domingo, 1 de fevereiro de 2009
O ultimo imperador Romano
Império Romano
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Imperium Romanum [1]
Império Romano
Império
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27 a.C. – 476 d.C. →
→
Vexillum do Império Romano
Lema nacional
Senatus Populusque Romanus
(Senado e Povo de Roma)
Máxima extensão do Império Romano em 117 d.C.
Continente Europa
Capital Roma
(44 a.C. - 286 d.C.)
Constantinopla
(A partir de 330)
Língua oficial Latim, Grego
Religião Politeísmo romano e depois Cristianismo
Governo Autocracia
Imperador
• 27 a.C. – 14 d.C. Augusto
• 379 – 395 Teodósio I
• 475 — 476 Rômulo Augusto
Legislatura Senado Romano
Período histórico Antiguidade clássica
• Batalha de Áccio 31 a.C.
• Otávio é proclamado Augusto. 27 a.C.
• Diocleciano divide o Império entre Ocidente e Oriente 285
• Constantino I declara Constantinopla como a nova capital do Império. 330
• Morte de Teodósio o Grande selando a divisão entre Leste e Oeste. 395
• Rômulo Augusto é deposto. 476 d.C.
Área
• 25 a.C.[2][3] 2 750 000 km2
• 50[2] 4 200 000 km2
• 117[2] 5 000 000 km2
• 390 [2] 4 400 000 km2
População
• 25 a.C.[2][3] est. 56 800 000
Dens. pop. 20,7/km²
• 117[2] est. 88 000 000
Dens. pop. 17,6/km²
Moeda Denário, sestércio, soldo
O Império Romano é a fase da história da Roma Antiga caracterizada por uma forma autocrática de governo. O Império Romano sucedeu a República Romana que durou quase 500 anos (509 a.C. – 27 a.C.) e tinha sido enfraquecida pelo conflito entre Caio Mário e Sulla e pela guerra civil de Júlio César contra Pompeu.[4] Muitas datas são comumente propostas para marcar a transição da República ao Império, incluindo a data da indicação de Júlio César como ditador perpétuo (44 a.C.), a vitória do herdeiro de Otávio na Batalha de Áccio (2 de setembro de 31 a.C.), ou a data em que o senado romano outorgou a Otávio o título honorífico Augusto (16 de janeiro de 27 a.C.).[5]
Assim, Império Romano tornou-se a designação utilizada por convenção para referir ao estado romano nos séculos que se seguiram à reorganização política efectuada pelo primeiro imperador, César Augusto. Embora Roma possuísse colónias e províncias antes desta data, o estado pré-Augusto é conhecido como República Romana.
Os historiadores fazem a distinção entre o principado, período de Augusto à crise do terceiro século, e o domínio ou dominato que se estende de Diocleciano ao fim do império romano do ocidente. Durante o principado (do latim princeps, "primeiro"), a natureza autocrática do regime era velada por designações e conceitos da esfera republicana, manifestando os imperadores relutância em se assumir como poder imperial. No dominato (de dominus, "senhor"), pelo contrário, estes últimos exibiam claramente os sinais do seu poder, usando coroas, púrpuras e outros ornamentos simbólicos do seu status.
Índice [esconder]
1 A Organização Social
2 Roma antes do Império
2.1 As origens da cidade de Roma
2.2 A origem lendária
2.3 Monarquia Romana (753 a.C a 509 a.C)
2.4 República Romana (509 a.C a 27 a.C.)
3 O surgimento do Império
3.1 O reinado de Augusto
3.2 Fontes sobre a era de Augusto
4 Julio-Claudianos
5 Flavianos
6 Antoninos: Cinco bons imperadores
7 A crise do século terceiro (193 - 285)
7.1 Fim da Era Dourada (193 - 197)
7.2 Os Severos (193 - 235)
7.3 Anarquia militar: os imperadores-soldados (235 - 285)
7.3.1 Usurpadores e derrotas (244 - 253)
7.3.2 Valeriano e Galiano: Fragmentação e Derrota, Soluções para o Futuro (253 - 268)
7.3.3 Recuperação e estabilização (268 - 285)
8 Tetrarquia
9 O Império cristão
10 A divisão do Império
10.1 Constantinopla
10.2 Teodósio e o fim do império único
11 O fim do Império Ocidental
12 Cronologia
13 Ver também
14 Referências
15 Bibliografia
16 Ligações externas
[editar] A Organização Social
Estava dividida em patrícios, plebeus, clientes e escravos.
[editar] Roma antes do Império
[editar] As origens da cidade de Roma
Ver artigo principal: Fundação de Roma
Descobertas arqueológicas indicam que a área de Roma já era habitada em 1400 a.C..
Os antigos povos que habitavam a região do Lácio, nas proximidades de Roma, desenvolveram uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris. A sociedade, nesta época, era formada por patrícios (nobres proprietários de terras) e plebeus (comerciantes, artesãos e pequenos proprietários). O sistema político era a monarquia: a cidade era governada por um rei, originalmente de origem latina, porém os últimos reis do período monárquico foram de origem etrusca.
Os romanos deste período eram politeístas, venerando deuses semelhantes aos dos gregos (embora com nomes diferentes). Os gregos também influenciavam, juntamente com os etruscos, as primeiras formas de arte realizadas pelos romanos deste período.
[editar] A origem lendária
Ver artigo principal: Rômulo e Remo
Conforme a versão lendária da fundação de Roma, relatada em diversas obras literárias romanas, tais como a História de Roma, de Tito Lívio, e a Eneida, do poeta Virgílio, Enéias, príncipe troiano filho de Vénus, fugindo de sua cidade, destruída pelos gregos, chegou ao Lácio e se casou com uma filha de um rei latino.
Seus descendentes, Rómulo e Remo, filhos de Réia Sílvia, rainha da cidade de Alba Longa, com o deus Marte, foram jogados por Amúlio, rei da cidade, no rio Tibre. Mas foram salvos por uma loba que os amamentou, tendo em seguida encontrados por camponeses. Conta ainda a lenda que, quando adultos, os dois irmãos voltaram a Alba Longa, depuseram Amúlio e em seguida fundaram Roma, em 753 a.C.. A data tradicional da fundação (21 de abril de 753 a.C.[6]) foi convencionada bem mais tarde por Públio Terêncio Varrão, atribuindo uma duração de 35 anos a cada uma das sete gerações correspondentes aos sete mitológicos reis. Segundo a lenda, Rômulo matou o irmão e se transformou no primeiro rei de Roma.
A extensão do Império Romano em 133 a.C., em 44 a.C., em 14 d.C, e em 117 d.C..
[editar] Monarquia Romana (753 a.C a 509 a.C)
Ver artigo principal: Reino de Roma
A Realeza ou Monarquia romana é a expressão utilizada para definir o estado romano desde a sua fundação à queda da monarquia em 509 a.C., quando o último rei, Tarquínio, o Soberbo (último dos reis Tarquínios), foi expulso, instaurando-se a República Romana. A documentação desse período é precária, e até mesmo o nome dos reis são desconhecidos, citando-se apenas os reis lendários, apresentados nas obras de Virgílio ("Eneida") e Tito Lívio ("História de Roma").
[editar] República Romana (509 a.C a 27 a.C.)
Ver artigo principal: República Romana
República Romana (do latim res publica, "coisa pública") é a expressão utilizada por convenção para definir o Estado romano e suas províncias desde o fim do Reino de Roma em 509 a.C. (quando o último rei foi deposto) ao estabelecimento do Império Romano em 27 a.C..
[editar] O surgimento do Império
O centro de Roma durante o Império.O surgimento do Império veio como consequência do esforço de expansão crescente de Roma durante os séculos III e II a.C.. Segundo alguns historiadores, a população sob o domínio de Roma aumentou de 4 milhões em 250 a.C. para 60 milhões em 30 a.C., o que ilustra como Roma teve o seu poder ampliado nesse período, de 1.5% da população mundial, para 25%.
Nos últimos anos do século II a.C., Caio Mário transformou o exército romano num exército profissional, no qual a lealdade dos soldados de uma legião era declarada ao general que a liderava e não à sua pátria. Este facto, combinado com as numerosas guerras que Roma travou nos finais da República (Invasão dos Cimbros e Teutões, Guerras contra Mitrídates, rei do Ponto, entre outras, a culminar nas guerras civis do tempo de César e Augusto) favoreceu o surgimento de uma série de líderes militares (Lúcio Cornélio Sulla, Pompeu, Júlio César), que, apercebendo-se da força à sua disposição, começam a utilizá-la como meio de obter ou reforçar o seu poder político.
As instituições republicanas encontravam-se em crise desde o princípio do século I a.C., quando Sulla quebrou todas as regras constitucionais ao tomar a cidade de Roma com o seu exército, em 82 a.C., para se tornar ditador vitalício de seguida. Sulla resignou e devolveu o poder ao Senado Romano, mas no entanto o precedente estava lançado.
Júlio César (100-44 a.C.).Esta série de acontecimentos culminou no Primeiro Triunvirato, um acordo secreto entre César, Pompeu e Crasso. Tendo este sido desfeito após a derrota de Crasso em Carrhae (53 a.C.), restavam dois líderes influentes, César e Pompeu; estando Pompeu no lado do Senado, este declara César inimigo de Roma, ao que César respondeu, atravessando o Rubicão e iniciando a Guerra Civil. Tendo vencido Pompeu em Farsália (Agosto 48 a.C.) e as restantes forças opositoras em Munda (45 a.C.), tornou-se efectivamente a primeira pessoa a governar unipessoalmente Roma, desde o tempo da Monarquia. O seu assassinato pouco tempo depois (Março 44 a.C.), às mãos dos conspiradores liderados por Marco Júnio Bruto e Caio Cássio Longino, terminou esta primeira experiência de governo unipessoal do estado romano.
Por esta altura, já a República tinha sido decisivamente abalada, e após a derrota final dos conspiradores, o surgimento do Segundo Triunvirato, entre Octávio, Marco António e Lépido, e a sua destruição na Guerra Civil seguinte, culminando na decisiva Batalha de Áccio (31 a.C.), deixou Octávio como a única pessoa com poder para governar individualmente Roma, tornando-se efectivamente no primeiro imperador romano, fundando uma dinastia (Júlio-Claudiana) que só a morte de Nero (68 d.C.) viria a terminar.
A Batalha de Áccio, 2 de Setembro de 31 a.C..Uma vez que o primeiro imperador, César Augusto, sempre recusou admitir-se como tal, é difícil determinar o momento em que o Império Romano começou. Por conveniência, coloca-se o fim da República em 27 a.C., data em que César Augusto adquire este cognome e em que começa, oficialmente, a governar sem parceiros. Outra corrente de historiadores coloca o princípio do Império em 14 d.C., ano da morte de Augusto e da sua sucessão por Tibério.
Nos meios académicos, discutiu-se bastante a razão pela qual a sociedade romana, habituada a cerca de cinco séculos de república, aceitou a passagem a um regime monárquico sucessório. A resposta centra-se no estado endêmico de guerra civil que se vivia nos anos prévios a Augusto e no longo reinado de quarenta e cinco anos que se seguiu, notável pela paz interna. Com a esperança de vida média em cerca de quarenta e cinco anos, à data da morte de Augusto, o cidadão romano médio não conhecia outra forma de governação e estava já preparado para aceitar um sucessor.
[editar] O reinado de Augusto
Augusto (63 a.C.-14 d.C.).O reinado de Augusto é considerado por todos os historiadores como um período de prosperidade e expansão.[7] A nova estrutura política criada por Augusto designa-se por "principado", sendo o chefe do império designado por princeps civium (o primeiro dos cidadãos) e ao mesmo tempo princeps senatus (o primeiro do Senado). O termo princeps está na origem da palavra "príncipe", que não era o título do chefe do Estado. O título era César e foi este que Augusto e seus sucessores adoptaram.
Augusto era também comandante-chefe do exército e decidia a guerra ou a paz e auto-nomeou-se "tribuno por toda a vida". Augusto, que não era especialmente dotado para a estratégia, mas tinha bons generais como Agripa na sua confiança, anexou oficialmente o Egipto, que já estava sob domínio romano havia 40 anos, toda a península Ibérica, a Panónia, a Judeia, a Germânia Inferior e Superior e colocou as fronteiras do Império nos rios Danúbio e Reno, onde permaneceram por 400 anos.
O império que Augusto recebeu era vasto e heterogêneo, com várias línguas e vários povos. O grego era a língua mais falada nos territórios orientais, e o latim progredia pouco nestes territórios, mas nos territórios ocidentais era a língua mais falada. Augusto passou a tratar todos os habitantes do império como iguais e visitou várias zonas para verificar quais os problemas de cada província, assim estas floresceram e atingiram o máximo do seu desenvolvimento.
[editar] Fontes sobre a era de Augusto
Roma no tempo de Augusto.A era de Augusto é mais pobremente documentada que o período republicano que o precedeu. Enquanto Lívio escreveu sua magistral história durante o reinado de Augusto, e sua obra cobriu toda a história romana até 9 a.C., somente sumários sobreviveram de sua cobertura da República tardia e do período de Augusto. Importantes fontes primárias deste período incluem:
Res Gestae Divi Augusti, a autobiografia (quase que um testamento político) de Augusto;
Historiae Romanae de Veleio Patérculo, um trabalho desorganizado que permanece como os melhores anais do período de Augusto.
Controversiae e Suasoriae de Sêneca, o Velho.
Embora registros primários deste período sejam poucos, trabalhos de poesia, legislação e engenharia deste período suprem importantes visões da vida romana. Arqueologia (incluindo a arqueologia marítima), pesquisas aéreas, inscrições em edifícios e moedas, têm também fornecido evidências valiosas sobre a economia e condições sociais e militares.
Fontes secundárias da era de Augusto incluem Tácito, Dião Cássio, Plutarco, Suetônio com sua Vida dos Doze Césares. Flávio Josefo, com suas Antiguidades Judaicas é uma fonte importante para a Judéia, que se tornou província romana durante o reinado de Augusto.
[editar] Julio-Claudianos
Ver artigo principal: Dinastia Julio-Claudiana: Augusto, Tibério, Calígula, Cláudio, Nero
Os sucessores de Augusto são conhecidos como a Dinastia Julio-Claudiana (que inclui ele próprio), devido aos casamentos idealizados por ele entre a sua família, os Julii, e os patrícios Claudii. Nos primeiros anos do reinado de Tibério, não houve grandes mudanças políticas ou organizativas em relação aos princípios estabelecidos por Augusto. No entanto, com o passar do tempo, a instabilidade surgiu dentro da própria família imperial. Tibério tornou-se paranóico com possíveis conspirações e tentativas de golpe de estado, chegando, em 26, a retirar-se para a ilha de Capri de onde governou por procuração até ao fim da vida. Em consequência, mandou matar ou executar grande parte da sua família e senadores de destaque, provocando uma sensação de desconforto generalizada. O seu sucessor Calígula cresceu neste ambiente e mostrou-se um imperador igualmente instável. As perseguições tornaram-se norma e durante estes reinados muitas das famílias tradicionais romanas chegaram ao fim devido a assassinatos e execuções que se prolongaram pelos reinados de Cláudio e Nero. Em 68, a classe política tinha chegado ao limite de resistência a tanta insegurança política. Depois de alguns erros estratégicos graves e de ter arruinado as finanças do estado em aventuras como a construção do seu palácio dourado, Nero é declarado um inimigo do estado e declarado fora da lei. Fugindo de Roma acompanhado apenas pelo seu secretário, o imperador acaba por se suicidar antes de ser apanhado pela guarda pretoriana que ia em seu encalço. Com a sua morte, desaparecia a dinastia Julio-Claudiana e Roma acabaria por encontrar alguma estabilidade política, mas não imediatamente, como se verá mais em baixo.
Do ponto de vista organizativo, como já se disse, pouco mudou em relação ao estabelecido por Augusto. Apenas Cláudio introduziu algumas reformas e procurou a prosperidade do império, talvez porque à data da sua ascensão ao trono era já um homem maduro. Cláudio foi ainda o responsável pela iniciativa da invasão romana das ilhas britânicas em 43, que se saldou pela adição de mais uma província ao império. Em 64, durante o reinado de Nero, Roma foi consumida por um violento incêndio (do qual o próprio imperador é muitas vezes erroneamente considerado culpado) e começaram as perseguições aos cristãos. Os Julio-Claudianos foram eficazes em espalhar o culto imperial. Alguns deles, como Cláudio, foram deificados durante a sua vida e elevaram à dignidade divina muitos dos seus familiares (alguns subsequentemente assassinados).
[editar] Flavianos
Ver artigos principais: Dinastia Flaviana, Ano dos quatro imperadores: Vespasiano, Tito, Domiciano.
Depois do suicídio de Nero, Sérvio Sulpício Galba, um velho senador pertencente aos Sulpicii, uma velha família aristocrática, torna-se imperador por nomeação senatorial. O seu reinado não começou bem. Durante a viagem da Hispânia para Roma, Galba não hesitou em espalhar o caos e a destruição pelas cidades que não lhe prestaram honras imperiais de imediato. Em Roma, substituiu grande parte das chefias militares e depressa se revelou tão paranóico como os seus antecessores. A sua recusa em conceder os prémios monetários às legiões e guarda pretoriana que o apoiaram serviu de impulsionador à organização de um golpe de estado e, em Janeiro de 69, Galba foi assassinado pelos pretorianos no Fórum, juntamente com o seu sucessor designado. Em Roma, saudou-se Marco Sálvio Otão como novo imperador, mas no Reno as legiões aclamaram Aulo Vitélio que de imediato iniciou a marcha para Roma. Em Abril, Vitélio derrota Otão e torna-se o único imperador, embora pouco tempo depois o exército estacionado na Judeia aclamasse o seu comandante Vespasiano como imperador. Durante a segunda metade do ano, todas as províncias foram-se declarando por Vespasiano e Vitélio perdeu terreno. Finalmente, a 20 de Dezembro, as tropas de Vespasiano entraram em Roma e assassinaram Vitélio. Vespasiano tornou-se então o único imperador e deu início à dinastia Flaviana.
Uma das mais notáveis obras de engenharia clássica, o Coliseu de Roma, mandado erigir por Vespasiano, serviu para inúmeros espectáculos, incluindo dramatizações de batalhas navais.Vespasiano mostrou ser um imperador responsável e razoável em comparação aos excessos perpetrados pelos Julio-Claudianos. Apesar de ser um autocrata que pouca ou nenhuma importância política dava ao senado, Vespasiano procurou reorganizar o exército, as finanças do estado e a sociedade romana. Aumentou os impostos, mas erigiu grandes obras, como o Coliseu de Roma conhecido na altura como Anfiteatro Flaviano. Como antigo governador e general, Vespasiano sabia qual o melhor para as províncias e como manter o exército satisfeito, tudo condições indispensáveis para a estabilidade de um reinado. O seu filho, Tito Flávio, sucedeu-lhe em 79. Prometia ser um imperador à altura do seu pai, mas o seu breve reinado foi marcado por catástrofes. A 24 de Agosto do mesmo ano, o vulcão Vesúvio destruiu as cidades de Pompeia e Herculano e, em 80, Roma foi de novo consumida por um incêndio. Em 81, Tito é sucedido pelo irmão Domiciano, que haveria de se mostrar pouco à altura das capacidades dos seus familiares. Assim, tal como na dinastia Julio-Claudiana, o que começou por ser um período de prosperidade, depressa caiu em instabilidade política. Domiciano revelou-se tão paranóico como Calígula ou Nero e as atrocidades do seu reinado valeram-lhe o epíteto de pior imperador de todos os tempos.
Quando em 96 Domiciano é assassinado, Roma encontra-se bastante céptica quanto à validade do modelo dinástico e a sucessão imperial evoluiu para o conceito do mais apto. Esta mudança deu origem ao período dos cinco bons imperadores.
[editar] Antoninos: Cinco bons imperadores
Ver artigos principais: Os cinco bons imperadores: Nerva, Trajano, Adriano, Antonino Pio, Marco Aurélio.
Nesta foto as províncias do Império romano em quase toda sua extensão máxima (governo de Trajano).
Agora, nesta foto, as províncias do Império Romano em sua máxima extensão (governo de Trajano).
O Império Romano sob Adriano.Depois do assassinato de Domiciano, o senado nomeou Nerva como imperador romano. Apesar de ser já de meia idade e de não ter descendentes, Nerva era um homem considerado capaz, quer do ponto de vista militar quer do ponto de vista administrativo, mas sobretudo racional e confiável. A falta de filhos revelou ser uma vantagem, pois a sua sucessão foi determinada pelo valor do candidato e não por critérios familiares — embora já Trajano tenha sido formalmente adoptado por Nerva. Trajano, Adriano e Antonino Pio seguiram a mesma política de nomear o sucessor mais apto, o que resultou num período de estabilidade conhecido como os cinco bons imperadores. Durante o reinado destes cinco homens, Roma prosperou e atingiu o seu pico civilizacional, ao ponto de alguns analistas defenderem que o nível civilizacional alcançado durante este período só foi novamente alcançado na Inglaterra do século XVIII. Trajano foi o responsável pela extensão máxima do Império em 117, ao estender a fronteira oriental até incluir a Mesopotâmia na alçada de Roma. O seu sucessor, Adriano, soube manter a enorme área do império e reconhecer que não valia a pena estendê-lo mais. Deu as conquistas por terminadas e construiu a muralha de Adriano no Norte de Inglaterra como símbolo do fim do Império. Este período de manutenção, por oposição à conquista, ficou conhecido como a Pax Romana.
O ciclo de prosperidade terminou quando Marco Aurélio designou, para sucessor, não o homem mais apto, mas o seu filho Cómodo, que se sabia pouco à altura do seu pai e seus antecessores. Como na dinastia Julio-Claudiana (Nero) e Flaviana (Domiciano), um período de prosperidade foi seguido por uma governação errática por um homem paranóico, neste caso Cómodo, que incentivaria a revolta dos seus súbditos. Cómodo foi assassinado em 192, mas o Império caiu numa grave crise dinástica e social.
O mapa de Ptolomeu, reconstituído da sua obra Geographia (ca. 150 d.C.), indicando as nações "Serica" e "Sinae" (China) à direita, além da ilha Taprobana (Sri Lanka) e a "Aurea Chersonesus" (península do Sueste Asiático).
[editar] A crise do século terceiro (193 - 285)
Ver artigo principal: crise do século terceiro
O fim do século II foi marcado por mais uma guerra civil de sucessão. Septímio Severo acabou por assegurar a coroa imperial e levar o Império para um breve período de estabilidade. Os seus sucessores, no entanto, não tiveram a mesma sorte. Entre a morte de Severo em 211 e o início da tetrarquia em 285, o Império teve 28 imperadores, dos quais apenas 2 faleceram por causas naturais (de peste). Contemporaneamente, estão registados 38 usurpadores romanos, dos quais muitos se tornaram imperadores de pleno direito. Para além da crise política endémica, o século III foi marcado pelo início das invasões dos povos bárbaros que habitavam as zonas fronteiriças do Império.
[editar] Fim da Era Dourada (193 - 197)
O reinado de Cómodo foi marcado por vários excessos, tendo sido terminado pelo seu assassinato a 31 de Dezembro de 192; foi sucedido pelo seu prefeito do pretório, Pertinax, um homem de origem humilde e que, ao fim de escassos três meses como imperador, acabou por sua vez por morrer às mãos dos pretorianos. Seguiu-se uma situação caricata, em que a Guarda Pretoriana pôs o Império em leilão, tendo este sido ganho por Dídio Juliano, ao oferecer um donativum maior (193).
A situação não durou muito, pelo que nas províncias vários generais se declararam eles próprios imperadores (Clódio Albino na Gália, Pescénio Niger na Síria e Septímio Severo na Panónia), tendo sido Severo quem ganhou após alguns anos de guerra civil (197).
[editar] Os Severos (193 - 235)
Septímio Severo (146-211).Tendo-se tornado imperador, Septímio Severo tornou o Império efectivamente numa monarquia militar, em mais um passo na direcção do Dominato; teve dois filhos, Caracala e Geta que, após a sua morte (211), degladiaram-se entre si, tendo Caracala assassinado Geta (Dezembro de 211).
Caracala tornou-se desconfiado, tendo favorecido os soldados; foi morto por um membro da sua guarda, presumivelmente a mando do seu prefeito do pretório, Macrino, o qual se declarou imperador (217). Uma irmã da mulher de Septímio Severo, Júlia Maesa, conseguiu subornar uma legião e fazer com que declarassem o seu neto Heliogábalo, na verdade primo de Caracala, como seu filho e verdadeiro sucessor, tendo a revolta sido bem sucedida e Macrino morto (218).
O reinado de Heliogábalo foi marcado por excessos que levaram a que a sua avó mudasse o seu apoio para um primo, Alexandre Severo e que Heliogábalo e sua mãe fossem mortos (Março de 222).
Sob Alexandre Severo o império prosperou mas começaram os primeiros problemas: invasão dos persas sassânidas (233), invasões de povos germânicos e o imperador, que preferia negociar a paz em troca de tributo do que travar a guerra, foi morto na Mogúncia (Março(?) de 235), junto com a sua mãe, por tropas revoltadas ao verem tanto ouro ser dado aos bárbaros.
[editar] Anarquia militar: os imperadores-soldados (235 - 285)
Evolução territorial do Império RomanoDurante os próximos 50 anos, o Império iria sofrer usurpações, derrotas e fragmentação; imperadores seriam assassinados, mortos em batalha ou pelos seus rivais, num desespero para encontrar uma solução e por fim, surgiria o Dominato, a monarquia absoluta, a qual removeria os poucos traços republicanos que Roma ainda conservava, por forma a dar ao império um último fôlego.
Após a morte de Alexandre Severo, o império caía uma vez mais nas mãos dos generais. Maximino, o Trácio é proclamado imperador pelas tropas e durante três anos prossegue com a guerra, devastando os povos germânicos; como este esforço militar exigia muito dinheiro, começaram a aumentar os abusos por parte dos funcionários imperiais em relação aos impostos. Em África esses abusos foram notórios e provocaram uma revolta (238). Proclamaram imperador o senador Gordiano, o qual associou o seu filho, Gordiano II, tendo o senado de Roma reconhecido a nomeação; Gordiano II foi morto numa batalha, e Gordiano I suicidou-se ao saber da notícia. Maximino Trácio, ao tentar dirigir-se a Roma para suprimir a revolta, deparou-se com resistência inesperada por parte da cidade de Aquileia, e os seus soldados, furiosos, mataram-no. O neto de Gordiano, Gordiano III, foi proclamado imperador e aceite por todos.
Entretanto a situação do império complicava-se. No Oriente, começa uma guerra contra os sassânidas; Gordiano III enfrenta-a, mas morre em batalha ou é morto durante a retirada (244). O seu prefeito do pretório, Filipe, proclama-se imperador.
[editar] Usurpadores e derrotas (244 - 253)
Filipe celebra o milénio de Roma (247) com pompa e fausto. Mas a situação volta a piorar. Generais nas províncias revoltam-se e proclamam-se imperadores. Ao tentar lidar com um deles, Décio, o comandante que Filipe despachara para lidar com a revolta, é por sua vez proclamado imperador; defronta Filipe em batalha e este é morto pelas tropas (249).
O novo imperador adoptou uma política dura e conservadora como forma de lidar com os problemas do Império; assim, perseguiu os cristãos e travou guerra contra os godos, na qual acabaria por ser derrotado e morto (251). Outros usurpadores ocuparam brevemente o trono durante este tempo. Em 253, Valeriano I ascenderia por sua vez ao trono e, com ele, o Império iria descer ao seu ponto mais baixo.
[editar] Valeriano e Galiano: Fragmentação e Derrota, Soluções para o Futuro (253 - 268)
Moeda cunhada por Valeriano I.Valeriano I associa ao trono o seu filho Galiano, atribuindo-lhe a parte ocidental do império e reservando para ele a parte oriental. Durante este tempo, o império estava a ser invadido por vários povos, nomeadamente godos e alamanos, e ao mesmo tempo surgiam usurpadores. Em 258, Póstumo declara-se imperador na Gália, dando origem assim ao Império das Gálias, ao qual Galiano, demasiado fraco, não pode opôr-se com eficácia. No Oriente, os persas avançaram, com alguma resistência de Valeriano no início, mas com o Exército Romano dizimado pela peste, tenta negociar a paz com rei sassânida Shapur I, apenas para se ver aprisionado, humilhado e mais tarde morto (260).
O seu filho Galiano tenta manter a notícia da captura e morte do seu pai um segredo, mas apenas o consegue durante um ano; por esta altura, desencadeia-se uma sequência de usurpações, em parte como resposta local às situações de necessidade perante as invasões, em parte como tentativa de dar solução aos problemas. Galiano, demasiado ocupado a derrotar usurpadores e invasores diversos, deixa que, no Ocidente, o Império das Gálias se desenvolva, e no Oriente, que o reino de Palmira se apodere de território romano, mas que Roma já não está em condições de defender.
Aos poucos, a situação vai melhorando: Galiano consegue ir derrotando ou ver assassinados sucessivamente os seus rivais, reforma o exército e consegue uma grande vitória contra os bárbaros (268) antes de ser assassinado; no Oriente, o reino de Palmira, inicialmente sob o comando de Odenato, e mais tarde, da sua viúva, Zenóbia, consegue deter os persas, mas apoderando-se cada vez mais de território romano. Caberá aos sucessores de Galiano recuperarem e reunificarem o Império pela primeira vez em 15 anos.
[editar] Recuperação e estabilização (268 - 285)
A recuperação do Império veio por fases: Cláudio II, o sucessor de Galiano, começa por infligir uma grande derrota aos godos (270) mas, atingido pela peste, morre antes de poder restaurar o Império. Aureliano, o seu sucessor, será mais bem sucedido. Em 4 anos, reincorpora no Império as Gálias e derrota Zenóbia, recuperando assim o Oriente. Sinal dos tempos, dota Roma da sua primeira muralha desde as invasões Gaulesas que haviam ocorrido já fazia mais de 650 anos. Administrador duro e competente, estaria prestes a iniciar uma guerra contra os Persas, quando é assassinado (275); com ele, pela primeira vez, os imperadores romanos são adorados como deuses em vida.
Após alguns anos, em que o Império mergulha uma vez mais na anarquia e na invasão, surge um novo e eficaz imperador, Probo (276-282), que consegue estabilizar a situação. Após o seu assassínio e os breves reinados de Caro e dos seus filhos, eis que surge o homem que irá enfim pôr ordem no império, Diocleciano (285).
[editar] Tetrarquia
Ver artigo principal: Tetrarquia
Os tetrarcas, uma escultura porfíria, saqueada de um palácio Bizantino em 1204, tesouro de São Marcos, Veneza.A Tetrarquia foi um sistema de governo criado pelo imperador romano Diocleciano, como forma de resolver sérios problemas militares e econômicos do império romano.
Diocleciano dividiu o seu poder sobre o império entre os sectores orientais (pars Orientis) e ocidentais (pars Occidentis). Manteve o controle pessoal do sector leste e o seu colega Maximiano controlou o ocidente. Diocleciano não dividiu propriamente o poder com seu companheiro de armas Maximiliano, pois, na realidade, Diocleciano estava colocado em posição superior à de Maximiliano. A partir daí, o Império passou a ter dois Augustos, cada qual com exército, administração e capital próprios, embora Diocleciano continuasse a ser o chefe do Estado, representando a unidade do mundo romano.
Em 305, Diocleciano retirou-se à vida privada e induziu Maximiano a fazer o mesmo.[8]
[editar] O Império cristão
As divisões administrativas do Império Romano em 395, sob Teodósio I.O Império Romano passou a tolerar o cristianismo a partir de 313 d.C., com o Édito de Milão,[9] assinado durante o império de Constantino I (do Ocidente) e Licínio (do Oriente), no mesmo dia em que ocorreu o casamento de Licínio com Constantia, irmã do imperador da porção oriental do Império. Com este édito, o Cristianismo deixou de ser proibido e passou a ser uma das religiões oficiais do Império.
O Cristianismo tornou-se a única religião oficial do Império sob Teodósio I (379-395 d.C.) e todos os outros cultos foram proibidos.[10] Inicialmente, o imperador detinha o controle da Igreja. A decisão não foi aceita uniformemente por todo o Império; o paganismo ainda tinha um número muito significativo de adeptos. Uma das medidas de Teodósio I para que sua decisão fosse ratificada foi tratar com rigidez aqueles que se opuseram a ela. O massacre de Tessalônica devido a uma rebelião pagã deixa clara esta posição do imperador. Um dos conflitos entre a nova religião do Império e a tradição pagã consistiu na condenação da homossexualidade, uma prática comum na Grécia antes e durante o domínio romano.
[editar] A divisão do Império
[editar] Constantinopla
O centro administrativo do império tendia a voltar-se mais para o Oriente, por múltiplas razões. Primeiro pela necessidade de defesa das fronteiras orientais; depois porque o oriente havia se tornado a parte econômica mais vital do domínio romano; por fim Roma era uma cidade rica de vestígios pagãos, o que agora era inconveniente num império cristão: seus edifícios, sua nobreza senatorial, apegada à religião tradicional. Assim Constantino decretou a construção de uma nova capital, nas margens do Bósforo, onde havia a antiga fortaleza grega de Bizâncio, num ponto de grande importância estratégica, nas proximidades de dois importantes setores da limes: a região do baixo Danúbio e a fronteira do Império Sassânida. A nova cidade, que recebeu o nome de Constantinopla, isto é, "cidade de Constantino", foi concebida como uma "nova Roma" e rapidamente tornou-se o centro político e econômico do Império. Sua criação teve repercussões também no plano eclesiástico: enquanto em Roma a Igreja Católica adquiriu mais autoridade, em Constantinopla o poder civil controlou a Igreja. O bispo de Roma pôde assim consolidar a influência que já possuía, enquanto em Constantinopla o bispo baseava seu poder no fato de ser bispo da capital e no fato de ser um homem de confiança do Imperador.[11]
[editar] Teodósio e o fim do império único
Teodósio foi o último imperador a reinar sobre todo o império.[12] Após sua morte em 395, seus dois filhos Arcádio e Honório herdaram as duas metades: Arcádio tornou-se governante no Oriente, com a capital em Constantinopla, e Honório tornou governante no Ocidente, com a capital em Mediolanum (atual Milão), e mais tarde em Ravenna. O estado romano continuaria com dois diferentes imperadores no poder até o século V, embora os imperadores orientais se consideravam governantes do todo. O latim era usado nos documentos oficiais tanto, se não mais, que o grego. As duas metades eram nominalmente, cultural e historicamente, se não politicamente, o mesmo estado.
[editar] O fim do Império Ocidental
Ver artigo principal: Queda do Império Romano
O Império Romano do Ocidente sofreu invasão dos povos bárbaros (qualquer povo cuja língua não fosse o latim) e, já enfraquecido internamente, caiu em 476 com a deposição do imperador Rômulo Augústulo. Outros reis estabeleceram-se em Roma, embora não mais usassem o título de "Imperador Romano". O Império Oriental, com capital em Constantinopla, continuou a existir por quase mil anos, até 1453.
[editar] Cronologia
Ver artigo principal: Cronologia da Roma Antiga
[editar] Ver também
Imperador romano
Lista de imperadores romanos
Império Gaulês - Lista de imperadores gauleses
Império Bizantino – Lista de imperadores bizantinos
Outros tópicos relacionados com Roma Antiga
Em Portugal (Lusitânia e parte da Gallaecia):
Nomes romanos das cidades portuguesas
Viriato
[editar] Referências
↑ Outras possibilidades são Res publica e Romania. Res publica, como um termo denotando a comunidade romana em geral, pode referir-se tanto à era republicana como à era imperial, enquanto Império Romano é usado para denotar a extensão territorial da autoridade romana. O termo tardio Romania, que foi mais tarde usado para o Império Bizantino, aparece em fontes gregas e latinas do quarto século em diante. (Ver Wolff, R.L. Romania: The Latin Empire of Constantinople. In: Speculum, 23 (1948), pp. 1-34 (pp. 2-3).)
↑ 2,0 2,1 2,2 2,3 (1979) "Size and Duration of Empires: Growth-Decline Curves, 600 B.C. to 600 A.D.". Social Science History 3. DOI:10.2307/1170959.
↑ John D. Durand, Historical Estimates of World Population: An Evaluation, 1977, págs. 253-296.
↑ Durante estas lutas, centenas de senadores morreram, e o Senado Romano foi renovado com legalistas do Primeiro Triunvirato e depois do Segundo Triunvirato.
↑ Otávio Augusto oficialmente proclamou ter salvo a República Romana e cuidadosamente disfarçou seu poder sob formas republicanas: cônsules continuaram a ser eleitos, tribunos dos plebeus continuaram a servir a justiça, e senadores ainda debatiam na cúria romana. Porém, era Otávio, e cada um de seus sucessores após ele, quem influenciava tudo e controlava as decisões finais e, em última análise, tinha as legiões para garanti-lo, caso fosse necessário.
↑ JANNUZZI, Giovanni. Breve historia de Italia. 1.ed. Buenos Aires: Letemendía, 2005. 80 p. p. 1 v. v. 1. ISBN 987-21732-7-3
↑ Suetônio: A vida dos doze Césares – Augusto. Universidade de Chicago, 2006. Consultado em 09/03/2008. (em inglês) (em latim),
↑ GAETA, Franco; VILLANI, Pasquale. Corso di Storia: per le scuole medie superiori. 1.ed. Milão: Principato, 1986. 323 p. 1 v. v. 1.
↑ World History Database (inglês). Página visitada em 4/10/08, 2008.
↑ World History Database (inglês). Página visitada em 4/10/08, 2008.
↑ GAETA, Franco; VILLANI, Pasquale. Corso di Storia: per le scuole medie superiori. 1.ed. Milão: Principato, 1986. 323 p. 1 v. v. 1.
↑ A história do declínio e queda do império romano - Projeto Gutemberg. Baseado no Rev. H.H. Milman – Edição de 1845. Consultado em 11/03/2008. (em inglês)
[editar] Bibliografia
Gibbon, Edward, A história do declínio e queda do império romano, 1776.
Heather, Peter. The Fall of the Roman Empire, 2005, ISBN 0-330-49136-9
[editar] Ligações externas
História Ilustrada do Império Romano (em inglês)
Biblioteca Romana de Leis - Yves Lassard, Alexandr Koptev (em inglês)
Banco de dados da História Mundial – História do Império Romano (em inglês)
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Quando a Igreja foi Ameaçada (século 18)
[< O poder dos papas vinha naufragando desde a Revolução Francesa, em 1789. Na época, a razão começava a reinar sobre a fé, e os Estados modernos estavam dispostos a separar a religião das política. Durante o século 19, as propriedades da Igreja foram saqueadas e seus territórios viviam sob constante ameaça. Em 1809, o imperador francês Na´poleão Bonaparte (1769-1821) chegou a sitiar o Vaticano e prender Pio VII (1742-1823). Na tentativa de diminuir o poder do catolicismo na França, ele manteve o pontífice confinado durante mais de quatro anos.
Napoleão foi derrotado em 1815, mas o processo de unificação da Itália botou as terras da Igreja novamente em risco. Em 1860, o rei piemontês Vitório Emanuel II (1820-1878) já controlava quase todos os domínios papais do centro da Itália. Nessa época, surgiram duas correntes dentro da Santa Sé. Uma delas insistia no poder papal absolutista: a outra queria repartir esse poder com Igrejas nacionais independentes de Roma. A primeira alternativa levou a melhor no Concílio Vaticano I. A Igreja proclama, em texto de 1870, o dogma do papa incontestável e infalível. Os líderes nacionalistas logo deram o troco. Na Alemanha , na Bélgica e na Suíça, ordens religiosas foram expulsas pelos governos locais e o ensino ficou nas mãos do Estado. Na Itália, manifestantes protestaram durante o cortejo fúnebre de Pio IX (1792-1878) e só não jogaram o caixão no rio Tibre por que os seguranças agiram rápido e salvaram o cadáver do papa.( parte do texto da reista Aventuras na historia 67 fevereiro 2009.pg.32)
Relogio Mecanico
invenção do relógio mecânico.
por admin_antonio — Última modificação 18/11/2007 15:43
Contribuidores: Fernando J. da Paixão
Creative Commons
Um breve resumo da invenção do relógio mecânico.
A invençao do relógio mecânico revolucionou a medida do tempo. Devemos a sua invenção a um holandes chamado de Cristhian Huygens. A utilidade desta invenção é fácil de se perceber hoje. A maioria das pessoas posuem um relógio, vocês já prestaram a atenção nisto, e é muito superior aos relógios anteriores.
O primeiro relógio que falamos foi a própria Terra, com o dia. Este relógio é adequado para medir o ano, as fases da lua, as estações do ano, mas se você quizer medir o tempo que você gasta para sair de casa até chegar na escola, ou quanto tempo gasta numa refeição, o dia não serve porque você termina e o dia é mesmo. Fica apenas uma informação é menor do que um dia.
Isto levou as pessoas a pensarem como fazer outros relógios tais como o solar, o de agua e a ampulheta. Isto melhorou, mas não era tão prático como os relógios mecânicos. O de sol era adequado para determinar as horas, o de água ou eram pequenos e eram úteis para intervalos de tempo pequeno ou eram grandes e estavam fixos. Você pode apreciar um relógio de água chinês e outro construido na Espanha.
Os primeiros relógios mecânicos parecem ter surgido no final do século XIII. Na Divina Comedia do escritor italiano Dante Alighieiri ele cita o relógio o que indica que os relógios mecânicos começaram a ser feitos no início do século XIV.
A figura acima é de um relógio mecânico feito por um relojoeiro italiano chamado Giovanni di Dondi, o seu pai, Jacopo di Dondi construiu o primeiro relógio de torre na cidade Pádua no ano de 1344. Por incrivel que possa parecer muito deste relógio permeceu até os relógios elétricos. As engrenagens servem para contar e movimentar o ponteiro do relógio. Os pesos servem para movimentar o relógio.
século 20
até século 6º século 6º até 16 século 16 até 18 século 18 século 19 século 20
Século 20 (d.C.)
Vacinação obrigatória gera distúrbios no Rio de Janeiro
(Brasil) 1904
1905
Einstein anuncia a Teoria da Relatividade (ciência)
Santos Dumont voa com
o 14 Bis (tecnologia) 1906
1907
Auguste Lumière inventa a fotografia colorida (tecnologia)
Picasso e Braque inventam o cubismo (artes plásticas)
Marinetti publica o Manifesto Futurista (literatura) 1909
1910
Revolução Mexicana
(conflito)
Revolta da Chibata eclode
no Rio (Brasil)
Ford desenvolve a linha de produção nas suas fábricas (tecnologia) 1913
1914
Começa a Primeira Guerra Mundial, na Europa
(guerra)
Griffith filma O Nascimento de Uma Nação, primeiro longa-metragem com características modernas (cultura) 1915
1917
Começa a Revolução Russa (política)
Greve operária pára São Paulo (Brasil)
Fim da Primeira Guerra Mundial, com a derrota da Alemanha e seus aliados (guerra) 1918
1919
Assinatura do Tratado de Versalhes (política)
Fundação das Ligas das Nações (política)
Mussolini chega ao poder na Itália (política)
Realização da Semana de Arte Moderna em São Paulo (Brasil) 1922
1924
São Paulo sofre bombardeamento aéreo durante a revolta tenentista de 1924 (conflito)
Começa a Coluna Prestes (conflito)
Hirohito torna-se imperador do Japão (política) 1926
1927
Lindenberg realiza a primeira travessia áerea do Atlântico (tecnologia)
Getúlio Vargas é eleito presidente do Rio Grande do Sul (Brasil)
Stálin assume o poder na União Soviética (política) 1928
1929
Quebra da Bolsa de
Nova York
Revolução de 1930 marca o início da Era Vargas
(Brasil) 1930
1932
Franklin Roosevelt torna-se presidente dos EUA (política)
Início da Guerra do Chaco, entre Paraguai e Bolívia (guerra)
Salazar torna-se presidente do Conselho em Portugal (política)
Revolta Constitucionalista, em São Paulo (Brasil, conflito)
New Deal tem início nos EUA (política)
Hitler torna-se o 1° ministro alemão (política ) 1933
1936
Guerra Civil Espanhola (guerra)
Roosevelt é reeleito (política)
Primeira transmissão televisiva, na Inglaterra (tecnologia)
Japoneses ocupam Pequim, Xangai e Nanquim (guerra)
Picasso pinta Guernica
(artes plásticas)
Instalação do Estado Novo (Brasil) 1937
1939
Hitler invade a Polônia: começa a Segunda Guerra Mundial (guerra)
Paris é ocupada pelos alemães (guerra) 1940
1941
Ataque japonês a Pearl Harbour precipita a entrada dos EUA na Guerra (guerra)
Brasil entra na Segunda Guerra (guerra) 1942
1944
Desembarque aliado na Normandia ( Dia D)
Morte de Roosevelt coloca Truman na presidência (política)
Fim da guerra na Europa, em 8 de maio (guerra)
EUA explodem bombas atômicas no Japão
(guerra)
Capitulação do Japão, no dia 15 de agosto (guerra)
Vargas renuncia à presidência (política)
1945
1946
Péron é eleito na Argentina (política)
EUA lançam o Plano Marshall (política)
Indepêndencia da Índia e Paquistão (política) 1947
1948
Criação do Estado de Israel (política)
Soviéticos explodem sua primeira bomba atômica (tecnologia)
China torna-se comunista (política)
Simone de Beauvoir lança O Segundo Sexo (filosofia)
Assinado o Tratado do Atlântico Norte
(Otan) (política) 1949
1950
Começa a Guerra da Coréia (guerra)
Vargas é eleito presidente (Brasil)
Primeiro computador comercial, UNIVAC I, é lançados nos EUA (tecnologia) 1951
1954
Vargas comete suicídio (Brasil)
Começa a Guerra do Vietnã (guerra) 1955
1957
União Soviética dá largada à corrida espacial, lançando o Sputnik (tecnologia)
Castro lidera a Revolução Cubana (política) 1959
1960
Kubitschek inaugura Brasília (Brasil)
Janio Quadros renuncia à presidência (Brasil) 1961
1962
Crise dos mísseis envolve EUA, União Soviética e Cuba (política)
Kennedy é assassinado nos EUA (política) 1963
1964
João Goulart é deposto do poder pelos militares
(Brasil)
Começa a Revolução Cultural na China (política) 1966
1968
Protestos estudantis em vários países (conflito)
Homem chega à Lua (tecnologia) 1969
1973
Allende é derrubado por Pinochet no Chile (política)
Richard Nixon renuncia (política) 1974
1981
Cientistas isolam o vírus da AIDS (ciência)
Internet é criada
(tecnologia) 1983
1985
Tancredo Neves morre após eleição (Brasil)
Queda do muro de Berlim (política)
Collor é eleito presidente (Brasil) 1989
1991
Fim da União Soviética (política)
Collor renuncia (Brasil) 1992
1994
Fernando Henrique Cardoso é eleito presidente (Brasil)
Cientistas escoceses produzem clone de uma ovelha (tecnologia) 1999
2000
Bug do ano 2000 (tecnologia
século 19
até século 6º século 6º até 16 século 16 até 18 século 18 século 19 século 20
Século 19 (d.C.)
Thomas Jefferson é eleito presidente, nos EUA (política) 1801
1803
Inglaterra declara guerra contra a França de Napoleão (guerra)
Jefferson compra da França o território da Louisiana, duplicando o tamanho dos EUA (política)
Haiti torna-se o segundo país independente da América (política) 1804
1805
Batalha de Trafalgar, com vitória da esquadra inglesa (guerra)
França declara o Bloqueio Continental contra a Inglaterra, mas Portugal não adere (política) 1806
1808
Começam os movimentos de independência nas colônias espanholas sul-americanas (política)
Corte portuguesa chega ao Brasil fugindo de Napoleão; abertura dos portos brasileiros (Brasil)
No exílio em Londres, Hipólito da Costa publica o "Correio Brasiliense", primeiro jornal brasileiro (Brasil)
Goya começa a pintar Os Desastres da Guerra, retratando a ocupação napoleônica na Espanha (artes plásticas) 1810
1811
Paraguai e Venezuela tornam-se independentes (política)
EUA declaram guerra à Inglaterra (guerra) 1812
1814
Napoleão abdica do poder (política)
Stephenson inventa a locomotiva a vapor (tecnologia)
Napoleão retorna, mas sofre derrota definitiva em Waterloo (guerra)
Brasil torna-se Reino Unido a Portugal e Algarves (Brasil) 1815
1816
Argentina declara independência (política)
Estoura a Revolução Pernambucana (Brasil) 1817
1818
Mary Shelley publica Frankenstein (literatura)
Primeira iluminação urbana, em Londres (tecnologia) 1820
1821
México torna-se independente (política)
Hegel publica Fundamentos da Filosofia do Direito (filosofia)
Independência do Brasil (Brasil) 1822
1823
EUA declaram a Doutrina Monroe (política)
Peru independente (política)
Beethoven compõe a Nona Sinfonia (cultura)
Promulgada a 1a. Constituição brasileira
(Brasil) 1824
1825
Guerra entre Brasil e Argentina pela província Cisplatina (Uruguai) (guerra)
Revolução liberal na França (política) 1830
1831
D. Pedro 1° abdica do trono (Brasil).
A Guerra dos Farrapos irrompe no Rio Grande do Sul, contra o governo federal (Brasil)
Revolta dos malês na Bahia (Brasil) 1835
1840
Começam as Guerras do Ópio na China (guerra)
D. Pedro 2° assume o poder moderador (Brasil) 1843
1846
Início da guerra entre México e EUA (guerra)
Anestesia é usada pela primeira vez em hospital (tecnologia)
Revoluções se alastram na Europa (conflito)
Marx e Engels publicam O Manifesto Comunista (política) 1848
1850
Lei Eusébio de Queiroz extingue o tráfico de escravos (Brasil)
José de Alencar publica O Guarani (Brasil) 1857
1859
Charles Darwin publica A Origem das Espécies (ciência)
Primeiro poço de petróleo é perfurado, nos EUA (tecnologia)
Começa a Guerra da Secessão nos EUA
(guerra) 1861
1862
Abraham Lincoln liberta os escravos (política)
Paraguai declara guerra ao Brasil (guerra)
Lincoln é assassinado (política) 1864
1867
Início da era Meiji no Japão (política)
Fim da Guerra do Paraguai (guerra)
Carlos Gomes compõe O Guarani (Brasil) 1870
1872
Primeiro recenseamento no Brasil (Brasil)
Alexander Graham Bell inventa o telefone (tecnologia) 1876
1877
Thomas Edison inventa o microfone e o fonógrafo (tecnologia)
Rodin esculpe O Pensador 1880
1884
Ceará (março) e Amazonas (julho) extinguem a escravidão (Brasil)
Gottlieb Daimler produzem o primeiro carro movido a gasolina (tecnologia) 1885
1886
Pemberton, farmacêutico norte-americano, inventa a coca-cola (tecnologia)
Lei Áurea abole a escravidão, no dia 13 de maio (Brasil) 1888
1889
Proclamação da República, em 15 de novembro (Brasil)
Promulgada a Constituição dos Estados Unidos do Brasil (Brasil) 1891
1895
Röentgen descobre o raio-X (tecnologia)
Irmãos Lumière constroem o primeiro aparelho cinematográfico
(tecnologia)
Criação do Prêmio Nobel da Paz (política)
Primeiros Jogos Olímpicos modernos, em Atenas Marconi inventa o telégrafo sem fio (tecnologia) 1896
1897
Destruição de Canudos (Brasil)
Guerra entre EUA e Espanha (guerra) 1898
1899
Machado de Assis publica sua obra-prima, Dom Casmurro (Brasil)
População mundial: 1.550.000 1900
Fontes: História do Brasil (Bóris Fausto), Brazil (Thomas Skidmore), Brasil História -
Texto e Consulta (Antonio Mendes Jr et. al.), Dicionário Ilustrado Folha,
Encyclopaedia Britannica, Oxford Encyclopedia of World History,
The Timetables of History (Bernard Grun), http://www.hyperhistory.com.
tempo sec.18
até século 6º século 6º até 16 século 16 até 18 século 18 século 19 século 20
Século 18 (d.C.)
Guerra dos Emboabas
(Brasil) 1707
1709
Surge o primeiro piano, na Itália (tecnologia)
Guerra dos Mascates em Pernambuco (Brasil) 1710
1711
Criação da Capitania de Minas Gerais, separada de São Paulo
China conquista o Tibete (guerra) 1720
1729
J.S. Bach compõe A Paixão Segundo São Mateus (cultura)
Bering chega ao Alasca (navegação) 1741
1742
Celsius desenvolve a escala em centígrados (ciência)
Música sinfônica (orquestra) começa a se difundir pela Europa (cultura)
Tratado de Madri (política)
Marquês de Pombal torna-se secretário de estado (política) 1750
1751
Diderot publica o primeiro volume de sua Enciclopédia (filosofia)
Terremoto destrói Lisboa (desastres naturais) 1755
1756
Começa a Guerra dos Sete Anos (guerra)
Escola fisiocrata na França inicia a teoria econômica moderna (filosofia) 1757
1759
Britânicos conquistam a colônia francesa do Quebec (guerra)
Expulsão dos jesuítas do Brasil (Brasil)
Voltaire publica Cândido (filosofia)
Rousseau lança Contrato Social, clássico do iluminismo (filosofia) 1762
1764
Mozart escreve a sua primeira sinfonia, aos 8 anos de idade (cultura)
Cavendish isola o hidrogênio (ciência) 1766
1774
Luís 16 chega ao poder na França (política)
Goethe escreve Werther, clássico da literatura romântica (literatura)
Priestley descobre o hidrogênio (ciência)
Começa a Guerra da Independência nos EUA (guerra)
Jenner descobre o princípio da vacinação (tecnologia) 1775
1776
Adam Smith publica Pesquisa sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações (filosofia)
Assinada a Declaração de Independência, nos EUA (política)
Cresce a indústria têxtil na Inglaterra 1777
1781
Kant publica Crítica da Razão Pura (filosofia)
Fim da Guerra da Independência (guerra)
Irmãos Montgolfier realizam o primeiro "vôo humano", num balão de ar quente (tecnologia)
Cavendish identifica a composição da água (ciência) 1783
1787
Constituição norte-americana é assinada (política)
Revolução Francesa: fim da Idade Moderna e início da Contemporânea (política)
George Washington torna-se o primeiro presidente norte-americano (política)
Lavoisier começa a química moderna (ciência)
Inconfidência Mineira
(Brasil) 1789
1791
Revolta escrava no Haiti, sob o comando de Toussaint L'Ouverture (conflito)
Thomas Paine publica Os Direitos do Homem (filosofia)
Proclamação da República Francesa (política)
Julgamento dos inconfidentes e execução de Tiradentes (Brasil) 1792
1793
Começa o Regime do Terror na França (política)
Conjura baiana estoura em Salvador (Brasil) 1798
1799
Napoleão assume o poder (política)
Alessandro Volta fabrica a primeira bateria (tecnologia)
População mundial estimada em 900 milhões (demografia) 1800
Fontes: História do Brasil (Bóris Fausto), Brazil (Thomas Skidmore),
Dicionário Ilustrado Folha, Encyclopaedia Britannica, Oxford Encyclopedia of World History,
The Timetables of History (Bernard Grun), http://www.hyperhistory.com.
contagem do tempo sec 16
Século 16 a século 18
A linha do tempo traz os principais fatos e personagens da história da humanidade desde a invenção da escrita (aproximadamente 3400 a.C.) até os dias de hoje.
Para pesquisar um período histórico, basta escolher a época desejada na barra horizontal -dividida por séculos. Ao rolar a linha do tempo para baixo, os anos correm para o futuro. Rolando para cima, a linha retrocede no tempo.
Para saber mais sobre determinado acontecimento, clique sobre o ícone .
até século 6º século 6º até 16 século 16 até 18 século 18 século 19 século 20
Século 16 (d.C.)
Leonardo da Vinci pinta Mona Lisa (artes plásticas)
Franceses chegam às costas brasileiras (Brasil) 1503
1508-12
Michelângelo pinta a Capela Sistina (artes plásticas)
O relógio é inventado em Nuremberg, na atual Alemanha (tecnologia) 1509
1517
Começo da Reforma religiosa na Alemanha (religião)
Magellan cruza o Oceano Pacífico (navegação) 1519
1521
Hernán Cortés conquista os astecas, no México (colonização)
Expedição Martim Afonso de Souza marca o início da colonização (Brasil) 1531
1532
Fundação de São Vicente, primeira vila brasileira (Brasil)
Francisco Pizarro derrota o Império Inca, no Peru (colonização) 1533
1534
Fundação da ordem dos jesuítas (religião)
Criação das quatorze capitanias hereditárias no Brasil, por D. João 3° (Brasil)
Primeiros escravos africanos chegam ao Brasil (Brasil) 1538
1542
Portugueses aportam no Japão (navegação)
Nicolau Copérnico conclui a obra De Revolutionibus Orbium (ciência) 1543
1545
Começa o Concílio de Trento (religião)
Chega ao Brasil o primeiro Governador-Geral, Tomé de Souza (Brasil)
Fundação de Salvador (Brasil) 1549
1551
Fundação da Universidade de Lima, a primeira na América (colonização)
Fundação de São Paulo (Brasil) 1554
1557
Portugueses fundam Macau, na China (colonização)
Elizabeth 1a. se torna rainha da Inglaterra, governando até 1603 (política) 1558
1559
Tabaco é introduzido na Europa (costumes)
Fundação do Rio de Janeiro (Brasil) 1565
1570
D. Sebastião concede liberdade aos índios (Brasil)
Camões publica o clássico Os Lusíadas (literatura) 1572
1577
D. Sebastião desaparece na batalha de Alcácer-Quebir, no norte da África
Espanha ocupa Portugal (união das coroas ibéricas) (política) 1580
1583
Invenção do microscópio e do termômetro (ciência)
William Shakespeare escreve Romeu e Julieta (literatura) 1594
Século 17 (d.C.)
Shakespeare escreve Hamlet (literatura) 1603
1607
Virgínia, na América do Norte, é colonizada pelos ingleses (colonização)
Franceses iniciam o povoamento de Quebéc (Canadá) (colonização) 1608
1609
Galileu inventa o telescópio (tecnologia)
Franceses fundam São Luís, no Maranhão (Brasil) 1612
1614
Antônio Vieira chega ao Brasil (literatura)
Cervantes publica Dom Quixote (literatura)
Franceses expulsos do Maranhão. 1615
1618
Guerra dos Trinta Anos começa na Europa
(guerra)
Navio Mayflower chega a Cape Cod, em Massachusetts, nordeste dos EUA (colonização) 1620
1629
Bandeira de Raposo Tavares e Manuel Preto destrói missões jesuíticas no Paraná
Início do Quilombo dos Palmares (Brasil)
Holandeses ocupam Pernambuco (Brasil) 1630(c)
1637
Descartes publica Discurso sobre o Método, marco da filosofia moderna (filosofia)
Maurício de Nassau chega ao Brasil (Brasil)
Portugal volta a se tornar independente da Espanha (Restauração) (política) 1640
1643
Luís 14 chega ao poder na França (política)
Primeira batalha dos Guararapes, contra os holandeses (Brasil) 1648
1649
Termina a construção do Taj Mahal, na Índia
Thomas Hobbes escreve Leviatã (filosofia) 1651
1654
Expulsão definitiva dos holandeses (Brasil)
Diego Velásquez pinta As Meninas (artes plásticas) 1656
1664
Molière escreve Tartufo (literatura)
Concluída a construção do Palácio de Versalhes, na França (arquitetura) 1670
1674
Bandeira de Fernão Dias Pais a Minas Gerais
Fundação pelos portugueses da Colônia de Sacramento, no Uruguai(Brasil) 1680
1687
Newton publica a lei da gravidade
Revolução Gloriosa irrompe na Inglaterra (política) 1688
1695
Destruição de Palmares e morte de seu líder, Zumbi (Brasil)
Savery inventa o motor a vapor (tecnologia) 1698
Fontes: História do Brasil (Bóris Fausto), Brazil (Thomas Skidmore),Dicionário Ilustrado Folha,
Oxford Encyclopedia of World History, The Timetables of History (Bernard Grun),
http://www.hyperhistory.com e Encyclopaedia Britannica.
A história do tempo
::: :: : ano 1000 | como se contam os anos : :: :::
Século 6º a século 16
A linha do tempo traz os principais fatos e personagens da história da humanidade desde a invenção da escrita (aproximadamente 3400 a.C.) até os dias de hoje.
Para pesquisar um período histórico, basta escolher a época desejada na barra horizontal -dividida por séculos. Ao rolar a linha do tempo para baixo, os anos correm para o futuro. Rolando para cima, a linha retrocede no tempo.
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até século 6º século 6º até 16 século 16 até 18 século 18 século 19 século 20
Do século 6º até o 16 (d.C.)
Budismo, agora misturado ao taoísmo, alcança grande popularidade na China (religião) 525(c)
527
Justiniano, imperador bizantino, tenta restaurar a parte ocidental do Império Romano (política)
Começa o atual sistema de datas, iniciado por Dionysius Exiguus, fixando o ano de Cristo erroneamente (religião) 533
537
A Hagia Sophia, catedral em Constatinopla, tem sua construção concluída (arquitetura)
Ataque huno encerra Império Gupta, na Índia (guerra) 550
570(c)
Nascimento de Maomé (Muhammad) (religião)
População mundial: aproximadamente 200 milhões (demografia) 600
607
Unificação do Tibete, que se torna o centro da religião budista (religião)
Auge do Império Maia, no México (povos) 622(c)
632
Maomé morre (religião)
Jerusalém é conquistada por tropas muçulmanas (religião) 637
641
Biblioteca da Alexandria é destruída pelos árabes (cultura)
Divisões internas no Islamismo criam os xiitas e os sunitas (religião) 680
700
População mundial estimada em cerca de 210 milhões Data aproximada em que os chineses inventaram a pólvora (tecnologia)
Árabes mulçumanos ocupam a Espanha (guerra) 711
732
Carlos Martel derrota os árabes na batalha de Tours (guerra)
Estabelecimento do reino de Gana, na África ocidental (povos)
Pepino 3° encerra a dinastia Merovíngia e inicia a Carolíngia (povos)
Córdoba torna-se o centro da cultura muçulmana na Espanha (povos) 751
768
Carlos Magno torna-se rei dos francos (política)
Carlos Magno é coroado em Roma pelo papa Leão 3° (política)
População mundial: 220 milhões (demografia) 800
827
Árabes conquistam Sicília e Creta, derrotando os bizantinos (guerra)
Criação de um observatório em Bagdá (tecnologia) 833
870(c)
Desenvolvimento da arquitetura romanesca na Europa (arquitetura)
Paris é cercada pelos vikings (conflito) 885
896(c)
Declínio da civilização maia e ascensão da cultura tolteca (povos)
População mundial: 240 milhões (demografia) 900
907
Fim da dinastia Tang na China leva à dissolvição do império (política)
Athelstan torna-se o primeiro rei de toda a Inglaterra (política)
Pedra passa a ser usada no lugar de madeira em construções na Europa ocidental (tecnologia) 925
930
Islândia torna-se uma república, estabelecendo a mais velha assembléia legislativa da Europa (política)
Budismo se espalha na Coréia (religião) 936
960
Início da dinastia Sung na China (política)
Fatimidas passam a dominar arábia ocidental, Egito e Síria (política)
Primeiros jogos de cartas surgem na China (costumes) 969
986
Vikings estabelecem colônias na Groenlândia (colonização)
População mundial: 265 milhões (demografia) 1000
1016
Auge do Império Bizantino (povos)
Cisma da Igreja Católica (religião) 1054
1073
Papa Gregorio 7 ° é eleito (religião)
Relógio mecânico movido à água é inventado na China (tecnologia) 1090
1095
Papa Urbano 2° convoca cruzada para reconquistar lugares sagrados (religião)
Cruzados conquistam Jerusalém (guerra)
Auge do sistema feudal na Europa 1099
1100
População mundial: 270 milhões (demografia)
Princípios da arquitetura gótica (arquitetura) 1138
1150(c)
Templo Khmer, Angkor Wat, é erguido no Camboja (arquitetura)
Declínio dos toltecas no México (povos)
Astecas entram no México (povos) 1166
1167
Fundação da Universidade de Oxford, na Inglaterra (cultura)
Fundação da Universidade de Paris (cultura) Começa a música polifônica (cultura) 1170
1193
Budismo Zen no Japão (religião)
Civilização inca se desenvolve, baseada na cidade de Cuzco (povos) 1200(c)
1209
Fundação da Universidade de Cambridge (cultura)
Criação da ordem franciscana (religião)
Genghis Khan dá início ao Império Mongol (política) 1213
1215
Religião muçulmana chega ao sudeste asiático e a África (religião)
Início do Império Mali na África ocidental (povos) 1235(c)
1236
Reino de Castela conquista Córdoba (conflito)
Bizâncio reconquista Constantinopla (conflito) 1261
1271
Marco Polo dá início à viagem a China (povos)
Judeus são expulsos da Inglaterra (religião) 1290
1300(c)
Surgimento de novo Império Maia em Yucatán (povos)
População mundial: 360 milhões (demografia)
Início do reino do Benin no sul da Nigéria (África ocidental) (povos) 1307
1309(c)
Dante começa a escrever A Divina Comédia (literatura)
Reconhecimento da independência escocesa (política) 1328
1337
Começa a Guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra (guerra)
Peste Negra chega à Europa (desastres naturais) 1347
1353
Turcos otomanos invadem a Europa (conflito)
Fundação da dinastia Ming na China (política) 1368
1400
População mundial: 350 milhões (demografia)
Balé começa nas cortes renascentistas italianas (cultura)
Mongol Tamerlane conclui a conquista da Pérsia, Síria e Egito (guerra) 1405
1410
Início da pintura a óleo (artes plásticas)
Início das viagens marítimas portuguesas (navegação) 1413
1420
Portugueses descobrem a ilha da Madeira (navegação)
Joana d'Arc é queimada na França (política) 1431
1432
Portugal chega ao arquipélago de Açores (navegação)
Donatello pinta David (artes plásticas) 1434
1440
Começa a ser escrito As Mil e Uma Noites, em árabe (literatura)
Turcos otomanos conquistam Constantinopla, marcando o fim da Idade Média (guerra)
Termina a Guerra dos Cem Anos e começa, na Inglaterra, a Guerra das Rosas (guerra) 1453
1455(c)
Impressão da bíblia de Gutenberg (tecnologia)
Fernando de Aragão e Isabel de Castela se casam, começando o processo de unificação da Espanha 1469
1478
Começa a Inquisição espanhola (religião)
Árabes e judeus expulsos da Espanha (guerra)
Cristóvão Colombo chega à América (colonização) 1492
1494
Portugal e Espanha assinam o Tratado de Tordesilhas
Vasco da Gama atravessa o Cabo da Boa Esperança, na atual África do Sul 1498
1500
População mundial: 400 milhões (demografia)
Cabral chega ao Brasil (navegação)
Fontes: The Hutchinson Dictionary of World History, The Encyclopedia of World Facts and Dates,
Enciclopédia Ilustrada Folha, Encyclopaedia Britannica.
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5.400 anos de história da humanidade
A linha do tempo traz os principais fatos e personagens da história da humanidade desde a invenção da escrita (aproximadamente 3400 a.C.) até os dias de hoje.
Para pesquisar um período histórico, basta escolher a época desejada na barra horizontal -dividida por séculos. Ao rolar a linha do tempo para baixo, os anos correm para o futuro. Rolando para cima, a linha retrocede no tempo.
Para saber mais sobre determinado acontecimento, clique sobre o ícone .
até século 6º século 6º até 16 século 16 até 18 século 18 século 19 século 20
Até o século 6º (a.C.)
Primeiro sistema escrito, pelos sumérios, no sul da Mesopotâmia (região entre os rios Tigre e Eufrates, no Oriente Médio) (cultura) 3400(c)
2700(c)
Início da construção de pirâmides no Egito (tecnologia)
Comércio marítimo entre Egito e Biblos (atual Líbano) (navegação).
Surgimento das primeiras cidades na China (tecnologia) 2500(c)
2300(c)
Império Acádio unifica cidades-estado da Mesopotâmia (política)
Expansão do Império Egípcio até o Oriente Médio (guerra).
Início do uso de metal e cobre no Peru (tecnologia)
População mundial estimada em 28 milhões (demografia) 1500(c)
1200(c)
Decadência do império egípcio (povos)
Surgimento da civilização olmeca no México (povos)
Fenícios desenvolvem o comércio marítimo, no Mediterrâneo oriental (navegação)
David torna-se rei de Israel, com Jerusalém como capital (religião)
População mundial estimada em 70 milhões (demografia) 1000
930
Primeiros textos hebraicos (salmos, eclesiastes) (religião)
Primeira versão do épico hindu Mahabharata (literatura)
Surgimento dos poemas épicos Ilíada e Odisséia, atribuídas a Homero (literatura) 850(c)
814
Data legendária da fundação da cidade de Cartago pelos fenícios (colonização)
Primeiros jogos olímpicos (costumes) 776
753
Legendária fundação de Roma (povos)
Sólon começa as reformas da lei ateniense (política) 594
586
Chaldean Nebuchadnezzar (Nabucodonosor 2°) invade Jerusalém; israelitas são levados para o cativeiro da Babilônia (guerra)
Gregos colonizam a Espanha (colonização)
Israelitas retornam do cativeiro da Babilônia (povos) 539
509
Proclamação da República Romana (política)
Império persa atinge a Índia (guerra)
Pregação de Sidarta Gautama (Buda) (religião)
Clístenes proclama a constituição democrática ateninense (política) 508
499
Heráclito dá início à filosofia grega (filosofia)
Pensamento de Confúcio começa a se propagar na China (filosofia) 490(c)
472
Atenas lidera a Liga de
Delos (povos)
Roma se expande pelo Lácio e ameaça os etruscos (guerra)
Império persa em declínio (povos) 450
443
Péricles passa a governar Atenas (política)
Heródoto escreve História (cultura)
Invenção do calendário solar na China (tecnologia)
Início da Guerra do Peloponeso (Atenas vs. Esparta) (guerra)
Demócrito cria a teoria atômica (ciência) 431
405
Fim da Guerra do Peloponeso, com a vitória de Esparta (guerra)
Sócrates é condenado à morte, em Atenas
(filosofia) 399
371
Tebas derrota Esparta e domina a Grécia (guerra)
Roma domina o Lácio, construindo estradas e aquedutos (povos)
Hipócrates desenvolve a medicina (ciência)
Início do reinado de Alexandre, o Grande (Macedônia) (política) 336
334
Alexandre torna-se senhor do império persa; seus domínios se estendem até a Índia (guerra)
Morte de Alexandre e desintegração do seu império (povos) 323
284
Inauguração da Biblioteca de Alexandria (norte do Egito), com 100 mil volumes (cultura)
Invenção da catapulta como arma de guerra (tecnologia).
Surgimento da cultura maia na Guatemala. (povos) 280
264
Início das Guerras Púnicas, entre Roma e Cartago (guerra)
Começa a construção da Grande Muralha da China (tecnologia) 210(c)
146
Fim das Guerras Púnicas e consolidação de Roma sobre o Mediterrâneo ocidental (guerra)
Budismo se espalha pelo sudeste asiático (religião)
Caio e Tibério Graco iniciam reformas em Roma
(política) 133
73
Spartacus lidera revolta de escravos contra Roma (conflito)
Liderados por Pompeu, romanos dominam a Síria e a Palestina (guerra) 63
45
César torna-se ditador romano (política)
César é assassinado (política) 44
31
Antônio e Cleópatra se suicidam (política)
Otaviano torna-se o único governador de Roma (política)
Otaviano aceita o título de Augusto, marcando o início do Império Romano (política) 27
19
Romanos conquistam a Península Ibérica e criam três províncias, entre elas a Lusitânia, atual Portugal (colonização)
Nasce Jesus de Nazaré (religião) 6
Até o século 6º (d.C.)
1
Começa a era depois de Cristo, exatamente à meia-noite de 31 de dezembro de 1 a.C. População mundial chega a aproximadamente 170 milhões (demografia).
Morte de Augusto (política).
Tibério torna-se imperador, ficando no poder até 37 (política)
Ovídio escreve Metamorfose (literatura) 14
27
Jesus é batizado (religião)
Jesus é crucificado (religião) 30
37
Calígula torna-se imperador (política)
Império Romano sob Nero (política) 54
64
Cristãos são acusados e martirizados pelo incêndio de Roma (religião)
Início da diáspora judaica após destruição do templo em Jerusalém (religião)
Surge o primeiro evangelho
(S. Mateus) (religião) 70
75
Começa a construção do coliseu romano (tecnologia)
Provável data da invenção, na China, do papel (tecnologia)
Erupção do vulcão Vesúvio destrói a cidade de Pompéia, na Itália (desastres naturais) 79
98
Auge da expansão territorial romana. (guerra)
Cristianismo também se espalha (religião)
População mundial: 180 milhões (demografia) 100
132
Surgimento da cultura Teotihuacán, no México (povos)
População mundial: 190 milhões (demografia) 200
212
Cidadania é estendida a todos os homens livres do Império Romano (política)
Começo do declínio do Imperio Romano (política) 235
284
Princípio da civilização maia clássica (povos)
População mundial em torno de 190 milhões (demografia) 300
306
Constantino torna-se imperador (política)
Edito de Milão legaliza o Cristianismo no Império Romano (religião) 313
320
Início do império Gupta na Índia (política)
Bizâncio é reconstruída por Constantino (tecnologia) 324
326
Constantino declara domingo como dia sagrado para os católicos (religião)
Renomeado de Constantinopla, Bizâncio torna-se capital do Império Romano (política) 330
378
Visigodos derrotam o exército romano (guerra)
Teodósio 1° proibe cultos pagães (religião) 391
395
O Império Romano é dividido em dois, Ocidental e Oriental (política)
Agostinho publica Confissões (filosofia)
População mundial continua estável, em torno de 190 milhões (demografia) 400(c)
410
Visigodos saqueiam Roma (guerra)
Átila torna-se o rei dos Hunos (política) 434
476
Deposição de Rômulo marca o fim do Império Romano (política)
Começa a Idade Média
Clóvis, rei dos francos, dá inicio ao reino Merovíngio (política) 496
500(c)
Os bretões, sob a liderança do legendário rei Artur, derrotam os saxões, retardando o avanço destes sobre a Bretanha (política)
População mundial em torno de 195 milhões (demografia)
Fontes: Dicionário Ilustrado Folha, Oxford Encyclopedia of World History,
The Timetables of History (Bernard Grun), http://www.hyperhistory.com
Algumas considerações sobre a História do relógio
história do relógio
Relógio de Água
O primeiro aparelho medidor do tempo de que temos conhecimento está datado de 3500 a.c. Falamos de obeliscos que eram utilizados como relógios de sol rudimentares. Este é apenas um dos muitos métodos que foram utilizados no passado para medir o tempo, outros métodos são: a observação das estrelas, os relógios de água e areia e outros engenhos que com maior ou menor acerto fazem parte de um percurso que continuou até aos nossos dias.
Todos os relógios funcionam seguindo um princípio semelhante, que consiste em contar um ciclo regular que nos permite medir o tempo. Dito de outra forma, a medição do tempo consiste na comparação de um evento fixo com outros que usualmente desconhecemos.
Stonehenge
Na antiguidade usavam-se como pontos de referência para a medição do tempo os acontecimentos naturais como, por exemplo, a duração do dia ou a observação dos astros. Por vezes a medição não era destinada a determinar a hora do dia mas mostrava determinados eventos que interessavam aos nossos ancestrais como por exemplo os solstícios (Stonehenge).
Outros relógios, em vez de se fixarem num acontecimento externo usam um mecanismo próprio com uma duração constante; um dos primeiros aparelhos deste tipo foi criado pelos egípcios cerca de 1400 anos a.c., e denomina-se clepsidra ou relógio de água; o seu princípio consiste no facto de uma determinada quantidade de água necessitar sempre do mesmo tempo para passar gota a gota de um recipiente para outro. Este mecanismo foi posteriormente aperfeiçoado por outras culturas, como por exemplo a chinesa ou a hindu. Estes relógios continuaram a ser utilizados com formas cada vez mais elaboradas durante séculos.
Os egípcios além de clepsidras utilizaram relógios de sol para a medição do tempo, um destes relógios, datado do século VIII a.c., ainda se conserva no Egipto.
Outras civilizações utilizaram objectos simples de forma engenhosa como, por exemplo, na civilização chinesa queimava-se uma corda com nós regulares e observavam o intervalo de tempo necessário para que o fogo passasse de um nó ao seguinte.
Os relógios mecânicos apareceram no século XIII, sendo bastante inexactos e em muitos casos aparatosos. As primeiras referências aparecem em livros de Alfonso X o sábio, mas posteriormente grandes personagens como Leonardo da Vinci contribuíram de uma ou de outra forma para o desenvolvimento de engenhos mais precisos para medir o tempo. Posteriormente apareceram os primeiros relógios de motor que se baseavam na utilização de pesos. Os relógios portáteis apareceram no século XV com a invenção do motor de mola.
O passo seguinte foi dado com a criação do relógio pendular, cujo princípio foi concebido por Galileo, embora tenha sido Huygens, um cientista holandês, que o materializou em 1656. Este relógio representava um grande avanço relativamente aos anteriores, dado que só se desfasava cerca de dez segundos por dia. Durante este mesmo século apareceram os primeiros relógios de bolso. O relógio de pêndulo aperfeiçoou-se durante quase três séculos, até que em 1929 um cientista Americano, Warren A. Marrison, inventou o relógio de cristal de quartzo, cujo funcionamento se baseia na vibração que o cristal experimenta quando é submetido a uma voltagem eléctrica. Um relógio de quartzo actual de extrema qualidade desfasa-se um milissegundo por mês, se tivermos um aparelho de qualidade inferior, este desfasamento, ou até mesmo um maior verificar-se-á em poucos dias. Estas são estimativas em condições ideais; no entanto, o envelhecimento do vidro, a sujidade e outros agentes podem muitas vezes prejudicar a precisão destes aparelhos.
Em meados do século passado, 1948, foi criado o primeiro relógio atómico, baseado na frequência de uma vibração atómica. A sua precisão não era muito superior à dos relógios de quartzo da altura; no entanto, seguindo o mesmo princípio, desenvolveram-se posteriormente relógios atómicos que obtêm uma precisão extraordinária, dependendo fundamentalmente do átomo utilizado. Os exemplos mais comuns são o relógio atómico de césio, com uma exactidão extraordinária (desfasar-se-ia aproximadamente um milissegundo em 1400 anos) ou o de rubídio que se utiliza mais frequentemente devido ao seu custo inferior e pelo facto de se desfasar cerca de um milissegundo em vários meses.
O Calendário da Paz Frequências de tempo 13:20 e 12:30
[< O calendário Maia, estudado e seguido por muitas pessoas em todo mundo, que foi utilizado pelo povo Maia é denominado de Calendário da Paz, porque possui 13 luas de 28 dias. O Calendário da Paz foi idealizado pelo pesquisador norte-americano José Arg"uelle, e é uma adaptação moderna do calendário maia que era usado simultaneamente com 17 calendários. Argu"uelle usou apenas 3 calendários: o Haab, o Tunuc e o Tzolkin.Para os maias,um calendário era algo muito além de um método de contagem de dias. Era um sistema de contagem do tempo. O tempo influencia o mental de uma civilização e quanto mais precisa for essa contagem de tempo mais evoluída será a consciência desse povo. O homem ocidental moderno ao adotar apenas um calendário ficou com o seu desenvolvimento mental e sua consciência acorrentada nesse grosseiro e irregular sistema de contagem de tempo; trata-se do calendário gregoriano.Com o calendário gregoriano foi usado o relógio mecânico que com isso foi criada uma frequência artificial do tempo que separou o homem da frequencia natural do tempo.>] ( fragmentos do livro Curso de Universalismo da FEEU pg.09)
Frequencia 12:60
[] [<( com isso provoca entropia, estase (estagnação) e condicionamentos mentais, pois ao ocultar o 13:20, retira seu poder de circulação e torna o tempo linear. Treze ( 13 ) é o poder do tempo e 12 do espaço e por causa disso o 13 foi associado à feitiçaria, ao demônio e ao azar)>](pg.10 fragmentos do livro Curso de Universalismo da FEEU, escrito por Jean Aguirre Campiol)
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