebut ou menu legadas pelos franceses; esfumarcapitão e fragata, adaptadas do alemão; sonetolira e novela copiadas do italiano; thrillerclube e show aprendidas dos ingleses;tomatetequilacanoa doadas pelos povos indígenas.
Se os espanhóis querem enriquecer sua língua, por que nós deveríamos empobrecer a nossa? Cabral, Colombo, Minc, respondam!!!

observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed798_machado_no_machado
Impresso no site do Observatório da Imprensa  |  www.observatoriodaimprensa.com.br  |  15/05/2014 22:05:13


domingo, 31 de março de 2013

Piramides na Amazonia....


>>>>>>>>>>>>> 
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Me conta as novidades das Pirâmides???
tem alguma coisa embaixo delas
mais o cientista não querem admitir
fizeram fotos com infravermelho na infige
tem uma espece de porta
tem alguma coisa embaixo da infigem
Ve o site do Brien Forster
http://www.disclose.tv/forum/the-ancient-ruins-of-south-africa-adamscalendar-mystery-t20031.html
essas marcas não natural no solo africando
tem mais de 100 mil anos
sei que tem uma Pirâmide invertida a baixo de Queóps
ja ouvir falar
mais não vi foto
mais tem um arquologo que ta proibido de pisar no egito
está enterrada
pq ele andou falando umas coisas
https://www.facebook.com/PyramidsTheSecretsOfCommunity
e sobre os círculos e [ ] da Amazônia???
então segundo um arqueolo mexicano
os simbolos na amzona
tem mais 3 mil anos
mais ainda não vi um estudo realmente serio
https://www.facebook.com/PyramidsTheSecretsOfCommunity
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=332388250185357&set=a.321428257948023.72346.320709931353189&type=1&theater
essa estatua tem mais de mil toneladas
a tecnologia atual não conseguiram removela
então fizeram o museu em volta dela
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
tiram fotos dessa estatua
e colocaram o lado direito encima do esquerdo
é simplesmente perefeito
não existe hoje tecnologia que acompanhe essa perfeição
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=362850113805837&set=a.321428257948023.72346.320709931353189&type=1&theater
esse templo tem blocos de 50 a 200 toneladas
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=362850113805837&set=a.321428257948023.72346.320709931353189&type=1&theater
Me diz se os Círculos e [ ] da Amazônio são Portais de Energia???
bom o medidor
quando aproximado do solo
aumente muito
foi um americando que constatou
com medidor de radiação
essa que vou mandar agora é no egito
presta bem atenção na foto
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=437495479674633&set=a.321428257948023.72346.320709931353189&type=1&theater
a perfeição é tão grande que não se pode ser feita hoje
http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=967068336541739189#overview/src=dashboard
o triangulo [ ] e círculo é meu outro blog
ele tá meio parado mas tem mais de 12milacessos
blz
vou ver
Ter 13 de abril de 2010 05:01 »por Kingz

Estou bem ciente de que há alguns posts espalhados no fórum sobre essas ruínas extraordinárias antigos e em torno da região da África do Sul. A minha ideia era combinar alguns posts anteriores, por Kris75  & Cricketine com alguns dos meus próprios resultados ... Espero que você irá desfrutar e participar da discussão, e minha dica é também ouvir pelo menos as partes primeiros da Costa * para transmissão Costa que Kris 75 Postado> É bem vale a pena quando acontecendo em alguns desses assuntos.

* http://www.youtube.com/view_play_list?p ... 6EDCC93FD6



ouvi antes de O Adamscalendar e as dezenas de milhares de outros ruínas antigas, mas hoje a ligação para mim veio um pouco mais perto de compreender ... 

APROVEITE      

Estas misteriosas ruínas antigas consistem em habitações, fortalezas, templos, estradas e sistemas de irrigação agrícola terraços que cobrem milhares de quilômetros quadrados. É nossa estimativa de que mais de pedra foram usados na construção desses recursos que foram usados na construção de todas as pirâmides egípcias. É o sonho de um arqueólogo, que vai apresentar ainda maiores e mais misteriosos segredos nos próximos anos.



Há um consenso esmagador por estudiosos, acadêmicos e até mesmo místicos que a África Austral é o berço da humanidade e que este é o lugar onde os primeiros humanos caminharam sobre a Terra antes de migrar para os cantos distantes do nosso planeta. Através do estudo do DNA mitocondrial em fêmeas, os geneticistas encontraram evidências que aponta para uma época em que os primeiros humanos apareceram de repente na Terra, reacendendo o debate em curso sobre o "elo perdido". Seu cálculo mostram que o ancestral comum a todos os seres humanos apareceram em algum lugar entre 180.000 e 360.000 anos atrás. Ela era carinhosamente chamada Eva mitocondrial. Mas os primeiros sinais da inteligência humana ea consciência só apareceu por volta de 75.000 anos atrás, quando o povo Khoisan do sul da África, às vezes também referida como bosquímanos, começou a deixar para trás uma série de pinturas rupestres espetaculares de todo este parte do continente. Contas finamente trabalhada e fragmentos de braceletes encontrados em uma caverna na Blombos no Cabo Ocidental, África do Sul, mostram que esses primeiros seres humanos já havia desenvolvido uma sensação para as artes e ofícios cerca de 80.000 anos atrás. Até recentemente, esta era a única ligação real que teve para o berço da humanidade na África do Sul e seus primeiros habitantes. África do Sul detém alguns dos mais profundos mistérios de toda a história humana. Embora muito tenha sido escrito sobre os primeiros seres humanos que apareceram nesta parte do mundo, temos encontrado muito pouca evidência da sua actividade, o que eles fizeram e que tipo de vida que levavam. A reavaliação de algumas dessas ruínas de pedra antiga do sul da África levou-nos ainda mais para trás no tempo do que nunca. Estes poderiam pedra arruinar ser os restos dos primeiros assentamentos humanos na Terra? Quando os historiadores primeira tropeçou estas estruturas eles simplesmente assumiram que estavam gado kraal deixados pelos povos bantos como eles se mudaram para o sul e se estabeleceram na terra de todo o século 13. Mas o trabalho de pesquisa feito por pessoas como Cyril Hromnik, Richard Wade, Heine Johan e um punhado de outros ao longo dos últimos 20 anos, na história antiga do sul Africano, revelou que estas estruturas de pedra são na verdade mais do que apenas o gado curral, mas os restos de antigos templos e observatórios astronômicos do perdidas civilizações antigas, que remontam há milhares de anos. Estas ruínas circulares estão espalhados ao longo de milhares de quilômetros quadrados. Eles só podem ser verdadeiramente apreciadas pelo ar, e aqueles com sorte suficiente para ver as ruínas do ar será capaz de ver centenas de ruínas em uma viagem de uma hora. Muitos deles têm quase totalmente erodido ou foram abrangidos pelo movimento do solo, enquanto alguns sobreviveram e ainda exibir os tamanhos grandes das paredes originais que estão 2,5 metros de altura e mais de um metro de largura em alguns lugares. Prof Guy Charlesworth da Universidade de Wits concorda que, se estas foram as alturas originais de algumas das paredes, que teria levado milhares de anos para corroer a altura do joelho, através dos efeitos da natureza por si só. Uma estrutura antiga estrada que é ainda visível por centenas de quilómetros, uma vez ligados a maioria ou todas estas ruínas. Torna-se evidente que isso não era solução acidental, mas uma civilização bem planejado e evoluído que eram de mineração de ouro e teve algum meio de transporte. Alargada terraços agrícolas estão espalhados em grandes áreas, muitas vezes assemelhando-se cenas dos assentamentos Inca, no Peru. Isso sugere que essas pessoas tinham um bom conhecimento da agricultura e plantou produzir extensivamente. Não há contagem real ou auditoria destas ruínas no presente, mas estima-se por aqueles que foram voando sobre eles por muitos anos que deve ser em torno de 20.000 estruturas espalhadas por todo o sul e leste da África. alinhamento astronômico Muitas das estruturas circulares estão alinhados com os pontos geográficos específicos, incluindo solstícios e equinócios. Mas só quando Johan Heine começou a experimentar com a geometria outros possíveis codificado, que os verdadeiros segredos ocultos das ruínas começaram a surgir. Eles estão crivados de geometria sagrada, o simbolismo de Reiki e do fator de Phi ou proporção áurea de 1618. A descoberta do sítio arqueológico de pedra calendário por Johan Heine (Calendário de Adão) no meio de todas estas habitações de pedra e templos, gostaria de sugerir que algumas das estruturas que remontam à era mesmo que o calendário cerca de 75.000 anos atrás. Mostra-nos com um certo nível de clareza que essas civilizações perdidas têm sido em torno de muito mais tempo do que qualquer um poderia ter imaginado. Não seria absurdo, então, sugerir que nós podemos estar olhando para os primeiros assentamentos humanos concentrados habitadas pelos primeiros Homo sapiens. OURO história humana na Terra não pode ser separado do ouro. Desde os primórdios dos tempos, os seres humanos têm sido obcecado com o ouro e foram minando-o em todos os tipos de formas. Até Deus, já em Gênesis 2, exibe sua própria obsessão com o ouro quando ele fala sobre o jardim do Éden, onde havia ouro.


Read more: http://www.disclose.tv/forum/the-ancient-ruins-of-south-africa-adamscalendar-mystery-t20031.html#ixzz2P8VHAgI8



Até o século 16 a região produtora de ouro de Mpumalanga era conhecido como Komatiland. Primeiros fontes portuguesas descrevem como Terra dos Macomates, a terra do povo Komati. Komati era o nome profissional de uma casta comerciante Dravidian do Sul da Índia. Este nome está ainda ligado ao Rio Komati, Komatipoort, etc Durante séculos de exploração de ouro que misturado com o Kung indígena (bosquímanos) criando a Quena (Otentottu), e com as pessoas negras da NW criando as pessoas Abantu, e juntos que deu origem ao MaKomati. O formulário de pré-europeia do nome era MaKomatidesa, Terra dos MaKomati. (Cyril Hromnik, 1995)


Há pelo menos 2.000 minas de ouro antigas espalhadas por todo o sul frica, em estreita proximidade com as ruínas. Muitas especulações foram jogados sobre por toda a gente sobre a terra de Ofir, a sua localização eo paradeiro da rainha de Sabá. A maioria dessas especulações tendem a apontar para o sul da África como sua localização mais provável. E por que não? Este é, afinal, o lugar onde a maior parte do ouro do mundo foi extraído na história moderna, e não foi diferente em tempos antigos. É uma coincidência que a mais rica mina de ouro no mundo de hoje, Sheba Mina de Ouro, está localizado aqui em Mpumalanga, África do Sul? A Johan Heine Pedra Calendário (carinhosamente chamado Calendário de Adão) foi datado pelo astrônomo Bill Hollenbach ser em torno de 75.000 anos, com base no movimento dos povos da África Austral e do surgimento da arte rupestre durante esse período. Mas poderia de fato ser ainda mais antiga - remonta aos primórdios do Homo sapiens cerca de 250.000 anos atrás. A ponta esculpida pode ser claramente visto, resultando em uma borda afiada para lançar uma sombra clara sobre a rocha calendário plana. O maior monólito tornou-se o calendário em que dias e semanas foram marcadas como o movimento do sol esticada perfeitamente de uma ponta à outra, da esquerda para a direita, e de volta outra vez. FUNDADOR Johan Heine é um piloto e explorador pelo coração. Conforme o chefe da unidade de combate a incêndio nas florestas de Mpumalanga, África do Sul, ele foi voando sobre esta bela parte montanhosa do mundo e explorá-la por 20 anos. Seria correto dizer que ele sabe como a palma da sua mão. Mas foi só quando ele foi chamado para ajudar na busca por um colega que caiu nas montanhas, que ele fez uma descoberta que vai mudar a forma como vemos a história humana. Na ponta do topo de uma montanha, ele viu um estranho arranjo de rochas gigantes. Após o seu regresso e uma inspeção mais próxima, este site calendário pedra acabou por ser o mais antigo conhecido site de homem na Terra. Ao longo de um período de 4 anos Johan fez muitas tentativas para trazer a atenção de acadêmicos, sem sucesso. Somente quando suas medidas e os resultados foram apresentados por padrão seu súbito interesse foi levantada. Ao longo dos anos, muitas pessoas têm visto as ruínas e perguntou o que eles queriam dizer. O mistério já foi resolvido, graças à persistência e trabalho meticuloso por Johan Heine. Durante 4 anos tinha sido Johan pensando, planejando e fotografando sua descoberta histórica. Depois de muitas tentativas de atrair o interesse de historiadores e arqueólogos tinham falhado, ele nunca desistiu de sua busca para medir o site e estabelecer os alinhamentos antigos e originais geográficas. Somente quando suas medidas e os resultados foram apresentados por padrão, então súbito interesse foi levantada. Ao longo dos anos, muitas pessoas têm visto as ruínas e perguntou o que eles queriam dizer. O mistério já foi resolvido, graças à persistência e trabalho meticuloso de Johan Heine. http://www.makomati.org/ agora vai um pouco mais profundo para quem estiver interessado : lol: Metropolis Humano antigo encontrado na África Por Dan Eden para viewzone. Eles sempre estiveram lá. Pessoas notado antes. Mas ninguém podia se lembrar de quem fez - ou por quê? Até há pouco tempo, ninguém sequer sabia quantos eram. Agora, eles estão em toda parte - milhares - não, centenas de milhares deles! E a história que contam é a história mais importante da humanidade. Mas é um talvez não esteja preparado para ouvir. Algo surpreendente foi descoberto em uma área da África do Sul, a cerca de 150 milhas da costa, a oeste do porto de Maputo. São os restos de uma grande metrópole que as medidas, em estimativas conservadoras, cerca de 1500 quilômetros quadrados. É parte de uma comunidade ainda maior, que é de cerca de 10.000 quilômetros quadrados e parece ter sido construída - você está pronto - de 160.000 para 200.000 aC! A imagem [topo da página] é um close-up de apenas algumas centenas de metros da paisagem tirada google-earth. A região é um pouco remota e os "círculos" têm sido freqüentemente encontrados por agricultores locais, que assumiram que foram feitas por alguns povos indígenas no passado. Mas, estranhamente, nunca ninguém se preocupou em perguntar sobre quem poderia tê-los feito ou a idade delas. Isso mudou quando o pesquisador e autor, Michael Tellinger, em parceria com Johan Heine, um bombeiro e um piloto local que tinha estado a olhar para estas ruínas de seus anos sobrevoando a região. Heine tinha a vantagem única de ver o número e extensão destas fundações de pedra estranha e sabia que seu significado não estava sendo apreciado. Onde foi encontrado: Para ver o número eo alcance destas ruínas, sugiro que você use google-earth e começar com as seguintes coordenadas: Carolina - 25 55 '53,28 "S / 30 16' 13,13" E Badplaas - 25 47 '33,45 "S / 30 40' 38,76" E Waterval - 25 38 '07,82 "S / 30 21 '18,79 "E Machadodorp - 25 39 '22,42 "S / 30 17' 03,25" E Em seguida, realizar uma pesquisa voando baixo dentro da área formada por este retângulo. Simplesmente incrível! "Quando Johan primeiro me apresentou as ruínas de pedra antiga da África do Sul, eu não tinha idéia das descobertas incríveis que faria no ano ou dois que se seguiram. As fotografias, artefatos e evidências que temos acumulados pontos, sem dúvida, a um civilização perdida e nunca antes visto que antecede todas as outras -. não por apenas algumas centenas de anos, ou alguns milhares de anos ... Mas muitos milhares de anos Essas descobertas são tão surpreendentes que não será facilmente digerida pelo fraternidade histórica e arqueológica mainstream, como já experimentou Isso irá requerer uma mudança completa de paradigma na forma como vemos a história humana "-.. Tellinger A área é significativa para uma coisa impressionante - ouro. "Os milhares de minas de ouro antigas descobertas nos últimos 500 anos, aponta para uma civilização desaparecida que viveu e explorou ouro nesta parte do mundo durante milhares de anos", diz Tellinger. "E se este é de fato o berço da humanidade, podemos estar a olhar para as atividades da mais antiga civilização na Terra." Será que o ouro desempenhar algum papel na densa população que viveu aqui? O site é apenas cerca de 150 quilômetros de um excelente porto, onde o comércio marítimo poderia ter ajudado a sustentar uma população tão grande. Mas lembre-se - nós estamos falando de quase 200.000 anos atrás! As ruínas individuais [ver abaixo] consistem principalmente de círculos de pedra. A maioria foi enterrada na areia e só são observadas por satélite ou avião. Alguns foram expostos quando a mudança climática tem soprado a areia, revelando as paredes e fundações. "Eu me vejo como um cara bastante mente aberta, mas vou admitir que me levou mais de um ano para a moeda a cair, e para eu perceber que estamos realmente lidando com as mais antigas estruturas já construídas pelo homem na Terra. A principal razão para isso é que temos sido ensinados que nada de importância já vêm do sul da África. Que as civilizações do todo poderoso surgiu na Suméria e no Egito e em outros lugares. Dizem-nos que até a liquidação do povo banto do norte, que deveria ter começado em algum momento do século 12, esta parte do mundo foi preenchida por caçadores e os chamados bosquímanos, que não fez nenhuma grande contribuições em tecnologia ou civilização ". - Tellinger Uma história rica e diversificada Quando os primeiros exploradores encontraram estas ruínas, eles assumiram que estavam gado corais feitos por tribos nômades, como os povos bantos, como eles se mudaram para o sul e se estabeleceram na terra de todo o século 13. Não houve registro histórico anterior de qualquer velha civilização capaz de construir uma comunidade tão densamente povoada. Pouco esforço foi feito para investigar o local porque o âmbito das ruínas não foi totalmente conhecida. Nos últimos 20 anos, pessoas como Cyril Hromnik, Richard Wade, Heine Johan e um punhado de outros descobriram que estas estruturas de pedra não são o que o parecem ser. Na verdade, estes são acreditados para ser os restos de antigos templos e observatórios astronômicos do perdidas civilizações antigas que remontam a milhares de anos. Estas ruínas circulares estão espalhados por uma área enorme. Eles só podem ser verdadeiramente apreciadas pelo ar ou através de imagens modernas satélites. Muitos deles têm quase totalmente erodido ou ter sido coberto pelo movimento do solo na agricultura e no tempo. Alguns sobreviveram o suficiente para revelar seu grande tamanho [veja acima] , com algumas paredes com quase 5 metros de altura e mais de um metro de largura em alguns lugares. Olhando para toda a metrópole, torna-se evidente que esta era uma comunidade bem planejada, desenvolvida por uma civilização altamente evoluída. O número de minas de ouro antigas sugere que a razão para a comunidade, sendo neste local. Encontramos estradas - algumas centenas de quilômetros - que ligavam a comunidade ea agricultura em terraços, muito semelhantes às encontradas nos assentamentos Inca, no Peru. Mas uma pergunta implora por uma resposta - como isso poderia ser feito por seres humanos 200.000 anos atrás ? Um exemplo do que você vai ver no google-earth, (imagem acima). Isto é o que você vai ver no google-earth em 25 37'40 .90 "S / 30 17'57 0,41 E [A]. Estamos vendo a cena . partir de uma altitude de 357 metros Este não é um local "especial" -. apenas um nós escolhemos aleatoriamente, dentro da área anteriormente descrita Ele mostra artefatos que estão em toda parte e nós encorajamos você a procurar a área com essa tecnologia de internet grande. As estruturas circulares de pedra são óbvias a partir deste ponto de vista, mesmo que eles não podem ser visíveis a partir do nível do solo. Observe que há muitas estradas longas que conectam grupos de estruturas circulares. Se você aumentar o zoom para fora e siga essas "estradas" que viajam para muitos quilômetros. O fato de que podemos ver essas estruturas é principalmente por causa da erosão natural tem soprado a sujeira e detritos que cobriu-los por milhares de anos. Uma vez exposto ao vento, as rochas são desengordurados limpa e pode parecer enganosamente novo. Se você olhar de perto o que aparece pela primeira vez para ser terra vazia [C], você vai notar muitos círculos fracos, indicando que as habitações ainda mais se escondem abaixo da superfície. Na realidade, toda a área está cheio dessas estruturas e estradas de ligação. Porque tem ninguém percebe isso antes? [b] Como o site foi datado Uma vez que as ruínas foram examinados, os pesquisadores estavam ansiosos para colocar a civilização perdida em uma perspectiva histórica. As pedras foram cobertas com uma pátina que parecia muito antiga, mas não havia elementos . suficiente para datação por carbono 14 Foi então que uma descoberta da possibilidade revelou a idade do sítio, e enviou um arrepio na espinha de arqueólogos e historiadores! Encontros do site: Encontrar os restos de uma grande comunidade, com cerca de 200.000 pessoas vivendo e trabalhando juntos, foi uma grande descoberta em si. Mas namorando o local era um problema. patina O pesado nas paredes de rocha sugerem as estruturas eram extremamente antiga, mas a ciência da pátina namoro está apenas a ser desenvolvido e ainda é controversa. . datação por carbono 14 de coisas como madeira queimada introduz a possibilidade de que as amostras podem ser de incêndios grama recentes que são comuns na área A descoberta veio inesperadamente Como Tellinger descreve:. "Johan Heine descobriu Calendário de Adão, em 2003, bastante por acidente. Ele estava em rota para encontrar um de seus pilotos, que bateu seu avião na beira do precipício. Próximo ao local do acidente Johan notado um arranjo muito estranho de grandes pedras saindo do chão. Enquanto resgatar o piloto ferido de cerca de 20 metros abaixo do lado do penhasco, Johan caminhou até os monólitos e imediatamente percebeu que eles estavam alinhados com os pontos cardeais da Terra - norte, sul, leste e oeste. Havia pelo menos três monólitos alinhadas em direção ao nascer do sol, mas no lado oeste dos monólitos alinhados havia um misterioso buraco no chão - algo estava faltando. Depois de semanas e meses de medição e observações, Johan concluiu que era perfeitamente alinhados com a ascensão e queda do sol. Ele determinou os solstícios e os equinócios. Mas o misterioso buraco no chão permaneceu um grande enigma. Um dia, ao contemplar a razão para o buraco, o especialista pista local, cavalo, Christo, veio andando por. Ele explicou rapidamente a Johan que havia uma pedra de formato estranho que havia sido removido do local há algum tempo. Aparentemente, ele estava em algum lugar perto da entrada da reserva natural. Após uma extensa pesquisa, Johan encontrou a pedra (humanóide forma) antropomórfica. Ele estava intacta e orgulhosamente colocado com uma placa presa a ele. Ele tinha sido usado pela fundação Andorinha Azul para comemorar a abertura da reserva de Andorinha Azul em 1994. A ironia é que ele foi removido do local mais importante antiga encontrada até o momento e misteriosamente voltou para a reserva -., Por razões um pouco diferentes A localização exata do calendário está listada na http://www.makomati.com Os primeiros cálculos da idade do calendário foram feitas com base no aumento de Orion, uma constelação conhecida por suas três estrelas brilhantes que formam o "cinturão" do caçador mítico. As oscilações da Terra sobre seu eixo e assim as estrelas e constelações mudar seu ângulo de apresentação no céu à noite em uma base cíclica. Esta rotação, chamado de precessão completa um ciclo a cada 26.000 anos. Ao determinar quando as três estrelas do cinturão de Órion foram posicionados plana (horizontal) contra o horizonte, podemos estimar o tempo em que as três pedras no calendário estavam em alinhamento com essas estrelas visíveis. O primeiro cálculo bruto foi de pelo menos 25.000 anos atrás. Mas as medidas novas e mais precisas mantido o aumento da idade. O próximo cálculo foi apresentado por um archaeoastronomer mestre que deseja permanecer anônimo por medo do ridículo pela fraternidade acadêmica. Seu cálculo também foi com base no aumento de Orion e sugeriu uma idade de pelo menos 75.000 anos. O cálculo mais recente e mais acurate, feito em Junho de 2009, sugere uma idade de pelo menos 160.000 anos, com base no aumento de Orion - flat no horizonte -. Mas também sobre a erosão das pedras dolerite encontrados no local Alguns pedaços de pedras marcador tinha sido quebrado e se sentou no chão, expostos à erosão natural. Quando as peças foram colocados juntos cerca de 3 cm de pedra já havia sido gasto. Estes cálculo permitiu avaliar a idade do site através do cálculo da taxa de erosão do dolerite. Quem fez a metrópole? Por quê? Parece que os humanos sempre valorizado ouro. Ele sequer é mencionado na Bíblia, descrevendo o Jardim dos rios do Éden: Gênesis 2:11 - O nome do primeiro [rio] é Pisom, que flui ao redor de toda a terra de Havilá, onde há ouro. África do Sul é conhecida como o maior país produtoras de ouro do mundo. A maior área produtora de ouro do mundo é Witwatersrand, na mesma região onde a antiga metrópole foi encontrado. Na verdade Johannesburgo nas proximidades, uma das melhores cidades conhecidas da África do Sul, também é chamado "Egoli", que significa a cidade do ouro. mineração de ouro -? há quanto tempo Há evidências de que a mineração teve lugar, na África do Sul, durante o Idade da Pedra? Os estudos arqueológicos indicam que ele realmente era assim. Percebendo que os locais de antigas minas abandonadas podem indicar onde o ouro pode ser encontrado, empresa de mineração da África do Sul de liderança, a Corporação Anglo-Americana, na década de 1970 os arqueólogos envolvidos a olhar para essas minas antigas. Relatórios publicados (Optima) detalham a descoberta em Suazilândia e outros locais na África do Sul de extensas áreas de mineração com eixos às profundidades de 50 pés. Objetos de pedra e carvão permanece datas estabelecidas de 35.000, 46.000 e 60.000 aC para esses sites. Os arqueólogos e antropólogos que se juntaram em namoro o encontra acredita que a tecnologia de mineração foi usado no sul da África "durante grande parte do período posterior a 100.000 aC" Em setembro de 1988, uma equipe de físicos internacionais chegou à África do Sul para verificar a idade de habitats humanos em Suazilândia e Zululândia. As técnicas mais modernas indicaram uma idade de 80.000 a 115.000 anos. Quanto às minas de ouro mais antigas do Monotapa no sul do Zimbabwe, lendas zulus afirmam que eles foram trabalhados por "carne produzida artificialmente e escravos de sangue criados pelos primeiros povos". Esses escravos, as lendas contam Zulu ", entrou em batalha com o homem-macaco" quando "a estrela grande guerra apareceu no céu" (ver Indaba My Children, pela medicina do homem Zulu Credo Mutwa Vusamazulu). [Gênesis Revisited] Parece altamente provável que a antiga metrópole foi estabelecido por causa de sua proximidade com a maior oferta de ouro do planeta. Mas por que os povos antigos trabalhar tão duro para extrair ouro? Você não pode comê-lo. É muito macio para usar para a tomada de ferramenta. Não é muito útil para qualquer coisa, exceto ornamentos e sua beleza física é a par com outros metais, como o cobre ou prata. Exatamente por isso que foi tão importante para o ouro Homo sapiens? Para explorar a resposta que precisamos de olhar para o período da história em questão - 160.000 a 200.000 anos aC - e saber o que estava acontecendo no planeta Terra.



Quais foram os seres humanos como 160 mil anos atrás?

Os seres humanos modernos, o Homo sapiens, podemos traçar nossa ancestralidade de volta no tempo a um ponto onde nossa espécie evoluiu a partir de outros, mais primitivos, os hominídeos. Os cientistas não entender por que esse novo tipo de homem apareceu de repente, ou como a mudança aconteceu, mas podemos traçar nossos genes de volta para uma única fêmea que é conhecido como "Eva mitocondrial". Eva mitocondrial (mt-MRCA) [acima: Um ] artista de entregas é o nome dado pelos pesquisadores para a mulher que é definido como o mais recente ancestral comum matrilinear (MRCA) para todos os seres humanos que vivem atualmente. Transmitida de mãe para filho, todo o DNA mitocondrial (mtDNA) em cada pessoa viva é derivado deste indivíduo do sexo feminino. Eva mitocondrial é a contraparte feminina do Y-cromossômica Adam, o mais recente ancestral comum patrilinear, embora eles viveram em épocas diferentes. Eva mitocondrial Acredita-se que viveu entre 150.000 a 250.000 anos BP, provavelmente na África Oriental, na região da Tanzânia e áreas ao sul e oeste imediato. Os cientistas especulam que ela vivia em uma população entre talvez 4000-5000 fêmeas capazes de produzir descendentes em um dado momento. Se outras mulheres tiveram filhos com as mudanças evolucionárias em seu DNA não temos nenhum registro de sua sobrevivência. Parece que somos todos descendentes desse uma fêmea humana. Eva mitocondrial teria sido aproximadamente contemporâneo com os seres humanos cujos fósseis foram encontrados na Etiópia, perto do rio Omo e em Hertho. Eva mitocondrial viveu significativamente mais cedo do que a migração para fora da África que pode ter ocorrido cerca de 60.000 a 95.000 anos atrás. [acima] A região da África onde se pode encontrar o maior nível de diversidade mitocondrial (verde) e os antropólogos região postulou a mais antiga divisão na população humana começou a ocorrer (castanho claro). A antiga metrópole está situada na região este último (marrom), que também corresponde à idade estimada quando as alterações genéticas de repente aconteceu. Poderia ser uma coincidência?


História antiga Suméria descreve a antiga metrópole e seus habitantes!
Eu vou ser honesto com você. Esta próxima parte da história é difícil de escrever. É tão chocante que a pessoa comum não vai querer acreditar. Se você é como eu, você vai querer fazer a pesquisa você mesmo, e depois deixe algum tempo para os fatos para resolver em sua mente. Muitas vezes somos levados a crer que os egípcios - os faraós e pirâmides - são onde a nossa conhecida história começa. As mais antigas dinastias voltar cerca de 3200 anos BP. Isso é muito tempo atrás. Mas a civilização suméria, no que hoje é o Iraque, é muito mais antiga. Além do mais, nós temos traduzido muitos dos comprimidos sua história, escrito em cuneiforme e os scripts anteriores por isso sabemos muito sobre sua história e lendas. imagem selo [acima] retrata a lenda do "Grande Dilúvio" que consumiu a humanidade. Muitas lendas sumérias são muito semelhantes ao Gênesis. Como Gênesis, a lenda suméria, Atrahasis, conta a história da criação dos humanos modernos - não por um Deus amoroso - mas por seres de outro planeta que precisava de "trabalhadores escravos" para ajudá-los a mina de ouro em sua expedição extra-planetário ! Eu avisei que isto é difícil de acreditar, mas por favor, mantenha a leitura. Quem fez a metrópole? Por quê? Esta história, o Atrahasis, vem de uma versão babilônica início de cerca de 1700 aC, mas certamente remonta aos tempos sumérios. Ele combina motivos familiares sumérias da criação do homem e do dilúvio posterior - como Gênesis. A história começa com os "deuses" - os seres de um planeta chamado Nibiru - valas de escavação e de mineração de ouro como parte de um expedicionário equipe. Os seres humanos modernos (Homo sapiens) ainda não existia, apenas hominídeos primitivos viveram na Terra. Havia dois grupos de "deuses", a classe trabalhadora ea classe dominante (ou seja, oficiais). Os deuses do trabalhador tinha construído a infra-estrutura, bem como trabalhavam nas minas de ouro e, depois de milhares de anos, o trabalho foi aparentemente muito para eles. Os deuses tiveram de desenterrar os canais Tinha que limpar os canais, as linhas de vida da terra, Os deuses escavaram o leito do rio Tigre E então eles escavaram o Eufrates. - (Dalley 9, Atrahasis) Depois de 3600 anos deste trabalho, os deuses, finalmente, começam a reclamar. Eles decidem entrar em greve, queimando suas ferramentas e em torno da "habitação" o deus principal Enlil (seu templo). Vizir de Enlil, Nusku, fica Enlil para fora da cama e alerta-o para a multidão enfurecida fora. Enlil está com medo. (Seu rosto é descrito como sendo "pálida como uma tamargueira.") O Nusku vizir aconselha Enlil a convocar os outros deuses grandes, especialmente Anu (céu-deus) e Enki (o deus inteligente das águas doces). Anu Enlil aconselha verificar quem é o líder da rebelião. Eles enviam Nusku para perguntar a multidão de deuses que é o líder. As respostas da máfia, "Cada um de nós, deuses declarou guerra!" (Dalley 12, Atrahasis). Uma vez que os deuses da classe alta agora ver que o trabalho dos deuses de classe baixa "era muito difícil", eles decidem sacrificar um dos rebeldes para o bem de todos. Eles vão ter um deus, matá-lo e tornar a humanidade através da mistura de carne do deus e sangue com o barro: Atrahasis Bêlit-ili do ventre deusa está presente, Deixe o ventre deusa criar prole, E deixe o homem suportar a carga dos deuses ! (Dalley 14-15, Atrahasis) Depois de Enki instrui-los em rituais de purificação para o primeiro, sétimo e décimo quinto dia de cada mês, os deuses abate Geshtu-e ", um deus que tinha inteligência" (seu nome significa "orelha" ou "sabedoria ") e forma a humanidade de seu sangue e um pouco de argila. Após o nascimento da deusa mistura o barro, toda a tropa os deuses e cuspir nele. Então Enki e útero deusa tirar o barro em "a sala do destino", onde as deusas útero foram montados. Ele [Enki] pisou o barro na sua presença; Ela continuou recitando um encantamento, de Enki, permanecendo em sua presença , fez recitá-lo. Quando ela terminou seu encantamento, ela beliscou fora 14 peças de argila, E coloque sete peças sobre a direita, sete na esquerda. Entre eles, ela colocou um tijolo de barro. (Dalley 16, Atrahasis) A criação do homem parece ser descrito como um tipo de clonagem, e que poderíamos hoje considerar a fertilização in vitro. O resultado foi um híbrido ou "humano evoluiu" com intelecto avançado que poderia exercer as funções físicas do deuses do trabalhador e também cuidar das necessidades de todos os deuses. nos é dito, em outros textos, que a expedição chegou para o ouro e que grandes quantidades foram minadas e enviado para fora do planeta. A comunidade na África do Sul foi chamado de "Abzu" e foi a localização privilegiada da operação de mineração. Uma vez que estes eventos parecem coincidir com as datas da "Eva mitocondrial" (ou seja, 150.000 a 250.000 BP) e parecem estar localizado no mais rico de ouro região de mineração do planeta (Abzu), alguns pesquisadores estão pensando que o sumério lendas podem, de fato, ser baseado em fatos históricos. acordo com os mesmos textos, uma vez que a expedição de mineração terminou, foi decidido que a população humana deve ser permitido perecer em uma enchente que foi previsto pelo atronomer dos "deuses". Aparentemente, a passagem cíclica do planeta natal dos deuses, Nibiru, estava indo para aproximá-la o suficiente para a órbita da Terra, sua gravidade faria com que os oceanos se elevem e inundar a terra, pondo um fim às espécies híbridas - homo sapiens. Segundo a história, um dos "deuses" tinha simpatia por um ser humano especial, Zuisudra, e advertiu-o a construir um barco para enfrentar a enchente. Esta se tornou a base para a história de Noé no livro de Gênesis. Será que isso realmente acontecer? A única explicação outro é imaginar que as lendas sumérias, reconhecendo vida em outros planetas e clonagem humana, foram extraordinários de ficção científica. Isto em si seria incrível. Mas agora temos evidência de que a cidade mineira, Abzu, é real e que existiu na mesma época como a evolução repentina de hominídeos ao Homo sapiens. Basta pensar sobre isso por um tempo. Se você gostaria de continuar lendo um pouco mais sobre estas antigas lendas sumérias, confira As Origens do Diabo sobre viewzone.com http://mondovista.com/adamscalendarx.html DEPOIS DA COSTA a costa BROADCAST (o que eu não concordo inteiramente com alguns coments, especialmente a maioria da "canalização" coisas ...) Fiquei intrigado embora assim que eu fui olhando com googlemap nessa área e por algumas razões eu acho que encontrei alguns desses "ruínas", eu não sei, deixe-me saber o que vocês pensam .. Outra montanha estranho com pedras ao redor dele: ? Teste Nuclear / Guerra Nuclear antiga Também na vizinhança, isso é uma face humana outra versão, só para ter certeza ... hehe Sim, eu era alta .... Como eu poderia fazer de outra forma uma linha tão Mas, falando sério, para as pessoas que acham que este material interessante .... Este é apenas o começo de TI, se você tem escutado que transmitem C2CAM ... Você sabe que ele falou sobre RUÍNAS similair OUTROS AFRIC pequeno exemplo, Zimbabwe-Masvingo-Grande-Zimbábue-Ruins: http://gallery.hd.org/_c/places-and-sig ... O.jpg.html mais para vir, sentir livre para se juntar



Ter 13 de abril de 2010 05:32 »por Ktm640


que cara tinha-lhe um grande 'ol shnozzola
Topo
Lowsix


Mensagens: 10859
Registrado: qui 03 de setembro de 2009 00:36
Ter 13 de abril de 2010 05:43 »por Lowsix


Bem caramba. Deixe-me ser o primeiro a dizer que não há nenhuma maneira que você vai receber o crédito que merece para reunir e utting tudo isso junto em seu lugar uma vez ... Isso é uma chatice. E não basta as pessoas vão lê-lo. Isso é uma chatice também. Mas eu ainda vou dizer, que, além de possivelmente Marduks Tópico Saturno épico .. Este pode ser o pós melhor, mais organizada e abrangente e completa já feita em toda a história da TVD. Bra ---- vo. e muito obrigado. você fez tudo uma grande reunião de trabalho .. e parece muito boa. (para eu poder desculpar os rostos montanha apedrejado .. lol) Não se esqueça de bater-lo de vez em quando só para obtê-lo na página da frente uma vez enquanto ina ... reunir um leituras mais alguns ..... Vale a pena. Ninguém vai reclamar.






















warløckmitbladderinfection escreveu:
blasfema habitante gehenna novo faz deus triste ...
Topo
Iamcare

Mensagens: 738
Registrado: seg 20 de julho de 2009 03:28
Ter 13 de abril de 2010 06:37 »por Iamcare


Homem fio porra impressionante. Muito bem pesquisado. Eu vou comentar um pouco mais quando eu tive tempo para ler e digerir tudo!
Palavra nasce,
lutar na guerra, Foda-se a norma ....

Envie para Disclose.tv

D edication ---------------- T enacity --------------------------- V olition

Topo
Hoonlo


Mensagens: 60
Registrado em: Qua 06 de agosto de 2008 05:48
Ter 13 de abril de 2010 07:42 »por Hoonlo


Coisas boas!
Topo
Kingsize

Mensagens: 39
Registrado em: Dom Nov 30, 2008 8:52
Ter 13 de abril de 2010 08:21 »por Kingsize


obra-prima!
tomou meu tempo e ler a coisa toda, valeu a pena o homem bom trabalho  

Topo
Svaha


Mensagens: 2937
Registrado: ter 01 de setembro de 2009 12:10
Localização: Zona Neutra
Ter 13 de abril de 2010 11:29 »por Svaha


Graças kingz,
uma observação, as entregas das pessoas são um pouco de cor branca.
Siga sua felicidade (res) - Joseph Campbell
Topo
Kingz


Mensagens: 2973
Registrado: ter 19 jan 2010 02:13
Ter 13 de abril de 2010 07:46 »por Kingz


Obrigado rapazes para as reações positivas ... Realmente aprecio isso eu vou ter certeza de atualizá-lo de vez em quando com algumas novas imagens / artigos sobre estas e outras ruínas antigas inSouth África .... E eu espero que quando as pessoas têm o tempo, para ouvir a transmissão .... Sério, é incrível ... O cara também está falando muito sobre as possíveis funções das ruínas, ea composição das pedras! que acaba por ser uma mistura de diferentes metais que têm características extraordinárias, como a energia eletromagnética devido à cristalização das Pedras .. Eles até gravou vários desses sons que estão sendo feitas pelos structres enquanto o vento sopra para eles. As gravações mostram que a maior parte das frequências de som estão no espectro de audio humana .... E como a maioria de vocês sabem, Cristais tiveram e ainda tem um dos maiores impactos em nossas vidas .... > Basicamente cada tecnologia única que está ligado a circuitos electromagnéticos são baseadas em cristal de quartzo, e há uma grande quantidade de cristais de outras que têm outras "funções" ... Desculpe, eu não quero escrever uma Rant grande sobre o que eu penso, mas eu prefiro dar mais algumas informações que você pode olhar para cima para yourselfs, ou fazer mais pesquisas sobre .... que nunca você gosta vou postar algumas coisas relevantes aqui e agora cada vez para que o segmento vai ficar vivo ... E espero que as outras pessoas vão participar também, porque acredita em mim há muito a descobrir sobre essas estruturas antigas e sua "função" / finalidade, os seus construtores e assim forte .. Então, volte a cada momento e, se você o encontrar este material como fascinante como eu, e talvez postar algumas de suas próprias descobertas também! Aqui algumas informações awsome e imagens de estruturas antigas que eu mencionei no último post sobre o fim (O Grande Zimbabwe) Great Zimbabwe, vista do sudeste parede de grande recinto . (Randall MacIver, 1906) * Grande Zimbabwe: Um pouco menos de 30 quilômetros além da cidade do sudeste de Masvingo, ou seja, "estruturas de rocha", encontram-se alguns dos provocados pelo homem mais notável e majestoso permanece na África. As ruínas do Grande Zimbabwe - ou Dzimbahwe como são conhecidos tradicionalmente - são um testemunho único da civilização bantu do Shona entre os séculos 11 e 15. Um Património Mundial da Humanidade, estas são as maiores ruínas na África, estendendo-se quase 1.800 hectares. Pensa-se que o complexo pode ter alojado tantos como 18.000 em sua altura. O nome Zimbábue vem da língua Shona, que significa "Casa de Pedra" e está associada com a liderança. Após a independência, Zimbábue tomou este nome por si. As ruínas podem ser divididos em três grupos distintos de arquitectura, conhecidas como Complexo Hill, o Complexo Vale eo grande recinto. Complexo Hill é uma série de caixas residenciais e cerimonial, construído sobre um cúpula de granito com vista para o resto do site. Quanto menor o Complexo Vale é considerada a última das empresas de arquitetura, que data do início do século XV. O cerco Grande é a maior estrutura única antiga ao sul do Saara. A parede do invólucro mede 244 metros de comprimento, 10 metros de altura e é de até 5 metros de profundidade. É afunilada para ser mais estreita na parte superior, o que indica um nível de sofisticação na arquitectura. As estruturas imponentes são construídos de blocos de granito, usando uma técnica seca-pedra, sem o uso de argamassa. Apresentando uma série de chevron espinha de peixe, e muitos outros intrincados padrões, é espantoso que o complexo sofreu durante sete séculos. grande mistério ainda cerca o propósito do site. Quando o Shona abandonou o local, em algum momento do século XV, que deixaram para trás há registros escritos. A escolha do local é de intriga particular como a área tem solos pobres e só apoiar agricultura em grande escala com grande dificuldade. Especulação sobre os anos sugeriu que poderia ter sido um centro religioso ou até mesmo a localização de um enorme depósito de ouro. Uma teoria mais recente é que foi a versão africana de Stonehenge, um observatório gigante alinhada com as estrelas. Qualquer que seja o propósito original no entanto, Grande Zimbabwe tornou-se a maior cidade comercial no sul da África. Artefatos de lugares tão distantes como a China têm sido encontrados por arqueólogos, apoiando a idéia de que o local era um grande centro comercial conhecido por mercadores árabes e chineses. Provavelmente, não há maior monumento ao passado pré-colonial da África Subsaariana do que o ruínas do Grande Zimbabwe. A visita é essencial para os amantes de história e para aqueles que querem ver alguns dos destaques da África medieval.  
Read more: http://www.disclose.tv/forum/the-ancient-ruins-of-south-africa-adamscalendar-mystery-t20031.html#ixzz2P8cO2YPa
* Grande Zimbabwe
Grande Zimbabwe é o nome dado aos restos de uma cidade Sul Africano antigo, que já foi o centro de um vasto império conhecido como o Império Munhumutapa (também chamado de Império de Monomotapa), cobrindo os Estados modernos do Zimbábue e Moçambique. O estado do Zimbabwe tem o seu nome a partir desta cidade antiga. Zimbabwe, forma abreviada de "ziimba remabwe", é um Shona (dialeto: chiKaranga) termo, que significa "a casa grande ou grande construída de pedras". Atualmente, a localização do Grande Zimbabwe é um sítio arqueológico com as ruínas da antiga cidade do país hoje do Zimbábue. O site também é santuário nacional do país onde o pássaro Zimbabwe (um símbolo nacional de Zimbabwe) foi encontrado.
Read more: http://www.disclose.tv/forum/the-ancient-ruins-of-south-africa-adamscalendar-mystery-t20031.html#ixzz2P8dbCxFd
Características das ruínas
em 1531, Vicente Pegado, capitão da Guarnição Português de Sofala, descrito Zimbabwe assim: "Entre as minas de ouro das planícies interior entre o Limpopo e rios Zambeze há uma fortaleza construída de pedras de tamanho maravilhosa, e há Parece não haver argamassa juntá-las .... Esta construção está praticamente rodeado por colinas, sobre as quais são semelhantes a outros que na moldagem da pedra e da ausência de argamassa, e um deles é uma torre de mais de 12 braças [22 m] de altura. Os nativos do país chamam estes Symbaoe edifícios, que de acordo com a sua língua significa corte. " As ruínas formam três grupos distintos de arquitetura. Eles são conhecidos como o Complexo Hill, o Complexo Vale eo grande recinto. O Complexo Hill é o mais antigo, e foi ocupada a partir do nono para décimo terceiro séculos. O grande recinto foi ocupado a partir do décimo terceiro para séculos XV e no Pólo do Vale da décima quarta a séculos XVI. [2] As características notáveis do Complexo Hill incluem o cerco de Leste, em que se pensou que as aves do Zimbabwe estava, um gabinete varanda alta com vista thae Invólucro de Leste, e uma grande pedra com uma forma similar à do pássaro Zimbabwe. [13] O compartimento grande é composto de uma parede interna, circundando uma série de estruturas e de uma nova parede exterior. A torre cônica, 18 m de diâmetro e 30 m de altura, foi construída entre as duas paredes. [14] O Complexo Vale é dividido nas Ruínas do Vale Superior e Inferior, com diferentes períodos de ocupação. [2] O Vale do Complexo Grande Zimbabwe Ruínas existem diferentes interpretações arqueológicas destes agrupamentos. Tem sido sugerido que os complexos representam o trabalho de reis sucessivos:. Alguns dos novos governantes fundou uma nova residência [9] O foco do poder mudou a partir do Complexo Hill, no século XII, para o grande recinto, o Vale do Alto e finalmente, Vale Inferior no início do século XVI [2] A alternativa "estruturalista" interpretação é que os diferentes complexos tinham funções diferentes:. o Complexo Hill como um templo, o complexo do Vale foi para os cidadãos, eo grande recinto foi utilizado por o rei. Estruturas que eram mais elaboradas foram provavelmente construídos para os reis, embora tenha sido argumentado que a datação de achados nos complexos não suporta esta interpretação [15]. Alguns pesquisadores afirmam que as ruínas podem ter abrigado um observatório de astronomia, embora o significado dos alinhamentos em que essas afirmações são baseadas é contestado. http://en.wikipedia.org/wiki/Great_Zimbabwe [16]


Quanto ao comentário DE SVAHA, você está correto ... HÁ AINDA um enorme problema racistas entre todo este assunto, mas espero que TODOS SABEMOS QUE MELHOR: exemplo desse problema RACISTA>

Martin Hall escreve que a história da Idade do Ferro pesquisa sul do Zambeze mostra a influência predominante de ideologias coloniais, tanto nas primeiras especulações sobre a natureza do passado Africano e nas adaptações que foram feitas para metodologias contemporâneas arqueológicos. [57] Quando os colonizadores europeus, como Cecil Rhodes vi pela primeira vez as ruínas, foi visto como um sinal das grandes riquezas que a área renderia a seus novos mestres. Quando finalmente foi provado que os construtores eram africanos, o site foi, então, caracterizado como "produto de uma mente infantil" construído por uma sociedade subjugada. O governo Rhodesian confirmou esta visão condescendente e recusou-se a aceitar que o Grande Zimbabwe poderia ter sido um produto de processos internos, mas tinha que ser o resultado de estímulo externo. Assim, a linha oficial na Rodésia colonial era que as estruturas foram construídas por não-negros. De acordo com Paulo Sinclair, entrevistado para nenhuns mas nós: eu era o arqueólogo estacionados na Grande Zimbabwe. Foi-me dito pelo então diretor-dos Museus e Monumentos organização que ser extremamente cuidadoso em falar com a imprensa sobre as origens do [Grande] Zimbabwe estado. Foi-me dito que o serviço museu estava em uma situação difícil, que o governo estava pressionando-os a reter a informação correta. Censura de guias, monitores de museus, livros escolares, programa de rádio, jornais e filmes era uma ocorrência diária. Uma vez que um membro do Conselho de Curadores Museu ameaçou-me com a perda de meu trabalho, se eu disse publicamente que os negros tinham construído Zimbabwe. Ele disse que estava bem para dizer o povo amarelo tinha construído, mas eu não estava autorizado a mencionar datas de carbono de rádio ... Foi a primeira vez desde que a Alemanha nos anos trinta que a arqueologia tem sido tão diretamente censurados. Esta supressão de arqueologia culminou com a saída do país de arqueólogos proeminentes do Grande Zimbabwe, incluindo Peter Garlake, inspetor sênior de Monumentos para a Rodésia, e Summers Roger do Museu Nacional. [59] [58] http://en.wikipedia.org/wiki/Great_Zimbabwe



Enfim ... fazer com ele o que quiser ... todos temos o direito de acreditar no que queremos ...... De volta para a questões "importantes" na mão:

Enigma da Grande Zimbabwe
Volume 51 Número 4, julho / agosto 1998
por Roderick J. Mcintosh
Em algum momento no início do século XIV, os povos da Grande Zimbabwe começou a construir o grande recinto, completando a estrutura ao longo de um século. Restos espalhados do Complexo Valley, ao norte da grande recinto, pode ser visto em primeiro plano. (David Coulson) ( Leia mais> CLIQUE NO LINK! http://www.archaeology.org/9807/abstracts/africa.html <


GORA está ficando muito interessante novamente (em minha opinião que é

    

ZIMBABWE ANTIGA E a tribo dos lembas
por David L. McNaughton ( DLMcN@yahoo.com ) Com base em correspondência enviada à Scientific American comentando sobre seu artigo "Grande Zimbabwe", em novembro de 1997. No início, eles ignoraram a minha tentativa de fazer contato, no final, respondeu dizendo "Sua carta não atender às necessidades de nossos editoriais" - apesar do fato de que ele estava apontando erros graves e omissões em seu artigo nenhuma resposta foi recebida do autor! (da Universidade do Zimbabwe).



Espalhados rodada Zimbabwe são centenas de ruínas de pedra antiga. nenhum cimento ou argamassa foi utilizada em sua construção, de modo que os tijolos de granito teve que ser cuidadosamente moldadas e cortadas, de modo a se encaixar como um quebra-cabeça. Alguns paredes eram de 10 metros de altura, muitos incorporado chevron, espinha de peixe ou padrões de xadrez O maior complexo (que pode ter sido um templo) é conhecido como "Grande Zimbabwe" Um conjunto de passos que levam até ele constitui uma verdadeira obra de arte: cada curso.. curvas. fora das paredes de acompanhamento na entrada, com a penetração das curvas crescentes como os passos são subiu Muitas teorias têm sido propostas para a origem desses edifícios -. incluindo alguns bastante improvável e exótica maioria dos historiadores contemporâneos acreditam que eles eram construída por ancestrais dos Shona (que formam a tribo maioritária na atual Zimbábue). Na verdade, é provável que pelo menos alguns dos habitantes originais do Zimbábue foram absorvidos por Shona de língua bantu, particularmente por seu ramo Makaranga (que ocupa a área em torno de "Grande Zimbabwe). A probabilidade de uma conexão de Lemba No entanto, a Lemba da África do Sul (cerca de Messina, no extremo norte) também afirmam que a responsabilidade pela antiga civilização. acordo com suas tradições, seus antepassados chegaram em barcos "de um distante país para extrair o ouro do Zimbabwe. (Lemba ascendência feminina foi principalmente de origem Africano local, no entanto). Há alguns anos atrás, Tudor Parfitt e seus colegas da Universidade de Londres estabeleceu um jogo de DNA entre a tribo Lemba e pessoas na região Hadramaut do Iêmen. Particularmente surpreendente foi a descoberta de que os membros do clã mais antigo Lemba exibido o haplótipo Modal Cohen, que é uma característica distintiva do sacerdócio judaico. Além disso, este padrão genético é transportado pelo cromossomo Y, por isso é passado através a linha masculina. Esta nova evidência justifica a reabertura da questão de quem realmente fez erguer as estruturas pré-históricos do Zimbábue Vários indicadores apoiar a história Lemba Eles ainda enterrar seus mortos em uma posição estendida, assim como os zimbabuanos fizeram antigos:.. isso contrasta com o " . agachado postura "adoptada por outros Bantu Além disso, de acordo com a HA Junod, outras tribos consideram a Lemba como os criadores e mestres da arte da circuncisão - o que é significativo porque os símbolos fálicos de pedra que foram encontrados nas ruínas do Zimbabué, definitivamente representadas órgãos circuncidados . Até muito recentemente, o lembas tinha uma propensão para a construção em pedra -. no estilo do Zimbábue, sem cimento Além disso, suas habilidades de mineração e metais eram muito superiores aos de tribos vizinhas -. usando cobre, que estava disponível na sua área Este aptidão bem poderia ter sido herdada dos garimpeiros e fundições do Zimbábue antiga (mas -. não surpreendentemente - até mesmo do início do século 18, obra Lemba não poderia corresponder aos padrões apresentados pelos edifícios e ornamentos de ouro encontradas em 'Grande Zimbabwe " .) Algodão aparentemente foi tecida e utilizados no Zimbábue antigo - a julgar pelas espirais do fuso descobertos em ruínas de pedra, eo fato de que as árvores de algodão parecem ter sido plantadas nas proximidades Assim, é relevante notar que os homens Lemba costumava usar roupas de algodão de comprimento. , ao contrário dos membros de tribos vizinhas. Bantu A linguagem Lemba é semelhante ao falado ainda hoje na província zimbabweana em torno do "templo" e fortaleza principal. Além de suas ligações do Zimbabué, a Lemba diferem em vários aspectos de Bantu outro. Muitos Lemba possuem nariz aquilino e estreitas, não-negróides lábios. Algumas de suas palavras e de clã nomes parecem confirmar uma conexão semita, por exemplo Sadiki, Hasane, Hamisi, Haji, Bakeri, Sharifo e Saidi (que é a palavra para "mestre") . Eles ainda se recusam a comer coelho, porco, lebre, carniça e peixes sem escamas, exatamente como previsto em Levítico capítulo 11. Ao preparar carne para o consumo, eles sempre matar de forma "kosher" por sangramento. Lemba O também têm um distintivo cerimônia de Lua Nova. Houve amplo debate a respeito de quando a antiga cultura do Zimbábue deve ter floresceu. acordo com descrições de Barros e por exploradores Português outro, os templos e fortalezas foram considerados "extremamente antiga", mesmo tão cedo quanto o meio . século 16 no século 10, Masudi e Ibn Al Wardy escreveu de ouro a ser exportado através do posto de comércio árabe em Sofala -. que fica na costa a leste da Grande Zimbabwe Mais cedo, o comerciante Alexandrino Cosme Indicopleustes (em sua Topographia Christiana , 6 º século dC) mencionou expedições regulares da Etiópia para obter ouro "de um país onde o inverno ocorreu durante o verão do Hemisfério Norte". os sabeus do sul da Arábia Assim, embora os templos de granito provavelmente não tinha ainda sido construído, ele não é de forma inconcebível que o sul-leste da África foi a principal fonte da riqueza do ouro de Sabá citado por Plínio, o Velho, em cerca de 70 dC em Naturalis Historia VI, e na Bíblia (veja I Reis capítulo 10). Zanzibar e da costa Leste Africano eram certamente parte da o império de Sabá, e excursões até mesmo mais ao sul foram bem dentro da capacidade dos construtores de navios e marinheiros da época, aproveitando a mudança de vento padrões ao longo da costa. Vale a pena notar que os sabeus usados para seguir uma religião Judaistic - que incluiu a circuncisão Eles também eram engenheiros de água qualificados que havia desenvolvido um sistema de terraços da pecuária extensiva -.. assim como os habitantes do Zimbábue pré Além disso, elípticas não cobertas de pedra seca templos construídos em Sirwah e Marib no Iêmen são, de certa forma comparável com aqueles encontrados no Zimbabué. YEMEN RUÍNAS ZIMBABWE RUÍNAS Há ainda evidências suficientes para ser dogmático sobre a origem da antiga civilização do Zimbábue, mas uma conexão semita que pelo menos parecem plausíveis. Uma descrição mais completa (incluindo referências mais detalhadas) aparece em: http: / / www.dlmcn.com / anczimb.html mais para vir ..... Esta discussão está longe de terminar : mrgreen:
newearthman escreveu:
Grande trabalho Todas as informações deste ultimamente está fazendo minha cabeça girar ... está ficando mais difícil de se concentrar nos chamados "realidade".


A realidade é o que você faz dela cara .... Você é o mestre que faz a grama verde  Basta ver todas estas coisas que estão fora de aceitação convetinal como explenations possíveis para coisas que ninguém entende de qualquer forma wether> eles dizem que fazem ou não .... Nada pode ser provada nem refutada, de que é como ele é, sempre foi e sempre será, talvez, na minha opinião> como eu digo talvez, que é a minha palavra mágica que me mantém aqui neste mundo> Eu uso MAYBELOGIC, em vez de forma Arestotelian de pensar (o que significa que tudo está em Sim . ou não) com outras palavras, filosofia ocidental / pensamento Basta pensar nisso, e procure por Robert Anton Wilson - Talvez Logic, ou Psicologia Quantum ... Torna as coisas muito mais fáceis de lidar! Espero que tenham gostado meus posts embora
Aviso Legal
Todos os posts e uploads de mídia são expressas opiniões dos membros contribuintes e não são representativos de ou endossado pelos proprietários ou funcionários de Disclose.tv.
Este site pode conter material protegido por direitos autorais. Os membros podem fazer tal material disponível em um esforço para fazer avançar a consciência e compreensão das questões relacionadas com os direitos civis, a economia, os direitos individuais, assuntos internacionais, ciência liberdade, e tecnologia, etc Acreditamos que este constitui um "uso justo" de qualquer tal material com direitos autorais, como previsto na seção 107 da Lei de Direitos Autorais dos EUA.

Pirâmides no Amazonas..... E os Portais [ ]


>>>>>>>>>>>>>
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Me conta as novidades das Pirâmides???
tem alguma coisa embaixo delas
mais o cientista não querem admitir
fizeram fotos com infravermelho na infige
tem uma espece de porta
tem alguma coisa embaixo da infigem
Ve o site do Brien Forster
essas marcas não natural no solo africando
tem mais de 100 mil anos
sei que tem uma Pirâmide invertida a baixo de Queóps
ja ouvir falar
mais não vi foto
mais tem um arquologo que ta proibido de pisar no egito
está enterrada
e sobre os círculos e [ ] da Amazônia???
então segundo um arqueolo mexicano
os simbolos na amzona
tem mais 3 mil anos
mais ainda não vi um estudo realmente serio
essa estatua tem mais de mil toneladas
a tecnologia atual não conseguiram removela
então fizeram o museu em volta dela
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
tiram fotos dessa estatua
e colocaram o lado direito encima do esquerdo
é simplesmente perefeito
não existe hoje tecnologia que acompanhe essa perfeição
esse templo tem blocos de 50 a 200 toneladas
Me diz se os Círculos e [ ] da Amazônio são Portais de Energia???
bom o medidor
quando aproximado do solo
aumente muito
foi um americando que constatou
com medidor de radiação
essa que vou mandar agora é no egito
presta bem atenção na foto
a perfeição é tão grande que não se pode ser feita hoje
o triangulo [ ] e círculo é meu outro blog
ele tá meio parado mas tem mais de 12milacessos
blz
vou ver

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Discurso do método de Descartes

O Discurso sobre o método, por vezes traduzido como Discurso do método, ou ainda Discurso sobre o método para bem conduzir a razão na busca da verdade dentro da ciência (em francês, Discours de la méthode pour bien conduire sa raison, et chercher la verité dans les sciences) é um tratado matemático e filosófico de René Descartes, publicado na França em Leiden em 1637. Ele inicialmente apareceu junto a outros trabalhos de Descartes, Dioptrique, Météores e Géométrie. Uma tradução para o latim foi produzida em 1656, e publicada em Amsterdam. Constitui, ao lado de Meditações sobre filosofia primeira (Meditationes de prima philosophia), Princípios de filosofia e Regras para a direção do espírito (Regulae ad directionem ingenii), a base da epistemologia do filósofo, sistema que passou a ser conhecido como cartesianismo. O Discurso propõe um modelo quase matemático para conduzir o pensamento humano, uma vez que a matemática tem por característica a certeza, a ausência de dúvidas. Segundo o próprio Descartes, parte da inspiração de seu método (descrito nesse livro/tratado) deveu-se a três sonhos ocorridos na noite de 10 para 11 de novembro de 1619: nestes sonhos lhe havia ocorrido “a idéia de um método universal para encontrar a verdade.” Discurso sobre o método foi escrito em vernáculo (os textos filosóficos costumavam ser escritos em latim), de maneira não-doutrinária, pois Descartes tentou popularizar ao máximo os conceitos ali expressos e de maneira não impositiva, mas compartilhada. Em toda a obra permeia a autoridade da razão, conceito banal para o homem moderno, mas um tanto novo para o homem medieval (muito mais acostumado à autoridade eclesiástica). A autoridade dos sentidos (ou seja, as percepções do mundo) também é particularmente rejeitada; o conhecimento significativo, segundo o tratado, só pode ser atingido pela razão, abstraindo-se a distração dos sentidos. Uma das mais conhecidas frases do Discurso é Je pense, donc je suis (citada frequentemente em latim, cogito ergo sum; penso, logo existo): o ato de duvidar como indubitável, e as evidências de “pensar” e “existir” ligadas. Além dessa conclusão, Descartes também prova a existência de Deus, especifica critérios para a boa condução da razão e faz algumas demonstrações. Índice [esconder] * 1 Divisão e conteúdo da obra * 2 Os quatro preceitos * 3 A prova ontológica (cogito ergo sum) o 3.1 Existência de Deus * 4 Aplicação do método nas ciências * 5 Veja também o 5.1 Filósofos de inspiração cartesiana * 6 Bibliografia * 7 Ligações externas [editar] Divisão e conteúdo da obra O Discurso está dividido em seis partes, e possui uma breve introdução. Nesta, Descartes já enfatiza a divisão do livro e explica o que o leitor encontrará em cada uma das seis partes: * na primeira, diversas considerações sobre a ciência * na segunda, as principais regras sugeridas por ele para a prática científica * na terceira, algumas das justificativas do método * na quarta, as provas da existência de Deus e da alma humana, fundamentos da metafísica * na quinta, Descartes faz algumas aplicações do método a questões físicas e relativas à medicina; também as particularidades da alma humana * na sexta, as razões que o levaram a escrever o tratado e aquilo que Descartes acredita ser essencial para o progresso do conhecimento [editar] Os quatro preceitos O método de raciocínio proposto por Descartes no Discurso compõe-se de quatro partes distintas, sintetizadas na passagem seguinte: “Le premier étoit de ne recevoir jamais aucune chose pour vraie que je ne la connusse évidemment être telle; c'est-à-dire, d'éviter soigneusement la précipitation et la prévention, et de ne comprendre rien de plus en mes jugements que ce qui se présenteroit si clairement et si distinctement à mon esprit, que je n'eusse aucune occasion de le mettre en doute. Le second, de diviser chacune des difficultés que j'examinerais, en autant de parcelles qu'il se pourroit, et qu'il seroit requis pour les mieux résoudre. Le troisième, de conduire par ordre mes pensées, en commençant par les objets les plus simples et les plus aisés à connoître, pour monter peu à peu comme par degrés jusques à la connoissance des plus composés, et supposant même de l'ordre entre ceux qui ne se précèdent point naturellement les uns les autres. Et le dernier, de taire partout des dénombrements si entiers et des revues si générales, que je fusse assuré de ne rien omettre.” (Discurso, parte 2) O método cartesiano. No preceito ou passo 1, as coisas indubitáveis (círculos marcados com i) passam por um "funil", que impede a passagem de coisas que tragam dúvidas (d). No segundo, as coisas são analisadas, ou seja, divididas para melhor compreensão; no terceiro, procede-se a síntese, ou agrupamento em graus de complexidade crescente. No último passo, as conclusões são ordenadas e classificadas. Simplificadamente, são os passos ou preceitos: 1. Receber escrupulosamente as informações, examinando sua racionalidade e sua justificação. Verificar a verdade, a boa procedência daquilo que se investiga – aceitar o que seja indubitável, apenas. Esse passo relaciona-se muito ao cepticismo. 2. Análise, ou divisão do assunto em tantas partes quanto possível e necessário. 3. Síntese, ou elaboração progressiva de conclusões abrangentes e ordenadas a partir de objetos mais simples e fáceis até os mais complexos e difíceis. 4. Enumerar e revisar minuciosamente as conclusões, garantindo que nada seja omitido e que a coerência geral exista. Estas operações reconstituiriam as três operações elementares da mente humana, a indução (que consiste em captar realidades mínimas), a dedução (agrupar observações e inferir resultados) e a enumeração (acompanhada da revisão e reelaboração de conceitos). Estes preceitos são colocados em alegoria com a demolição de uma casa (o antigo método de pensamento que Descartes empregava) e a construção de um edifício seguro (o novo Método). A metáfora da construção pode ser encontrada, por exemplo, na afirmação acerca da utilidade da dúvida hiperbólica (que não seria simplesmente o duvidar por duvidar): “Non que j'imitasse pour cela les sceptiques, qui ne doutent que pour douter, et affectent d'être toujours irrésolus; car, au contraire, tout mon dessein ne tendoit qu'à m'assurer, et à rejeter la terre mouvante et le sable pour trouver le roc ou l'argile.” (Discurso, parte 3) (“Não que eu imitasse os cépticos, que duvidam apenas por duvidar, e ostentam apenas manter-se em irresolução; pois, ao contrário, todo o meu projeto era simplesmente firmar-me na certeza, e rejeitar a terra e areia instável em prol de colocar-me em rocha ou argila.”) A inspiração, por sua vez, vinha da geometria, na qual partia-se de conceitos simples para descrever progressivamente entidades mais complexas: “Ces longues chaînes de raisons, toutes simples et faciles, dont les géomètres ont coutume de se servir pour parvenir à leurs plus difficiles démonstrations, m'avoient donné occasion de m'imaginer que toutes les choses qui peuvent tomber sous la connoissance des hommes s'entresuivent en même façon[...]” (Discurso, parte 4) (“Estas longas cadeias de razão, todas simples e fáceis, sobre as quais os geômetras costumam se servir para chegar às mais difíceis demonstrações, me levaram a imaginar que todas as coisas que podem penetrar na consciência dos homens são ligadas da mesma maneira [...]”) [editar] A prova ontológica (cogito ergo sum) Ver artigo principal: cogito ergo sum Na quarta parte do Discurso Descartes realiza a prova ontológica, ou seja, a prova da existência do ser e também a prova da existência de Deus. Aplicando o método a si mesmo, Descartes confronta o próprio raciocínio. Ele argumenta que, embora a mente possa tanto raciocinar sobre coisas reais quanto sobre coisas de sonhos, enquanto acordado ou dormindo respectivamente, ele não pode, ao refletir sobre a veracidade desses pensamentos, negar que esteja pensando; e como sujeito pensante, conclui que é seguro supor a própria existência: “Mais aussitôt après je pris garde que, pendant que je voulois ainsi penser que tout étoit faux, il falloit nécessairement que moi qui le pensois fusse quelque chose; et remarquant que cette vérité, je pense, donc je suit, étoit si ferme et si assurée, que (...) je jugeai que je pouvois la recevoir sans scrupule pour le premier principe de la philosophie que je cherchois.” (Discurso, parte 4) (“Mas imediatamente que eu observava isso, que os pensamentos de sonho se confundem com a realidade, ainda assim eu desejava pensar que tudo era falso, era absolutamente necessário que eu, quem pensa, seja algo; e enquanto eu observava que isso é verdadeiro, eu penso, logo existo, era tão certo e tão evidente que (...) eu aceitei este como primeiro princípio de filosofia, que eu estava refletindo.”) Consoante, qualquer esforço para duvidar de sua própria existência era uma ocorrência de pensamento, e essa ocorrência exigia um sujeito pensante, ainda que mínimo. Eis portanto a prova da existência de mim mesmo. É preciso notar ainda que não é qualquer ato do eu que determina a existência. Um andar não provaria essa existência, uma vez que andar pode trazer a dúvida da existência das próprias pernas; somente um pensamento (seja ela uma dúvida, um desejo, uma afirmação, uma sensação ou similares) é indubitável e portanto adequa-se ao Método. Somente o pensamento, quando percebido, garante a existência do eu. [editar] Existência de Deus A existência de Deus é provada porque, existindo a razão e o pensamento, é preciso haver um fiador dessa razão e desse pensamento, algo que lhe dê coerência. Pela razão, existe Deus. Trata-se da retomada do pensamento de Aristóteles, do noesis noeseos (pensamento do pensamento), ou o "motor imóvel". Além disso, Descartes demonstra que as idéias de perfeito, infinito e similares, são tão transcendentes a ele, ser imperfeito e finito, que é preciso haver algo de onde essa idéia venha, que não o próprio ser pensante: “Ensuite de quoi, faisant réflexion sur ce que je doutois, et que par conséquent mon être n'étoit pas tout parfait, car je voyois clairement que c'étoit une plus grande perfection de connoître, que de douter, je m'avisai de chercher d'où j'avois appris à penser à quelque chose de plus parfait que je n'étois; et je connus évidemment que ce devoit être de quelque nature qui fût en effet plus parfaite. (...) C'est à dire, pour m'expliquer en un mot, qui fût Dieu.” (Discurso, parte 4) (“A seguir, fazendo a reflexão sobre o fato de que eu duvido, e que por conseguinte meu ser não era absolutamente perfeito, porque eu via claramente que era perfeição maior conhecer do que duvidar, eu percebi que dessa reflexão concluía a existência de algo mais perfeito que eu era; e eu claramente percebi que essa percepção vinha de uma natureza que era de fato mais perfeita [que a minha]. (...) Para ser dito em uma palavra, que era Deus.”) Alguns dizem (um tanto implausivelmente) que Descartes incluiu a prova da existência de Deus apenas para satisfazer os censores do período. Os seguidores de Descartes logo perceberam que a dúvida metódica também poderia aplicar-se a Deus; de fato, a prova da existência de Deus é uma das partes mais fracas da argumentação de Descartes. Nas Meditações Descartes também argumentará a existência de Deus através da suposição de que o pensamento de Deus contém também sua existência; o pensamento que contém o próprio pensado. [editar] Aplicação do método nas ciências Descartes mostra, no penúltimo capítulo do Discurso, a aplicação prática do método a algumas questões científicas. Entre elas, destaca-se a descrição dos animais não-humanos como máquinas orgânicas complexas, marca do mecanicismo atribuído a Descartes. De fato, Descartes afirma que vários dos comportamentos do próprio ser humano são passíveis de explicações mecânicas. O que diferenciaria o ser humano dos demais animais seria a capacidade de responder criativamente ao meio, em especial através da linguagem. Trata-se de uma antecipação do famoso teste de Turing, usado para determinar a existência de inteligência com base na capacidade criativa de algo ou alguém. O Método, em seu aspecto de dividir, ordenar e classificar, é a base de muitos conceitos científicos que vieram a ser desenvolvidos nos anos subseqüentes, de grande importância para a humanidade: o sistema de coordenadas cartesiano, o cálculo, a geometria analítica e a disposição estatística em histogramas. A grande contribuição (para alguns, desastrosa) de Descartes para a ciência moderna está, efetivamente, na descaracterização de um mundo enquanto qualitativo e sua redução a um mundo puramente quantitativo. Do Discurso, conclui-se que Deus existe, assim como o eu pensante ou alma (res cogitans) e a matéria ou extensão (res extensa, isto é, o corpo - esta concessão ao realismo trouxe muitos problemas ao idealismo); tudo mais deve ser expresso em termos destas existências. [editar] Veja também * Epistemologia * Racionalismo * Dúvida hiperbólica * Gênio maligno [editar] Filósofos de inspiração cartesiana * Baruch Spinoza * Blaise Pascal * Nicolas Malebranche [editar] Bibliografia * MORENTE, Manuel García. Curso de