sexta-feira, 17 de abril de 2009

Discurso do método de Descartes

O Discurso sobre o método, por vezes traduzido como Discurso do método, ou ainda Discurso sobre o método para bem conduzir a razão na busca da verdade dentro da ciência (em francês, Discours de la méthode pour bien conduire sa raison, et chercher la verité dans les sciences) é um tratado matemático e filosófico de René Descartes, publicado na França em Leiden em 1637. Ele inicialmente apareceu junto a outros trabalhos de Descartes, Dioptrique, Météores e Géométrie. Uma tradução para o latim foi produzida em 1656, e publicada em Amsterdam. Constitui, ao lado de Meditações sobre filosofia primeira (Meditationes de prima philosophia), Princípios de filosofia e Regras para a direção do espírito (Regulae ad directionem ingenii), a base da epistemologia do filósofo, sistema que passou a ser conhecido como cartesianismo. O Discurso propõe um modelo quase matemático para conduzir o pensamento humano, uma vez que a matemática tem por característica a certeza, a ausência de dúvidas. Segundo o próprio Descartes, parte da inspiração de seu método (descrito nesse livro/tratado) deveu-se a três sonhos ocorridos na noite de 10 para 11 de novembro de 1619: nestes sonhos lhe havia ocorrido “a idéia de um método universal para encontrar a verdade.” Discurso sobre o método foi escrito em vernáculo (os textos filosóficos costumavam ser escritos em latim), de maneira não-doutrinária, pois Descartes tentou popularizar ao máximo os conceitos ali expressos e de maneira não impositiva, mas compartilhada. Em toda a obra permeia a autoridade da razão, conceito banal para o homem moderno, mas um tanto novo para o homem medieval (muito mais acostumado à autoridade eclesiástica). A autoridade dos sentidos (ou seja, as percepções do mundo) também é particularmente rejeitada; o conhecimento significativo, segundo o tratado, só pode ser atingido pela razão, abstraindo-se a distração dos sentidos. Uma das mais conhecidas frases do Discurso é Je pense, donc je suis (citada frequentemente em latim, cogito ergo sum; penso, logo existo): o ato de duvidar como indubitável, e as evidências de “pensar” e “existir” ligadas. Além dessa conclusão, Descartes também prova a existência de Deus, especifica critérios para a boa condução da razão e faz algumas demonstrações. Índice [esconder] * 1 Divisão e conteúdo da obra * 2 Os quatro preceitos * 3 A prova ontológica (cogito ergo sum) o 3.1 Existência de Deus * 4 Aplicação do método nas ciências * 5 Veja também o 5.1 Filósofos de inspiração cartesiana * 6 Bibliografia * 7 Ligações externas [editar] Divisão e conteúdo da obra O Discurso está dividido em seis partes, e possui uma breve introdução. Nesta, Descartes já enfatiza a divisão do livro e explica o que o leitor encontrará em cada uma das seis partes: * na primeira, diversas considerações sobre a ciência * na segunda, as principais regras sugeridas por ele para a prática científica * na terceira, algumas das justificativas do método * na quarta, as provas da existência de Deus e da alma humana, fundamentos da metafísica * na quinta, Descartes faz algumas aplicações do método a questões físicas e relativas à medicina; também as particularidades da alma humana * na sexta, as razões que o levaram a escrever o tratado e aquilo que Descartes acredita ser essencial para o progresso do conhecimento [editar] Os quatro preceitos O método de raciocínio proposto por Descartes no Discurso compõe-se de quatro partes distintas, sintetizadas na passagem seguinte: “Le premier étoit de ne recevoir jamais aucune chose pour vraie que je ne la connusse évidemment être telle; c'est-à-dire, d'éviter soigneusement la précipitation et la prévention, et de ne comprendre rien de plus en mes jugements que ce qui se présenteroit si clairement et si distinctement à mon esprit, que je n'eusse aucune occasion de le mettre en doute. Le second, de diviser chacune des difficultés que j'examinerais, en autant de parcelles qu'il se pourroit, et qu'il seroit requis pour les mieux résoudre. Le troisième, de conduire par ordre mes pensées, en commençant par les objets les plus simples et les plus aisés à connoître, pour monter peu à peu comme par degrés jusques à la connoissance des plus composés, et supposant même de l'ordre entre ceux qui ne se précèdent point naturellement les uns les autres. Et le dernier, de taire partout des dénombrements si entiers et des revues si générales, que je fusse assuré de ne rien omettre.” (Discurso, parte 2) O método cartesiano. No preceito ou passo 1, as coisas indubitáveis (círculos marcados com i) passam por um "funil", que impede a passagem de coisas que tragam dúvidas (d). No segundo, as coisas são analisadas, ou seja, divididas para melhor compreensão; no terceiro, procede-se a síntese, ou agrupamento em graus de complexidade crescente. No último passo, as conclusões são ordenadas e classificadas. Simplificadamente, são os passos ou preceitos: 1. Receber escrupulosamente as informações, examinando sua racionalidade e sua justificação. Verificar a verdade, a boa procedência daquilo que se investiga – aceitar o que seja indubitável, apenas. Esse passo relaciona-se muito ao cepticismo. 2. Análise, ou divisão do assunto em tantas partes quanto possível e necessário. 3. Síntese, ou elaboração progressiva de conclusões abrangentes e ordenadas a partir de objetos mais simples e fáceis até os mais complexos e difíceis. 4. Enumerar e revisar minuciosamente as conclusões, garantindo que nada seja omitido e que a coerência geral exista. Estas operações reconstituiriam as três operações elementares da mente humana, a indução (que consiste em captar realidades mínimas), a dedução (agrupar observações e inferir resultados) e a enumeração (acompanhada da revisão e reelaboração de conceitos). Estes preceitos são colocados em alegoria com a demolição de uma casa (o antigo método de pensamento que Descartes empregava) e a construção de um edifício seguro (o novo Método). A metáfora da construção pode ser encontrada, por exemplo, na afirmação acerca da utilidade da dúvida hiperbólica (que não seria simplesmente o duvidar por duvidar): “Non que j'imitasse pour cela les sceptiques, qui ne doutent que pour douter, et affectent d'être toujours irrésolus; car, au contraire, tout mon dessein ne tendoit qu'à m'assurer, et à rejeter la terre mouvante et le sable pour trouver le roc ou l'argile.” (Discurso, parte 3) (“Não que eu imitasse os cépticos, que duvidam apenas por duvidar, e ostentam apenas manter-se em irresolução; pois, ao contrário, todo o meu projeto era simplesmente firmar-me na certeza, e rejeitar a terra e areia instável em prol de colocar-me em rocha ou argila.”) A inspiração, por sua vez, vinha da geometria, na qual partia-se de conceitos simples para descrever progressivamente entidades mais complexas: “Ces longues chaînes de raisons, toutes simples et faciles, dont les géomètres ont coutume de se servir pour parvenir à leurs plus difficiles démonstrations, m'avoient donné occasion de m'imaginer que toutes les choses qui peuvent tomber sous la connoissance des hommes s'entresuivent en même façon[...]” (Discurso, parte 4) (“Estas longas cadeias de razão, todas simples e fáceis, sobre as quais os geômetras costumam se servir para chegar às mais difíceis demonstrações, me levaram a imaginar que todas as coisas que podem penetrar na consciência dos homens são ligadas da mesma maneira [...]”) [editar] A prova ontológica (cogito ergo sum) Ver artigo principal: cogito ergo sum Na quarta parte do Discurso Descartes realiza a prova ontológica, ou seja, a prova da existência do ser e também a prova da existência de Deus. Aplicando o método a si mesmo, Descartes confronta o próprio raciocínio. Ele argumenta que, embora a mente possa tanto raciocinar sobre coisas reais quanto sobre coisas de sonhos, enquanto acordado ou dormindo respectivamente, ele não pode, ao refletir sobre a veracidade desses pensamentos, negar que esteja pensando; e como sujeito pensante, conclui que é seguro supor a própria existência: “Mais aussitôt après je pris garde que, pendant que je voulois ainsi penser que tout étoit faux, il falloit nécessairement que moi qui le pensois fusse quelque chose; et remarquant que cette vérité, je pense, donc je suit, étoit si ferme et si assurée, que (...) je jugeai que je pouvois la recevoir sans scrupule pour le premier principe de la philosophie que je cherchois.” (Discurso, parte 4) (“Mas imediatamente que eu observava isso, que os pensamentos de sonho se confundem com a realidade, ainda assim eu desejava pensar que tudo era falso, era absolutamente necessário que eu, quem pensa, seja algo; e enquanto eu observava que isso é verdadeiro, eu penso, logo existo, era tão certo e tão evidente que (...) eu aceitei este como primeiro princípio de filosofia, que eu estava refletindo.”) Consoante, qualquer esforço para duvidar de sua própria existência era uma ocorrência de pensamento, e essa ocorrência exigia um sujeito pensante, ainda que mínimo. Eis portanto a prova da existência de mim mesmo. É preciso notar ainda que não é qualquer ato do eu que determina a existência. Um andar não provaria essa existência, uma vez que andar pode trazer a dúvida da existência das próprias pernas; somente um pensamento (seja ela uma dúvida, um desejo, uma afirmação, uma sensação ou similares) é indubitável e portanto adequa-se ao Método. Somente o pensamento, quando percebido, garante a existência do eu. [editar] Existência de Deus A existência de Deus é provada porque, existindo a razão e o pensamento, é preciso haver um fiador dessa razão e desse pensamento, algo que lhe dê coerência. Pela razão, existe Deus. Trata-se da retomada do pensamento de Aristóteles, do noesis noeseos (pensamento do pensamento), ou o "motor imóvel". Além disso, Descartes demonstra que as idéias de perfeito, infinito e similares, são tão transcendentes a ele, ser imperfeito e finito, que é preciso haver algo de onde essa idéia venha, que não o próprio ser pensante: “Ensuite de quoi, faisant réflexion sur ce que je doutois, et que par conséquent mon être n'étoit pas tout parfait, car je voyois clairement que c'étoit une plus grande perfection de connoître, que de douter, je m'avisai de chercher d'où j'avois appris à penser à quelque chose de plus parfait que je n'étois; et je connus évidemment que ce devoit être de quelque nature qui fût en effet plus parfaite. (...) C'est à dire, pour m'expliquer en un mot, qui fût Dieu.” (Discurso, parte 4) (“A seguir, fazendo a reflexão sobre o fato de que eu duvido, e que por conseguinte meu ser não era absolutamente perfeito, porque eu via claramente que era perfeição maior conhecer do que duvidar, eu percebi que dessa reflexão concluía a existência de algo mais perfeito que eu era; e eu claramente percebi que essa percepção vinha de uma natureza que era de fato mais perfeita [que a minha]. (...) Para ser dito em uma palavra, que era Deus.”) Alguns dizem (um tanto implausivelmente) que Descartes incluiu a prova da existência de Deus apenas para satisfazer os censores do período. Os seguidores de Descartes logo perceberam que a dúvida metódica também poderia aplicar-se a Deus; de fato, a prova da existência de Deus é uma das partes mais fracas da argumentação de Descartes. Nas Meditações Descartes também argumentará a existência de Deus através da suposição de que o pensamento de Deus contém também sua existência; o pensamento que contém o próprio pensado. [editar] Aplicação do método nas ciências Descartes mostra, no penúltimo capítulo do Discurso, a aplicação prática do método a algumas questões científicas. Entre elas, destaca-se a descrição dos animais não-humanos como máquinas orgânicas complexas, marca do mecanicismo atribuído a Descartes. De fato, Descartes afirma que vários dos comportamentos do próprio ser humano são passíveis de explicações mecânicas. O que diferenciaria o ser humano dos demais animais seria a capacidade de responder criativamente ao meio, em especial através da linguagem. Trata-se de uma antecipação do famoso teste de Turing, usado para determinar a existência de inteligência com base na capacidade criativa de algo ou alguém. O Método, em seu aspecto de dividir, ordenar e classificar, é a base de muitos conceitos científicos que vieram a ser desenvolvidos nos anos subseqüentes, de grande importância para a humanidade: o sistema de coordenadas cartesiano, o cálculo, a geometria analítica e a disposição estatística em histogramas. A grande contribuição (para alguns, desastrosa) de Descartes para a ciência moderna está, efetivamente, na descaracterização de um mundo enquanto qualitativo e sua redução a um mundo puramente quantitativo. Do Discurso, conclui-se que Deus existe, assim como o eu pensante ou alma (res cogitans) e a matéria ou extensão (res extensa, isto é, o corpo - esta concessão ao realismo trouxe muitos problemas ao idealismo); tudo mais deve ser expresso em termos destas existências. [editar] Veja também * Epistemologia * Racionalismo * Dúvida hiperbólica * Gênio maligno [editar] Filósofos de inspiração cartesiana * Baruch Spinoza * Blaise Pascal * Nicolas Malebranche [editar] Bibliografia * MORENTE, Manuel García. Curso de

domingo, 1 de fevereiro de 2009

O ultimo imperador Romano

Império Romano Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa Imperium Romanum [1] Império Romano Império ← 27 a.C. – 476 d.C. → → Vexillum do Império Romano Lema nacional Senatus Populusque Romanus (Senado e Povo de Roma) Máxima extensão do Império Romano em 117 d.C. Continente Europa Capital Roma (44 a.C. - 286 d.C.) Constantinopla (A partir de 330) Língua oficial Latim, Grego Religião Politeísmo romano e depois Cristianismo Governo Autocracia Imperador • 27 a.C. – 14 d.C. Augusto • 379 – 395 Teodósio I • 475 — 476 Rômulo Augusto Legislatura Senado Romano Período histórico Antiguidade clássica • Batalha de Áccio 31 a.C. • Otávio é proclamado Augusto. 27 a.C. • Diocleciano divide o Império entre Ocidente e Oriente 285 • Constantino I declara Constantinopla como a nova capital do Império. 330 • Morte de Teodósio o Grande selando a divisão entre Leste e Oeste. 395 • Rômulo Augusto é deposto. 476 d.C. Área • 25 a.C.[2][3] 2 750 000 km2 • 50[2] 4 200 000 km2 • 117[2] 5 000 000 km2 • 390 [2] 4 400 000 km2 População • 25 a.C.[2][3] est. 56 800 000 Dens. pop. 20,7/km² • 117[2] est. 88 000 000 Dens. pop. 17,6/km² Moeda Denário, sestércio, soldo O Império Romano é a fase da história da Roma Antiga caracterizada por uma forma autocrática de governo. O Império Romano sucedeu a República Romana que durou quase 500 anos (509 a.C. – 27 a.C.) e tinha sido enfraquecida pelo conflito entre Caio Mário e Sulla e pela guerra civil de Júlio César contra Pompeu.[4] Muitas datas são comumente propostas para marcar a transição da República ao Império, incluindo a data da indicação de Júlio César como ditador perpétuo (44 a.C.), a vitória do herdeiro de Otávio na Batalha de Áccio (2 de setembro de 31 a.C.), ou a data em que o senado romano outorgou a Otávio o título honorífico Augusto (16 de janeiro de 27 a.C.).[5] Assim, Império Romano tornou-se a designação utilizada por convenção para referir ao estado romano nos séculos que se seguiram à reorganização política efectuada pelo primeiro imperador, César Augusto. Embora Roma possuísse colónias e províncias antes desta data, o estado pré-Augusto é conhecido como República Romana. Os historiadores fazem a distinção entre o principado, período de Augusto à crise do terceiro século, e o domínio ou dominato que se estende de Diocleciano ao fim do império romano do ocidente. Durante o principado (do latim princeps, "primeiro"), a natureza autocrática do regime era velada por designações e conceitos da esfera republicana, manifestando os imperadores relutância em se assumir como poder imperial. No dominato (de dominus, "senhor"), pelo contrário, estes últimos exibiam claramente os sinais do seu poder, usando coroas, púrpuras e outros ornamentos simbólicos do seu status. Índice [esconder] 1 A Organização Social 2 Roma antes do Império 2.1 As origens da cidade de Roma 2.2 A origem lendária 2.3 Monarquia Romana (753 a.C a 509 a.C) 2.4 República Romana (509 a.C a 27 a.C.) 3 O surgimento do Império 3.1 O reinado de Augusto 3.2 Fontes sobre a era de Augusto 4 Julio-Claudianos 5 Flavianos 6 Antoninos: Cinco bons imperadores 7 A crise do século terceiro (193 - 285) 7.1 Fim da Era Dourada (193 - 197) 7.2 Os Severos (193 - 235) 7.3 Anarquia militar: os imperadores-soldados (235 - 285) 7.3.1 Usurpadores e derrotas (244 - 253) 7.3.2 Valeriano e Galiano: Fragmentação e Derrota, Soluções para o Futuro (253 - 268) 7.3.3 Recuperação e estabilização (268 - 285) 8 Tetrarquia 9 O Império cristão 10 A divisão do Império 10.1 Constantinopla 10.2 Teodósio e o fim do império único 11 O fim do Império Ocidental 12 Cronologia 13 Ver também 14 Referências 15 Bibliografia 16 Ligações externas [editar] A Organização Social Estava dividida em patrícios, plebeus, clientes e escravos. [editar] Roma antes do Império [editar] As origens da cidade de Roma Ver artigo principal: Fundação de Roma Descobertas arqueológicas indicam que a área de Roma já era habitada em 1400 a.C.. Os antigos povos que habitavam a região do Lácio, nas proximidades de Roma, desenvolveram uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris. A sociedade, nesta época, era formada por patrícios (nobres proprietários de terras) e plebeus (comerciantes, artesãos e pequenos proprietários). O sistema político era a monarquia: a cidade era governada por um rei, originalmente de origem latina, porém os últimos reis do período monárquico foram de origem etrusca. Os romanos deste período eram politeístas, venerando deuses semelhantes aos dos gregos (embora com nomes diferentes). Os gregos também influenciavam, juntamente com os etruscos, as primeiras formas de arte realizadas pelos romanos deste período. [editar] A origem lendária Ver artigo principal: Rômulo e Remo Conforme a versão lendária da fundação de Roma, relatada em diversas obras literárias romanas, tais como a História de Roma, de Tito Lívio, e a Eneida, do poeta Virgílio, Enéias, príncipe troiano filho de Vénus, fugindo de sua cidade, destruída pelos gregos, chegou ao Lácio e se casou com uma filha de um rei latino. Seus descendentes, Rómulo e Remo, filhos de Réia Sílvia, rainha da cidade de Alba Longa, com o deus Marte, foram jogados por Amúlio, rei da cidade, no rio Tibre. Mas foram salvos por uma loba que os amamentou, tendo em seguida encontrados por camponeses. Conta ainda a lenda que, quando adultos, os dois irmãos voltaram a Alba Longa, depuseram Amúlio e em seguida fundaram Roma, em 753 a.C.. A data tradicional da fundação (21 de abril de 753 a.C.[6]) foi convencionada bem mais tarde por Públio Terêncio Varrão, atribuindo uma duração de 35 anos a cada uma das sete gerações correspondentes aos sete mitológicos reis. Segundo a lenda, Rômulo matou o irmão e se transformou no primeiro rei de Roma. A extensão do Império Romano em 133 a.C., em 44 a.C., em 14 d.C, e em 117 d.C.. [editar] Monarquia Romana (753 a.C a 509 a.C) Ver artigo principal: Reino de Roma A Realeza ou Monarquia romana é a expressão utilizada para definir o estado romano desde a sua fundação à queda da monarquia em 509 a.C., quando o último rei, Tarquínio, o Soberbo (último dos reis Tarquínios), foi expulso, instaurando-se a República Romana. A documentação desse período é precária, e até mesmo o nome dos reis são desconhecidos, citando-se apenas os reis lendários, apresentados nas obras de Virgílio ("Eneida") e Tito Lívio ("História de Roma"). [editar] República Romana (509 a.C a 27 a.C.) Ver artigo principal: República Romana República Romana (do latim res publica, "coisa pública") é a expressão utilizada por convenção para definir o Estado romano e suas províncias desde o fim do Reino de Roma em 509 a.C. (quando o último rei foi deposto) ao estabelecimento do Império Romano em 27 a.C.. [editar] O surgimento do Império O centro de Roma durante o Império.O surgimento do Império veio como consequência do esforço de expansão crescente de Roma durante os séculos III e II a.C.. Segundo alguns historiadores, a população sob o domínio de Roma aumentou de 4 milhões em 250 a.C. para 60 milhões em 30 a.C., o que ilustra como Roma teve o seu poder ampliado nesse período, de 1.5% da população mundial, para 25%. Nos últimos anos do século II a.C., Caio Mário transformou o exército romano num exército profissional, no qual a lealdade dos soldados de uma legião era declarada ao general que a liderava e não à sua pátria. Este facto, combinado com as numerosas guerras que Roma travou nos finais da República (Invasão dos Cimbros e Teutões, Guerras contra Mitrídates, rei do Ponto, entre outras, a culminar nas guerras civis do tempo de César e Augusto) favoreceu o surgimento de uma série de líderes militares (Lúcio Cornélio Sulla, Pompeu, Júlio César), que, apercebendo-se da força à sua disposição, começam a utilizá-la como meio de obter ou reforçar o seu poder político. As instituições republicanas encontravam-se em crise desde o princípio do século I a.C., quando Sulla quebrou todas as regras constitucionais ao tomar a cidade de Roma com o seu exército, em 82 a.C., para se tornar ditador vitalício de seguida. Sulla resignou e devolveu o poder ao Senado Romano, mas no entanto o precedente estava lançado. Júlio César (100-44 a.C.).Esta série de acontecimentos culminou no Primeiro Triunvirato, um acordo secreto entre César, Pompeu e Crasso. Tendo este sido desfeito após a derrota de Crasso em Carrhae (53 a.C.), restavam dois líderes influentes, César e Pompeu; estando Pompeu no lado do Senado, este declara César inimigo de Roma, ao que César respondeu, atravessando o Rubicão e iniciando a Guerra Civil. Tendo vencido Pompeu em Farsália (Agosto 48 a.C.) e as restantes forças opositoras em Munda (45 a.C.), tornou-se efectivamente a primeira pessoa a governar unipessoalmente Roma, desde o tempo da Monarquia. O seu assassinato pouco tempo depois (Março 44 a.C.), às mãos dos conspiradores liderados por Marco Júnio Bruto e Caio Cássio Longino, terminou esta primeira experiência de governo unipessoal do estado romano. Por esta altura, já a República tinha sido decisivamente abalada, e após a derrota final dos conspiradores, o surgimento do Segundo Triunvirato, entre Octávio, Marco António e Lépido, e a sua destruição na Guerra Civil seguinte, culminando na decisiva Batalha de Áccio (31 a.C.), deixou Octávio como a única pessoa com poder para governar individualmente Roma, tornando-se efectivamente no primeiro imperador romano, fundando uma dinastia (Júlio-Claudiana) que só a morte de Nero (68 d.C.) viria a terminar. A Batalha de Áccio, 2 de Setembro de 31 a.C..Uma vez que o primeiro imperador, César Augusto, sempre recusou admitir-se como tal, é difícil determinar o momento em que o Império Romano começou. Por conveniência, coloca-se o fim da República em 27 a.C., data em que César Augusto adquire este cognome e em que começa, oficialmente, a governar sem parceiros. Outra corrente de historiadores coloca o princípio do Império em 14 d.C., ano da morte de Augusto e da sua sucessão por Tibério. Nos meios académicos, discutiu-se bastante a razão pela qual a sociedade romana, habituada a cerca de cinco séculos de república, aceitou a passagem a um regime monárquico sucessório. A resposta centra-se no estado endêmico de guerra civil que se vivia nos anos prévios a Augusto e no longo reinado de quarenta e cinco anos que se seguiu, notável pela paz interna. Com a esperança de vida média em cerca de quarenta e cinco anos, à data da morte de Augusto, o cidadão romano médio não conhecia outra forma de governação e estava já preparado para aceitar um sucessor. [editar] O reinado de Augusto Augusto (63 a.C.-14 d.C.).O reinado de Augusto é considerado por todos os historiadores como um período de prosperidade e expansão.[7] A nova estrutura política criada por Augusto designa-se por "principado", sendo o chefe do império designado por princeps civium (o primeiro dos cidadãos) e ao mesmo tempo princeps senatus (o primeiro do Senado). O termo princeps está na origem da palavra "príncipe", que não era o título do chefe do Estado. O título era César e foi este que Augusto e seus sucessores adoptaram. Augusto era também comandante-chefe do exército e decidia a guerra ou a paz e auto-nomeou-se "tribuno por toda a vida". Augusto, que não era especialmente dotado para a estratégia, mas tinha bons generais como Agripa na sua confiança, anexou oficialmente o Egipto, que já estava sob domínio romano havia 40 anos, toda a península Ibérica, a Panónia, a Judeia, a Germânia Inferior e Superior e colocou as fronteiras do Império nos rios Danúbio e Reno, onde permaneceram por 400 anos. O império que Augusto recebeu era vasto e heterogêneo, com várias línguas e vários povos. O grego era a língua mais falada nos territórios orientais, e o latim progredia pouco nestes territórios, mas nos territórios ocidentais era a língua mais falada. Augusto passou a tratar todos os habitantes do império como iguais e visitou várias zonas para verificar quais os problemas de cada província, assim estas floresceram e atingiram o máximo do seu desenvolvimento. [editar] Fontes sobre a era de Augusto Roma no tempo de Augusto.A era de Augusto é mais pobremente documentada que o período republicano que o precedeu. Enquanto Lívio escreveu sua magistral história durante o reinado de Augusto, e sua obra cobriu toda a história romana até 9 a.C., somente sumários sobreviveram de sua cobertura da República tardia e do período de Augusto. Importantes fontes primárias deste período incluem: Res Gestae Divi Augusti, a autobiografia (quase que um testamento político) de Augusto; Historiae Romanae de Veleio Patérculo, um trabalho desorganizado que permanece como os melhores anais do período de Augusto. Controversiae e Suasoriae de Sêneca, o Velho. Embora registros primários deste período sejam poucos, trabalhos de poesia, legislação e engenharia deste período suprem importantes visões da vida romana. Arqueologia (incluindo a arqueologia marítima), pesquisas aéreas, inscrições em edifícios e moedas, têm também fornecido evidências valiosas sobre a economia e condições sociais e militares. Fontes secundárias da era de Augusto incluem Tácito, Dião Cássio, Plutarco, Suetônio com sua Vida dos Doze Césares. Flávio Josefo, com suas Antiguidades Judaicas é uma fonte importante para a Judéia, que se tornou província romana durante o reinado de Augusto. [editar] Julio-Claudianos Ver artigo principal: Dinastia Julio-Claudiana: Augusto, Tibério, Calígula, Cláudio, Nero Os sucessores de Augusto são conhecidos como a Dinastia Julio-Claudiana (que inclui ele próprio), devido aos casamentos idealizados por ele entre a sua família, os Julii, e os patrícios Claudii. Nos primeiros anos do reinado de Tibério, não houve grandes mudanças políticas ou organizativas em relação aos princípios estabelecidos por Augusto. No entanto, com o passar do tempo, a instabilidade surgiu dentro da própria família imperial. Tibério tornou-se paranóico com possíveis conspirações e tentativas de golpe de estado, chegando, em 26, a retirar-se para a ilha de Capri de onde governou por procuração até ao fim da vida. Em consequência, mandou matar ou executar grande parte da sua família e senadores de destaque, provocando uma sensação de desconforto generalizada. O seu sucessor Calígula cresceu neste ambiente e mostrou-se um imperador igualmente instável. As perseguições tornaram-se norma e durante estes reinados muitas das famílias tradicionais romanas chegaram ao fim devido a assassinatos e execuções que se prolongaram pelos reinados de Cláudio e Nero. Em 68, a classe política tinha chegado ao limite de resistência a tanta insegurança política. Depois de alguns erros estratégicos graves e de ter arruinado as finanças do estado em aventuras como a construção do seu palácio dourado, Nero é declarado um inimigo do estado e declarado fora da lei. Fugindo de Roma acompanhado apenas pelo seu secretário, o imperador acaba por se suicidar antes de ser apanhado pela guarda pretoriana que ia em seu encalço. Com a sua morte, desaparecia a dinastia Julio-Claudiana e Roma acabaria por encontrar alguma estabilidade política, mas não imediatamente, como se verá mais em baixo. Do ponto de vista organizativo, como já se disse, pouco mudou em relação ao estabelecido por Augusto. Apenas Cláudio introduziu algumas reformas e procurou a prosperidade do império, talvez porque à data da sua ascensão ao trono era já um homem maduro. Cláudio foi ainda o responsável pela iniciativa da invasão romana das ilhas britânicas em 43, que se saldou pela adição de mais uma província ao império. Em 64, durante o reinado de Nero, Roma foi consumida por um violento incêndio (do qual o próprio imperador é muitas vezes erroneamente considerado culpado) e começaram as perseguições aos cristãos. Os Julio-Claudianos foram eficazes em espalhar o culto imperial. Alguns deles, como Cláudio, foram deificados durante a sua vida e elevaram à dignidade divina muitos dos seus familiares (alguns subsequentemente assassinados). [editar] Flavianos Ver artigos principais: Dinastia Flaviana, Ano dos quatro imperadores: Vespasiano, Tito, Domiciano. Depois do suicídio de Nero, Sérvio Sulpício Galba, um velho senador pertencente aos Sulpicii, uma velha família aristocrática, torna-se imperador por nomeação senatorial. O seu reinado não começou bem. Durante a viagem da Hispânia para Roma, Galba não hesitou em espalhar o caos e a destruição pelas cidades que não lhe prestaram honras imperiais de imediato. Em Roma, substituiu grande parte das chefias militares e depressa se revelou tão paranóico como os seus antecessores. A sua recusa em conceder os prémios monetários às legiões e guarda pretoriana que o apoiaram serviu de impulsionador à organização de um golpe de estado e, em Janeiro de 69, Galba foi assassinado pelos pretorianos no Fórum, juntamente com o seu sucessor designado. Em Roma, saudou-se Marco Sálvio Otão como novo imperador, mas no Reno as legiões aclamaram Aulo Vitélio que de imediato iniciou a marcha para Roma. Em Abril, Vitélio derrota Otão e torna-se o único imperador, embora pouco tempo depois o exército estacionado na Judeia aclamasse o seu comandante Vespasiano como imperador. Durante a segunda metade do ano, todas as províncias foram-se declarando por Vespasiano e Vitélio perdeu terreno. Finalmente, a 20 de Dezembro, as tropas de Vespasiano entraram em Roma e assassinaram Vitélio. Vespasiano tornou-se então o único imperador e deu início à dinastia Flaviana. Uma das mais notáveis obras de engenharia clássica, o Coliseu de Roma, mandado erigir por Vespasiano, serviu para inúmeros espectáculos, incluindo dramatizações de batalhas navais.Vespasiano mostrou ser um imperador responsável e razoável em comparação aos excessos perpetrados pelos Julio-Claudianos. Apesar de ser um autocrata que pouca ou nenhuma importância política dava ao senado, Vespasiano procurou reorganizar o exército, as finanças do estado e a sociedade romana. Aumentou os impostos, mas erigiu grandes obras, como o Coliseu de Roma conhecido na altura como Anfiteatro Flaviano. Como antigo governador e general, Vespasiano sabia qual o melhor para as províncias e como manter o exército satisfeito, tudo condições indispensáveis para a estabilidade de um reinado. O seu filho, Tito Flávio, sucedeu-lhe em 79. Prometia ser um imperador à altura do seu pai, mas o seu breve reinado foi marcado por catástrofes. A 24 de Agosto do mesmo ano, o vulcão Vesúvio destruiu as cidades de Pompeia e Herculano e, em 80, Roma foi de novo consumida por um incêndio. Em 81, Tito é sucedido pelo irmão Domiciano, que haveria de se mostrar pouco à altura das capacidades dos seus familiares. Assim, tal como na dinastia Julio-Claudiana, o que começou por ser um período de prosperidade, depressa caiu em instabilidade política. Domiciano revelou-se tão paranóico como Calígula ou Nero e as atrocidades do seu reinado valeram-lhe o epíteto de pior imperador de todos os tempos. Quando em 96 Domiciano é assassinado, Roma encontra-se bastante céptica quanto à validade do modelo dinástico e a sucessão imperial evoluiu para o conceito do mais apto. Esta mudança deu origem ao período dos cinco bons imperadores. [editar] Antoninos: Cinco bons imperadores Ver artigos principais: Os cinco bons imperadores: Nerva, Trajano, Adriano, Antonino Pio, Marco Aurélio. Nesta foto as províncias do Império romano em quase toda sua extensão máxima (governo de Trajano). Agora, nesta foto, as províncias do Império Romano em sua máxima extensão (governo de Trajano). O Império Romano sob Adriano.Depois do assassinato de Domiciano, o senado nomeou Nerva como imperador romano. Apesar de ser já de meia idade e de não ter descendentes, Nerva era um homem considerado capaz, quer do ponto de vista militar quer do ponto de vista administrativo, mas sobretudo racional e confiável. A falta de filhos revelou ser uma vantagem, pois a sua sucessão foi determinada pelo valor do candidato e não por critérios familiares — embora já Trajano tenha sido formalmente adoptado por Nerva. Trajano, Adriano e Antonino Pio seguiram a mesma política de nomear o sucessor mais apto, o que resultou num período de estabilidade conhecido como os cinco bons imperadores. Durante o reinado destes cinco homens, Roma prosperou e atingiu o seu pico civilizacional, ao ponto de alguns analistas defenderem que o nível civilizacional alcançado durante este período só foi novamente alcançado na Inglaterra do século XVIII. Trajano foi o responsável pela extensão máxima do Império em 117, ao estender a fronteira oriental até incluir a Mesopotâmia na alçada de Roma. O seu sucessor, Adriano, soube manter a enorme área do império e reconhecer que não valia a pena estendê-lo mais. Deu as conquistas por terminadas e construiu a muralha de Adriano no Norte de Inglaterra como símbolo do fim do Império. Este período de manutenção, por oposição à conquista, ficou conhecido como a Pax Romana. O ciclo de prosperidade terminou quando Marco Aurélio designou, para sucessor, não o homem mais apto, mas o seu filho Cómodo, que se sabia pouco à altura do seu pai e seus antecessores. Como na dinastia Julio-Claudiana (Nero) e Flaviana (Domiciano), um período de prosperidade foi seguido por uma governação errática por um homem paranóico, neste caso Cómodo, que incentivaria a revolta dos seus súbditos. Cómodo foi assassinado em 192, mas o Império caiu numa grave crise dinástica e social. O mapa de Ptolomeu, reconstituído da sua obra Geographia (ca. 150 d.C.), indicando as nações "Serica" e "Sinae" (China) à direita, além da ilha Taprobana (Sri Lanka) e a "Aurea Chersonesus" (península do Sueste Asiático). [editar] A crise do século terceiro (193 - 285) Ver artigo principal: crise do século terceiro O fim do século II foi marcado por mais uma guerra civil de sucessão. Septímio Severo acabou por assegurar a coroa imperial e levar o Império para um breve período de estabilidade. Os seus sucessores, no entanto, não tiveram a mesma sorte. Entre a morte de Severo em 211 e o início da tetrarquia em 285, o Império teve 28 imperadores, dos quais apenas 2 faleceram por causas naturais (de peste). Contemporaneamente, estão registados 38 usurpadores romanos, dos quais muitos se tornaram imperadores de pleno direito. Para além da crise política endémica, o século III foi marcado pelo início das invasões dos povos bárbaros que habitavam as zonas fronteiriças do Império. [editar] Fim da Era Dourada (193 - 197) O reinado de Cómodo foi marcado por vários excessos, tendo sido terminado pelo seu assassinato a 31 de Dezembro de 192; foi sucedido pelo seu prefeito do pretório, Pertinax, um homem de origem humilde e que, ao fim de escassos três meses como imperador, acabou por sua vez por morrer às mãos dos pretorianos. Seguiu-se uma situação caricata, em que a Guarda Pretoriana pôs o Império em leilão, tendo este sido ganho por Dídio Juliano, ao oferecer um donativum maior (193). A situação não durou muito, pelo que nas províncias vários generais se declararam eles próprios imperadores (Clódio Albino na Gália, Pescénio Niger na Síria e Septímio Severo na Panónia), tendo sido Severo quem ganhou após alguns anos de guerra civil (197). [editar] Os Severos (193 - 235) Septímio Severo (146-211).Tendo-se tornado imperador, Septímio Severo tornou o Império efectivamente numa monarquia militar, em mais um passo na direcção do Dominato; teve dois filhos, Caracala e Geta que, após a sua morte (211), degladiaram-se entre si, tendo Caracala assassinado Geta (Dezembro de 211). Caracala tornou-se desconfiado, tendo favorecido os soldados; foi morto por um membro da sua guarda, presumivelmente a mando do seu prefeito do pretório, Macrino, o qual se declarou imperador (217). Uma irmã da mulher de Septímio Severo, Júlia Maesa, conseguiu subornar uma legião e fazer com que declarassem o seu neto Heliogábalo, na verdade primo de Caracala, como seu filho e verdadeiro sucessor, tendo a revolta sido bem sucedida e Macrino morto (218). O reinado de Heliogábalo foi marcado por excessos que levaram a que a sua avó mudasse o seu apoio para um primo, Alexandre Severo e que Heliogábalo e sua mãe fossem mortos (Março de 222). Sob Alexandre Severo o império prosperou mas começaram os primeiros problemas: invasão dos persas sassânidas (233), invasões de povos germânicos e o imperador, que preferia negociar a paz em troca de tributo do que travar a guerra, foi morto na Mogúncia (Março(?) de 235), junto com a sua mãe, por tropas revoltadas ao verem tanto ouro ser dado aos bárbaros. [editar] Anarquia militar: os imperadores-soldados (235 - 285) Evolução territorial do Império RomanoDurante os próximos 50 anos, o Império iria sofrer usurpações, derrotas e fragmentação; imperadores seriam assassinados, mortos em batalha ou pelos seus rivais, num desespero para encontrar uma solução e por fim, surgiria o Dominato, a monarquia absoluta, a qual removeria os poucos traços republicanos que Roma ainda conservava, por forma a dar ao império um último fôlego. Após a morte de Alexandre Severo, o império caía uma vez mais nas mãos dos generais. Maximino, o Trácio é proclamado imperador pelas tropas e durante três anos prossegue com a guerra, devastando os povos germânicos; como este esforço militar exigia muito dinheiro, começaram a aumentar os abusos por parte dos funcionários imperiais em relação aos impostos. Em África esses abusos foram notórios e provocaram uma revolta (238). Proclamaram imperador o senador Gordiano, o qual associou o seu filho, Gordiano II, tendo o senado de Roma reconhecido a nomeação; Gordiano II foi morto numa batalha, e Gordiano I suicidou-se ao saber da notícia. Maximino Trácio, ao tentar dirigir-se a Roma para suprimir a revolta, deparou-se com resistência inesperada por parte da cidade de Aquileia, e os seus soldados, furiosos, mataram-no. O neto de Gordiano, Gordiano III, foi proclamado imperador e aceite por todos. Entretanto a situação do império complicava-se. No Oriente, começa uma guerra contra os sassânidas; Gordiano III enfrenta-a, mas morre em batalha ou é morto durante a retirada (244). O seu prefeito do pretório, Filipe, proclama-se imperador. [editar] Usurpadores e derrotas (244 - 253) Filipe celebra o milénio de Roma (247) com pompa e fausto. Mas a situação volta a piorar. Generais nas províncias revoltam-se e proclamam-se imperadores. Ao tentar lidar com um deles, Décio, o comandante que Filipe despachara para lidar com a revolta, é por sua vez proclamado imperador; defronta Filipe em batalha e este é morto pelas tropas (249). O novo imperador adoptou uma política dura e conservadora como forma de lidar com os problemas do Império; assim, perseguiu os cristãos e travou guerra contra os godos, na qual acabaria por ser derrotado e morto (251). Outros usurpadores ocuparam brevemente o trono durante este tempo. Em 253, Valeriano I ascenderia por sua vez ao trono e, com ele, o Império iria descer ao seu ponto mais baixo. [editar] Valeriano e Galiano: Fragmentação e Derrota, Soluções para o Futuro (253 - 268) Moeda cunhada por Valeriano I.Valeriano I associa ao trono o seu filho Galiano, atribuindo-lhe a parte ocidental do império e reservando para ele a parte oriental. Durante este tempo, o império estava a ser invadido por vários povos, nomeadamente godos e alamanos, e ao mesmo tempo surgiam usurpadores. Em 258, Póstumo declara-se imperador na Gália, dando origem assim ao Império das Gálias, ao qual Galiano, demasiado fraco, não pode opôr-se com eficácia. No Oriente, os persas avançaram, com alguma resistência de Valeriano no início, mas com o Exército Romano dizimado pela peste, tenta negociar a paz com rei sassânida Shapur I, apenas para se ver aprisionado, humilhado e mais tarde morto (260). O seu filho Galiano tenta manter a notícia da captura e morte do seu pai um segredo, mas apenas o consegue durante um ano; por esta altura, desencadeia-se uma sequência de usurpações, em parte como resposta local às situações de necessidade perante as invasões, em parte como tentativa de dar solução aos problemas. Galiano, demasiado ocupado a derrotar usurpadores e invasores diversos, deixa que, no Ocidente, o Império das Gálias se desenvolva, e no Oriente, que o reino de Palmira se apodere de território romano, mas que Roma já não está em condições de defender. Aos poucos, a situação vai melhorando: Galiano consegue ir derrotando ou ver assassinados sucessivamente os seus rivais, reforma o exército e consegue uma grande vitória contra os bárbaros (268) antes de ser assassinado; no Oriente, o reino de Palmira, inicialmente sob o comando de Odenato, e mais tarde, da sua viúva, Zenóbia, consegue deter os persas, mas apoderando-se cada vez mais de território romano. Caberá aos sucessores de Galiano recuperarem e reunificarem o Império pela primeira vez em 15 anos. [editar] Recuperação e estabilização (268 - 285) A recuperação do Império veio por fases: Cláudio II, o sucessor de Galiano, começa por infligir uma grande derrota aos godos (270) mas, atingido pela peste, morre antes de poder restaurar o Império. Aureliano, o seu sucessor, será mais bem sucedido. Em 4 anos, reincorpora no Império as Gálias e derrota Zenóbia, recuperando assim o Oriente. Sinal dos tempos, dota Roma da sua primeira muralha desde as invasões Gaulesas que haviam ocorrido já fazia mais de 650 anos. Administrador duro e competente, estaria prestes a iniciar uma guerra contra os Persas, quando é assassinado (275); com ele, pela primeira vez, os imperadores romanos são adorados como deuses em vida. Após alguns anos, em que o Império mergulha uma vez mais na anarquia e na invasão, surge um novo e eficaz imperador, Probo (276-282), que consegue estabilizar a situação. Após o seu assassínio e os breves reinados de Caro e dos seus filhos, eis que surge o homem que irá enfim pôr ordem no império, Diocleciano (285). [editar] Tetrarquia Ver artigo principal: Tetrarquia Os tetrarcas, uma escultura porfíria, saqueada de um palácio Bizantino em 1204, tesouro de São Marcos, Veneza.A Tetrarquia foi um sistema de governo criado pelo imperador romano Diocleciano, como forma de resolver sérios problemas militares e econômicos do império romano. Diocleciano dividiu o seu poder sobre o império entre os sectores orientais (pars Orientis) e ocidentais (pars Occidentis). Manteve o controle pessoal do sector leste e o seu colega Maximiano controlou o ocidente. Diocleciano não dividiu propriamente o poder com seu companheiro de armas Maximiliano, pois, na realidade, Diocleciano estava colocado em posição superior à de Maximiliano. A partir daí, o Império passou a ter dois Augustos, cada qual com exército, administração e capital próprios, embora Diocleciano continuasse a ser o chefe do Estado, representando a unidade do mundo romano. Em 305, Diocleciano retirou-se à vida privada e induziu Maximiano a fazer o mesmo.[8] [editar] O Império cristão As divisões administrativas do Império Romano em 395, sob Teodósio I.O Império Romano passou a tolerar o cristianismo a partir de 313 d.C., com o Édito de Milão,[9] assinado durante o império de Constantino I (do Ocidente) e Licínio (do Oriente), no mesmo dia em que ocorreu o casamento de Licínio com Constantia, irmã do imperador da porção oriental do Império. Com este édito, o Cristianismo deixou de ser proibido e passou a ser uma das religiões oficiais do Império. O Cristianismo tornou-se a única religião oficial do Império sob Teodósio I (379-395 d.C.) e todos os outros cultos foram proibidos.[10] Inicialmente, o imperador detinha o controle da Igreja. A decisão não foi aceita uniformemente por todo o Império; o paganismo ainda tinha um número muito significativo de adeptos. Uma das medidas de Teodósio I para que sua decisão fosse ratificada foi tratar com rigidez aqueles que se opuseram a ela. O massacre de Tessalônica devido a uma rebelião pagã deixa clara esta posição do imperador. Um dos conflitos entre a nova religião do Império e a tradição pagã consistiu na condenação da homossexualidade, uma prática comum na Grécia antes e durante o domínio romano. [editar] A divisão do Império [editar] Constantinopla O centro administrativo do império tendia a voltar-se mais para o Oriente, por múltiplas razões. Primeiro pela necessidade de defesa das fronteiras orientais; depois porque o oriente havia se tornado a parte econômica mais vital do domínio romano; por fim Roma era uma cidade rica de vestígios pagãos, o que agora era inconveniente num império cristão: seus edifícios, sua nobreza senatorial, apegada à religião tradicional. Assim Constantino decretou a construção de uma nova capital, nas margens do Bósforo, onde havia a antiga fortaleza grega de Bizâncio, num ponto de grande importância estratégica, nas proximidades de dois importantes setores da limes: a região do baixo Danúbio e a fronteira do Império Sassânida. A nova cidade, que recebeu o nome de Constantinopla, isto é, "cidade de Constantino", foi concebida como uma "nova Roma" e rapidamente tornou-se o centro político e econômico do Império. Sua criação teve repercussões também no plano eclesiástico: enquanto em Roma a Igreja Católica adquiriu mais autoridade, em Constantinopla o poder civil controlou a Igreja. O bispo de Roma pôde assim consolidar a influência que já possuía, enquanto em Constantinopla o bispo baseava seu poder no fato de ser bispo da capital e no fato de ser um homem de confiança do Imperador.[11] [editar] Teodósio e o fim do império único Teodósio foi o último imperador a reinar sobre todo o império.[12] Após sua morte em 395, seus dois filhos Arcádio e Honório herdaram as duas metades: Arcádio tornou-se governante no Oriente, com a capital em Constantinopla, e Honório tornou governante no Ocidente, com a capital em Mediolanum (atual Milão), e mais tarde em Ravenna. O estado romano continuaria com dois diferentes imperadores no poder até o século V, embora os imperadores orientais se consideravam governantes do todo. O latim era usado nos documentos oficiais tanto, se não mais, que o grego. As duas metades eram nominalmente, cultural e historicamente, se não politicamente, o mesmo estado. [editar] O fim do Império Ocidental Ver artigo principal: Queda do Império Romano O Império Romano do Ocidente sofreu invasão dos povos bárbaros (qualquer povo cuja língua não fosse o latim) e, já enfraquecido internamente, caiu em 476 com a deposição do imperador Rômulo Augústulo. Outros reis estabeleceram-se em Roma, embora não mais usassem o título de "Imperador Romano". O Império Oriental, com capital em Constantinopla, continuou a existir por quase mil anos, até 1453. [editar] Cronologia Ver artigo principal: Cronologia da Roma Antiga [editar] Ver também Imperador romano Lista de imperadores romanos Império Gaulês - Lista de imperadores gauleses Império Bizantino – Lista de imperadores bizantinos Outros tópicos relacionados com Roma Antiga Em Portugal (Lusitânia e parte da Gallaecia): Nomes romanos das cidades portuguesas Viriato [editar] Referências ↑ Outras possibilidades são Res publica e Romania. Res publica, como um termo denotando a comunidade romana em geral, pode referir-se tanto à era republicana como à era imperial, enquanto Império Romano é usado para denotar a extensão territorial da autoridade romana. O termo tardio Romania, que foi mais tarde usado para o Império Bizantino, aparece em fontes gregas e latinas do quarto século em diante. (Ver Wolff, R.L. Romania: The Latin Empire of Constantinople. In: Speculum, 23 (1948), pp. 1-34 (pp. 2-3).) ↑ 2,0 2,1 2,2 2,3 (1979) "Size and Duration of Empires: Growth-Decline Curves, 600 B.C. to 600 A.D.". Social Science History 3. DOI:10.2307/1170959. ↑ John D. Durand, Historical Estimates of World Population: An Evaluation, 1977, págs. 253-296. ↑ Durante estas lutas, centenas de senadores morreram, e o Senado Romano foi renovado com legalistas do Primeiro Triunvirato e depois do Segundo Triunvirato. ↑ Otávio Augusto oficialmente proclamou ter salvo a República Romana e cuidadosamente disfarçou seu poder sob formas republicanas: cônsules continuaram a ser eleitos, tribunos dos plebeus continuaram a servir a justiça, e senadores ainda debatiam na cúria romana. Porém, era Otávio, e cada um de seus sucessores após ele, quem influenciava tudo e controlava as decisões finais e, em última análise, tinha as legiões para garanti-lo, caso fosse necessário. ↑ JANNUZZI, Giovanni. Breve historia de Italia. 1.ed. Buenos Aires: Letemendía, 2005. 80 p. p. 1 v. v. 1. ISBN 987-21732-7-3 ↑ Suetônio: A vida dos doze Césares – Augusto. Universidade de Chicago, 2006. Consultado em 09/03/2008. (em inglês) (em latim), ↑ GAETA, Franco; VILLANI, Pasquale. Corso di Storia: per le scuole medie superiori. 1.ed. Milão: Principato, 1986. 323 p. 1 v. v. 1. ↑ World History Database (inglês). Página visitada em 4/10/08, 2008. ↑ World History Database (inglês). Página visitada em 4/10/08, 2008. ↑ GAETA, Franco; VILLANI, Pasquale. Corso di Storia: per le scuole medie superiori. 1.ed. Milão: Principato, 1986. 323 p. 1 v. v. 1. ↑ A história do declínio e queda do império romano - Projeto Gutemberg. Baseado no Rev. H.H. Milman – Edição de 1845. Consultado em 11/03/2008. (em inglês) [editar] Bibliografia Gibbon, Edward, A história do declínio e queda do império romano, 1776. Heather, Peter. The Fall of the Roman Empire, 2005, ISBN 0-330-49136-9 [editar] Ligações externas História Ilustrada do Império Romano (em inglês) Biblioteca Romana de Leis - Yves Lassard, Alexandr Koptev (em inglês) Banco de dados da História Mundial – História do Império Romano (em inglês) [Expandir]v • d • e • h Roma Antiga História Fundação de Roma · História de Roma · Cronologia da Roma Antiga · Reino de Roma · Liga Latina · Guerras Latinas · República Romana · Primeiro triunvirato · Segundo triunvirato · Principado · Dominato · Império Romano · Grande incêndio de Roma · Ano dos quatro imperadores · Cinco bons imperadores · Crise do terceiro século · Império das Gálias · Tetrarquia · Império Romano do Ocidente · Invasões Bárbaras · Queda do Império Romano · Reis bárbaros de Roma · Império Bizantino · Queda de Constantinopla Governo Instituições SPQR · Senado · Cúria Romana · Fórum · Cursus honorum · Imperador Romano · Legatus · Dux · Vicarius · Lictor · Magister militum · Imperator · Princeps 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Quando a Igreja foi Ameaçada (século 18)

[< O poder dos papas vinha naufragando desde a Revolução Francesa, em 1789. Na época, a razão começava a reinar sobre a fé, e os Estados modernos estavam dispostos a separar a religião das política. Durante o século 19, as propriedades da Igreja foram saqueadas e seus territórios viviam sob constante ameaça. Em 1809, o imperador francês Na´poleão Bonaparte (1769-1821) chegou a sitiar o Vaticano e prender Pio VII (1742-1823). Na tentativa de diminuir o poder do catolicismo na França, ele manteve o pontífice confinado durante mais de quatro anos. Napoleão foi derrotado em 1815, mas o processo de unificação da Itália botou as terras da Igreja novamente em risco. Em 1860, o rei piemontês Vitório Emanuel II (1820-1878) já controlava quase todos os domínios papais do centro da Itália. Nessa época, surgiram duas correntes dentro da Santa Sé. Uma delas insistia no poder papal absolutista: a outra queria repartir esse poder com Igrejas nacionais independentes de Roma. A primeira alternativa levou a melhor no Concílio Vaticano I. A Igreja proclama, em texto de 1870, o dogma do papa incontestável e infalível. Os líderes nacionalistas logo deram o troco. Na Alemanha , na Bélgica e na Suíça, ordens religiosas foram expulsas pelos governos locais e o ensino ficou nas mãos do Estado. Na Itália, manifestantes protestaram durante o cortejo fúnebre de Pio IX (1792-1878) e só não jogaram o caixão no rio Tibre por que os seguranças agiram rápido e salvaram o cadáver do papa.( parte do texto da reista Aventuras na historia 67 fevereiro 2009.pg.32)

Relogio Mecanico

invenção do relógio mecânico. por admin_antonio — Última modificação 18/11/2007 15:43 Contribuidores: Fernando J. da Paixão Creative Commons Um breve resumo da invenção do relógio mecânico. A invençao do relógio mecânico revolucionou a medida do tempo. Devemos a sua invenção a um holandes chamado de Cristhian Huygens. A utilidade desta invenção é fácil de se perceber hoje. A maioria das pessoas posuem um relógio, vocês já prestaram a atenção nisto, e é muito superior aos relógios anteriores. O primeiro relógio que falamos foi a própria Terra, com o dia. Este relógio é adequado para medir o ano, as fases da lua, as estações do ano, mas se você quizer medir o tempo que você gasta para sair de casa até chegar na escola, ou quanto tempo gasta numa refeição, o dia não serve porque você termina e o dia é mesmo. Fica apenas uma informação é menor do que um dia. Isto levou as pessoas a pensarem como fazer outros relógios tais como o solar, o de agua e a ampulheta. Isto melhorou, mas não era tão prático como os relógios mecânicos. O de sol era adequado para determinar as horas, o de água ou eram pequenos e eram úteis para intervalos de tempo pequeno ou eram grandes e estavam fixos. Você pode apreciar um relógio de água chinês e outro construido na Espanha. Os primeiros relógios mecânicos parecem ter surgido no final do século XIII. Na Divina Comedia do escritor italiano Dante Alighieiri ele cita o relógio o que indica que os relógios mecânicos começaram a ser feitos no início do século XIV. A figura acima é de um relógio mecânico feito por um relojoeiro italiano chamado Giovanni di Dondi, o seu pai, Jacopo di Dondi construiu o primeiro relógio de torre na cidade Pádua no ano de 1344. Por incrivel que possa parecer muito deste relógio permeceu até os relógios elétricos. As engrenagens servem para contar e movimentar o ponteiro do relógio. Os pesos servem para movimentar o relógio.

século 20

até século 6º século 6º até 16 século 16 até 18 século 18 século 19 século 20 Século 20 (d.C.) Vacinação obrigatória gera distúrbios no Rio de Janeiro (Brasil) 1904 1905 Einstein anuncia a Teoria da Relatividade (ciência) Santos Dumont voa com o 14 Bis (tecnologia) 1906 1907 Auguste Lumière inventa a fotografia colorida (tecnologia) Picasso e Braque inventam o cubismo (artes plásticas) Marinetti publica o Manifesto Futurista (literatura) 1909 1910 Revolução Mexicana (conflito) Revolta da Chibata eclode no Rio (Brasil) Ford desenvolve a linha de produção nas suas fábricas (tecnologia) 1913 1914 Começa a Primeira Guerra Mundial, na Europa (guerra) Griffith filma O Nascimento de Uma Nação, primeiro longa-metragem com características modernas (cultura) 1915 1917 Começa a Revolução Russa (política) Greve operária pára São Paulo (Brasil) Fim da Primeira Guerra Mundial, com a derrota da Alemanha e seus aliados (guerra) 1918 1919 Assinatura do Tratado de Versalhes (política) Fundação das Ligas das Nações (política) Mussolini chega ao poder na Itália (política) Realização da Semana de Arte Moderna em São Paulo (Brasil) 1922 1924 São Paulo sofre bombardeamento aéreo durante a revolta tenentista de 1924 (conflito) Começa a Coluna Prestes (conflito) Hirohito torna-se imperador do Japão (política) 1926 1927 Lindenberg realiza a primeira travessia áerea do Atlântico (tecnologia) Getúlio Vargas é eleito presidente do Rio Grande do Sul (Brasil) Stálin assume o poder na União Soviética (política) 1928 1929 Quebra da Bolsa de Nova York Revolução de 1930 marca o início da Era Vargas (Brasil) 1930 1932 Franklin Roosevelt torna-se presidente dos EUA (política) Início da Guerra do Chaco, entre Paraguai e Bolívia (guerra) Salazar torna-se presidente do Conselho em Portugal (política) Revolta Constitucionalista, em São Paulo (Brasil, conflito) New Deal tem início nos EUA (política) Hitler torna-se o 1° ministro alemão (política ) 1933 1936 Guerra Civil Espanhola (guerra) Roosevelt é reeleito (política) Primeira transmissão televisiva, na Inglaterra (tecnologia) Japoneses ocupam Pequim, Xangai e Nanquim (guerra) Picasso pinta Guernica (artes plásticas) Instalação do Estado Novo (Brasil) 1937 1939 Hitler invade a Polônia: começa a Segunda Guerra Mundial (guerra) Paris é ocupada pelos alemães (guerra) 1940 1941 Ataque japonês a Pearl Harbour precipita a entrada dos EUA na Guerra (guerra) Brasil entra na Segunda Guerra (guerra) 1942 1944 Desembarque aliado na Normandia ( Dia D) Morte de Roosevelt coloca Truman na presidência (política) Fim da guerra na Europa, em 8 de maio (guerra) EUA explodem bombas atômicas no Japão (guerra) Capitulação do Japão, no dia 15 de agosto (guerra) Vargas renuncia à presidência (política) 1945 1946 Péron é eleito na Argentina (política) EUA lançam o Plano Marshall (política) Indepêndencia da Índia e Paquistão (política) 1947 1948 Criação do Estado de Israel (política) Soviéticos explodem sua primeira bomba atômica (tecnologia) China torna-se comunista (política) Simone de Beauvoir lança O Segundo Sexo (filosofia) Assinado o Tratado do Atlântico Norte (Otan) (política) 1949 1950 Começa a Guerra da Coréia (guerra) Vargas é eleito presidente (Brasil) Primeiro computador comercial, UNIVAC I, é lançados nos EUA (tecnologia) 1951 1954 Vargas comete suicídio (Brasil) Começa a Guerra do Vietnã (guerra) 1955 1957 União Soviética dá largada à corrida espacial, lançando o Sputnik (tecnologia) Castro lidera a Revolução Cubana (política) 1959 1960 Kubitschek inaugura Brasília (Brasil) Janio Quadros renuncia à presidência (Brasil) 1961 1962 Crise dos mísseis envolve EUA, União Soviética e Cuba (política) Kennedy é assassinado nos EUA (política) 1963 1964 João Goulart é deposto do poder pelos militares (Brasil) Começa a Revolução Cultural na China (política) 1966 1968 Protestos estudantis em vários países (conflito) Homem chega à Lua (tecnologia) 1969 1973 Allende é derrubado por Pinochet no Chile (política) Richard Nixon renuncia (política) 1974 1981 Cientistas isolam o vírus da AIDS (ciência) Internet é criada (tecnologia) 1983 1985 Tancredo Neves morre após eleição (Brasil) Queda do muro de Berlim (política) Collor é eleito presidente (Brasil) 1989 1991 Fim da União Soviética (política) Collor renuncia (Brasil) 1992 1994 Fernando Henrique Cardoso é eleito presidente (Brasil) Cientistas escoceses produzem clone de uma ovelha (tecnologia) 1999 2000 Bug do ano 2000 (tecnologia

século 19

até século 6º século 6º até 16 século 16 até 18 século 18 século 19 século 20 Século 19 (d.C.) Thomas Jefferson é eleito presidente, nos EUA (política) 1801 1803 Inglaterra declara guerra contra a França de Napoleão (guerra) Jefferson compra da França o território da Louisiana, duplicando o tamanho dos EUA (política) Haiti torna-se o segundo país independente da América (política) 1804 1805 Batalha de Trafalgar, com vitória da esquadra inglesa (guerra) França declara o Bloqueio Continental contra a Inglaterra, mas Portugal não adere (política) 1806 1808 Começam os movimentos de independência nas colônias espanholas sul-americanas (política) Corte portuguesa chega ao Brasil fugindo de Napoleão; abertura dos portos brasileiros (Brasil) No exílio em Londres, Hipólito da Costa publica o "Correio Brasiliense", primeiro jornal brasileiro (Brasil) Goya começa a pintar Os Desastres da Guerra, retratando a ocupação napoleônica na Espanha (artes plásticas) 1810 1811 Paraguai e Venezuela tornam-se independentes (política) EUA declaram guerra à Inglaterra (guerra) 1812 1814 Napoleão abdica do poder (política) Stephenson inventa a locomotiva a vapor (tecnologia) Napoleão retorna, mas sofre derrota definitiva em Waterloo (guerra) Brasil torna-se Reino Unido a Portugal e Algarves (Brasil) 1815 1816 Argentina declara independência (política) Estoura a Revolução Pernambucana (Brasil) 1817 1818 Mary Shelley publica Frankenstein (literatura) Primeira iluminação urbana, em Londres (tecnologia) 1820 1821 México torna-se independente (política) Hegel publica Fundamentos da Filosofia do Direito (filosofia) Independência do Brasil (Brasil) 1822 1823 EUA declaram a Doutrina Monroe (política) Peru independente (política) Beethoven compõe a Nona Sinfonia (cultura) Promulgada a 1a. Constituição brasileira (Brasil) 1824 1825 Guerra entre Brasil e Argentina pela província Cisplatina (Uruguai) (guerra) Revolução liberal na França (política) 1830 1831 D. Pedro 1° abdica do trono (Brasil). A Guerra dos Farrapos irrompe no Rio Grande do Sul, contra o governo federal (Brasil) Revolta dos malês na Bahia (Brasil) 1835 1840 Começam as Guerras do Ópio na China (guerra) D. Pedro 2° assume o poder moderador (Brasil) 1843 1846 Início da guerra entre México e EUA (guerra) Anestesia é usada pela primeira vez em hospital (tecnologia) Revoluções se alastram na Europa (conflito) Marx e Engels publicam O Manifesto Comunista (política) 1848 1850 Lei Eusébio de Queiroz extingue o tráfico de escravos (Brasil) José de Alencar publica O Guarani (Brasil) 1857 1859 Charles Darwin publica A Origem das Espécies (ciência) Primeiro poço de petróleo é perfurado, nos EUA (tecnologia) Começa a Guerra da Secessão nos EUA (guerra) 1861 1862 Abraham Lincoln liberta os escravos (política) Paraguai declara guerra ao Brasil (guerra) Lincoln é assassinado (política) 1864 1867 Início da era Meiji no Japão (política) Fim da Guerra do Paraguai (guerra) Carlos Gomes compõe O Guarani (Brasil) 1870 1872 Primeiro recenseamento no Brasil (Brasil) Alexander Graham Bell inventa o telefone (tecnologia) 1876 1877 Thomas Edison inventa o microfone e o fonógrafo (tecnologia) Rodin esculpe O Pensador 1880 1884 Ceará (março) e Amazonas (julho) extinguem a escravidão (Brasil) Gottlieb Daimler produzem o primeiro carro movido a gasolina (tecnologia) 1885 1886 Pemberton, farmacêutico norte-americano, inventa a coca-cola (tecnologia) Lei Áurea abole a escravidão, no dia 13 de maio (Brasil) 1888 1889 Proclamação da República, em 15 de novembro (Brasil) Promulgada a Constituição dos Estados Unidos do Brasil (Brasil) 1891 1895 Röentgen descobre o raio-X (tecnologia) Irmãos Lumière constroem o primeiro aparelho cinematográfico (tecnologia) Criação do Prêmio Nobel da Paz (política) Primeiros Jogos Olímpicos modernos, em Atenas Marconi inventa o telégrafo sem fio (tecnologia) 1896 1897 Destruição de Canudos (Brasil) Guerra entre EUA e Espanha (guerra) 1898 1899 Machado de Assis publica sua obra-prima, Dom Casmurro (Brasil) População mundial: 1.550.000 1900 Fontes: História do Brasil (Bóris Fausto), Brazil (Thomas Skidmore), Brasil História - Texto e Consulta (Antonio Mendes Jr et. al.), Dicionário Ilustrado Folha, Encyclopaedia Britannica, Oxford Encyclopedia of World History, The Timetables of History (Bernard Grun), http://www.hyperhistory.com.

tempo sec.18

até século 6º século 6º até 16 século 16 até 18 século 18 século 19 século 20 Século 18 (d.C.) Guerra dos Emboabas (Brasil) 1707 1709 Surge o primeiro piano, na Itália (tecnologia) Guerra dos Mascates em Pernambuco (Brasil) 1710 1711 Criação da Capitania de Minas Gerais, separada de São Paulo China conquista o Tibete (guerra) 1720 1729 J.S. Bach compõe A Paixão Segundo São Mateus (cultura) Bering chega ao Alasca (navegação) 1741 1742 Celsius desenvolve a escala em centígrados (ciência) Música sinfônica (orquestra) começa a se difundir pela Europa (cultura) Tratado de Madri (política) Marquês de Pombal torna-se secretário de estado (política) 1750 1751 Diderot publica o primeiro volume de sua Enciclopédia (filosofia) Terremoto destrói Lisboa (desastres naturais) 1755 1756 Começa a Guerra dos Sete Anos (guerra) Escola fisiocrata na França inicia a teoria econômica moderna (filosofia) 1757 1759 Britânicos conquistam a colônia francesa do Quebec (guerra) Expulsão dos jesuítas do Brasil (Brasil) Voltaire publica Cândido (filosofia) Rousseau lança Contrato Social, clássico do iluminismo (filosofia) 1762 1764 Mozart escreve a sua primeira sinfonia, aos 8 anos de idade (cultura) Cavendish isola o hidrogênio (ciência) 1766 1774 Luís 16 chega ao poder na França (política) Goethe escreve Werther, clássico da literatura romântica (literatura) Priestley descobre o hidrogênio (ciência) Começa a Guerra da Independência nos EUA (guerra) Jenner descobre o princípio da vacinação (tecnologia) 1775 1776 Adam Smith publica Pesquisa sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações (filosofia) Assinada a Declaração de Independência, nos EUA (política) Cresce a indústria têxtil na Inglaterra 1777 1781 Kant publica Crítica da Razão Pura (filosofia) Fim da Guerra da Independência (guerra) Irmãos Montgolfier realizam o primeiro "vôo humano", num balão de ar quente (tecnologia) Cavendish identifica a composição da água (ciência) 1783 1787 Constituição norte-americana é assinada (política) Revolução Francesa: fim da Idade Moderna e início da Contemporânea (política) George Washington torna-se o primeiro presidente norte-americano (política) Lavoisier começa a química moderna (ciência) Inconfidência Mineira (Brasil) 1789 1791 Revolta escrava no Haiti, sob o comando de Toussaint L'Ouverture (conflito) Thomas Paine publica Os Direitos do Homem (filosofia) Proclamação da República Francesa (política) Julgamento dos inconfidentes e execução de Tiradentes (Brasil) 1792 1793 Começa o Regime do Terror na França (política) Conjura baiana estoura em Salvador (Brasil) 1798 1799 Napoleão assume o poder (política) Alessandro Volta fabrica a primeira bateria (tecnologia) População mundial estimada em 900 milhões (demografia) 1800 Fontes: História do Brasil (Bóris Fausto), Brazil (Thomas Skidmore), Dicionário Ilustrado Folha, Encyclopaedia Britannica, Oxford Encyclopedia of World History, The Timetables of History (Bernard Grun), http://www.hyperhistory.com.

contagem do tempo sec 16

Século 16 a século 18 A linha do tempo traz os principais fatos e personagens da história da humanidade desde a invenção da escrita (aproximadamente 3400 a.C.) até os dias de hoje. Para pesquisar um período histórico, basta escolher a época desejada na barra horizontal -dividida por séculos. Ao rolar a linha do tempo para baixo, os anos correm para o futuro. Rolando para cima, a linha retrocede no tempo. Para saber mais sobre determinado acontecimento, clique sobre o ícone . até século 6º século 6º até 16 século 16 até 18 século 18 século 19 século 20 Século 16 (d.C.) Leonardo da Vinci pinta Mona Lisa (artes plásticas) Franceses chegam às costas brasileiras (Brasil) 1503 1508-12 Michelângelo pinta a Capela Sistina (artes plásticas) O relógio é inventado em Nuremberg, na atual Alemanha (tecnologia) 1509 1517 Começo da Reforma religiosa na Alemanha (religião) Magellan cruza o Oceano Pacífico (navegação) 1519 1521 Hernán Cortés conquista os astecas, no México (colonização) Expedição Martim Afonso de Souza marca o início da colonização (Brasil) 1531 1532 Fundação de São Vicente, primeira vila brasileira (Brasil) Francisco Pizarro derrota o Império Inca, no Peru (colonização) 1533 1534 Fundação da ordem dos jesuítas (religião) Criação das quatorze capitanias hereditárias no Brasil, por D. João 3° (Brasil) Primeiros escravos africanos chegam ao Brasil (Brasil) 1538 1542 Portugueses aportam no Japão (navegação) Nicolau Copérnico conclui a obra De Revolutionibus Orbium (ciência) 1543 1545 Começa o Concílio de Trento (religião) Chega ao Brasil o primeiro Governador-Geral, Tomé de Souza (Brasil) Fundação de Salvador (Brasil) 1549 1551 Fundação da Universidade de Lima, a primeira na América (colonização) Fundação de São Paulo (Brasil) 1554 1557 Portugueses fundam Macau, na China (colonização) Elizabeth 1a. se torna rainha da Inglaterra, governando até 1603 (política) 1558 1559 Tabaco é introduzido na Europa (costumes) Fundação do Rio de Janeiro (Brasil) 1565 1570 D. Sebastião concede liberdade aos índios (Brasil) Camões publica o clássico Os Lusíadas (literatura) 1572 1577 D. Sebastião desaparece na batalha de Alcácer-Quebir, no norte da África Espanha ocupa Portugal (união das coroas ibéricas) (política) 1580 1583 Invenção do microscópio e do termômetro (ciência) William Shakespeare escreve Romeu e Julieta (literatura) 1594 Século 17 (d.C.) Shakespeare escreve Hamlet (literatura) 1603 1607 Virgínia, na América do Norte, é colonizada pelos ingleses (colonização) Franceses iniciam o povoamento de Quebéc (Canadá) (colonização) 1608 1609 Galileu inventa o telescópio (tecnologia) Franceses fundam São Luís, no Maranhão (Brasil) 1612 1614 Antônio Vieira chega ao Brasil (literatura) Cervantes publica Dom Quixote (literatura) Franceses expulsos do Maranhão. 1615 1618 Guerra dos Trinta Anos começa na Europa (guerra) Navio Mayflower chega a Cape Cod, em Massachusetts, nordeste dos EUA (colonização) 1620 1629 Bandeira de Raposo Tavares e Manuel Preto destrói missões jesuíticas no Paraná Início do Quilombo dos Palmares (Brasil) Holandeses ocupam Pernambuco (Brasil) 1630(c) 1637 Descartes publica Discurso sobre o Método, marco da filosofia moderna (filosofia) Maurício de Nassau chega ao Brasil (Brasil) Portugal volta a se tornar independente da Espanha (Restauração) (política) 1640 1643 Luís 14 chega ao poder na França (política) Primeira batalha dos Guararapes, contra os holandeses (Brasil) 1648 1649 Termina a construção do Taj Mahal, na Índia Thomas Hobbes escreve Leviatã (filosofia) 1651 1654 Expulsão definitiva dos holandeses (Brasil) Diego Velásquez pinta As Meninas (artes plásticas) 1656 1664 Molière escreve Tartufo (literatura) Concluída a construção do Palácio de Versalhes, na França (arquitetura) 1670 1674 Bandeira de Fernão Dias Pais a Minas Gerais Fundação pelos portugueses da Colônia de Sacramento, no Uruguai(Brasil) 1680 1687 Newton publica a lei da gravidade Revolução Gloriosa irrompe na Inglaterra (política) 1688 1695 Destruição de Palmares e morte de seu líder, Zumbi (Brasil) Savery inventa o motor a vapor (tecnologia) 1698 Fontes: História do Brasil (Bóris Fausto), Brazil (Thomas Skidmore),Dicionário Ilustrado Folha, Oxford Encyclopedia of World History, The Timetables of History (Bernard Grun), http://www.hyperhistory.com e Encyclopaedia Britannica.

A história do tempo

::: :: : ano 1000 | como se contam os anos : :: ::: Século 6º a século 16 A linha do tempo traz os principais fatos e personagens da história da humanidade desde a invenção da escrita (aproximadamente 3400 a.C.) até os dias de hoje. Para pesquisar um período histórico, basta escolher a época desejada na barra horizontal -dividida por séculos. Ao rolar a linha do tempo para baixo, os anos correm para o futuro. Rolando para cima, a linha retrocede no tempo. Para saber mais sobre determinado acontecimento, clique sobre o ícone . até século 6º século 6º até 16 século 16 até 18 século 18 século 19 século 20 Do século 6º até o 16 (d.C.) Budismo, agora misturado ao taoísmo, alcança grande popularidade na China (religião) 525(c) 527 Justiniano, imperador bizantino, tenta restaurar a parte ocidental do Império Romano (política) Começa o atual sistema de datas, iniciado por Dionysius Exiguus, fixando o ano de Cristo erroneamente (religião) 533 537 A Hagia Sophia, catedral em Constatinopla, tem sua construção concluída (arquitetura) Ataque huno encerra Império Gupta, na Índia (guerra) 550 570(c) Nascimento de Maomé (Muhammad) (religião) População mundial: aproximadamente 200 milhões (demografia) 600 607 Unificação do Tibete, que se torna o centro da religião budista (religião) Auge do Império Maia, no México (povos) 622(c) 632 Maomé morre (religião) Jerusalém é conquistada por tropas muçulmanas (religião) 637 641 Biblioteca da Alexandria é destruída pelos árabes (cultura) Divisões internas no Islamismo criam os xiitas e os sunitas (religião) 680 700 População mundial estimada em cerca de 210 milhões Data aproximada em que os chineses inventaram a pólvora (tecnologia) Árabes mulçumanos ocupam a Espanha (guerra) 711 732 Carlos Martel derrota os árabes na batalha de Tours (guerra) Estabelecimento do reino de Gana, na África ocidental (povos) Pepino 3° encerra a dinastia Merovíngia e inicia a Carolíngia (povos) Córdoba torna-se o centro da cultura muçulmana na Espanha (povos) 751 768 Carlos Magno torna-se rei dos francos (política) Carlos Magno é coroado em Roma pelo papa Leão 3° (política) População mundial: 220 milhões (demografia) 800 827 Árabes conquistam Sicília e Creta, derrotando os bizantinos (guerra) Criação de um observatório em Bagdá (tecnologia) 833 870(c) Desenvolvimento da arquitetura romanesca na Europa (arquitetura) Paris é cercada pelos vikings (conflito) 885 896(c) Declínio da civilização maia e ascensão da cultura tolteca (povos) População mundial: 240 milhões (demografia) 900 907 Fim da dinastia Tang na China leva à dissolvição do império (política) Athelstan torna-se o primeiro rei de toda a Inglaterra (política) Pedra passa a ser usada no lugar de madeira em construções na Europa ocidental (tecnologia) 925 930 Islândia torna-se uma república, estabelecendo a mais velha assembléia legislativa da Europa (política) Budismo se espalha na Coréia (religião) 936 960 Início da dinastia Sung na China (política) Fatimidas passam a dominar arábia ocidental, Egito e Síria (política) Primeiros jogos de cartas surgem na China (costumes) 969 986 Vikings estabelecem colônias na Groenlândia (colonização) População mundial: 265 milhões (demografia) 1000 1016 Auge do Império Bizantino (povos) Cisma da Igreja Católica (religião) 1054 1073 Papa Gregorio 7 ° é eleito (religião) Relógio mecânico movido à água é inventado na China (tecnologia) 1090 1095 Papa Urbano 2° convoca cruzada para reconquistar lugares sagrados (religião) Cruzados conquistam Jerusalém (guerra) Auge do sistema feudal na Europa 1099 1100 População mundial: 270 milhões (demografia) Princípios da arquitetura gótica (arquitetura) 1138 1150(c) Templo Khmer, Angkor Wat, é erguido no Camboja (arquitetura) Declínio dos toltecas no México (povos) Astecas entram no México (povos) 1166 1167 Fundação da Universidade de Oxford, na Inglaterra (cultura) Fundação da Universidade de Paris (cultura) Começa a música polifônica (cultura) 1170 1193 Budismo Zen no Japão (religião) Civilização inca se desenvolve, baseada na cidade de Cuzco (povos) 1200(c) 1209 Fundação da Universidade de Cambridge (cultura) Criação da ordem franciscana (religião) Genghis Khan dá início ao Império Mongol (política) 1213 1215 Religião muçulmana chega ao sudeste asiático e a África (religião) Início do Império Mali na África ocidental (povos) 1235(c) 1236 Reino de Castela conquista Córdoba (conflito) Bizâncio reconquista Constantinopla (conflito) 1261 1271 Marco Polo dá início à viagem a China (povos) Judeus são expulsos da Inglaterra (religião) 1290 1300(c) Surgimento de novo Império Maia em Yucatán (povos) População mundial: 360 milhões (demografia) Início do reino do Benin no sul da Nigéria (África ocidental) (povos) 1307 1309(c) Dante começa a escrever A Divina Comédia (literatura) Reconhecimento da independência escocesa (política) 1328 1337 Começa a Guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra (guerra) Peste Negra chega à Europa (desastres naturais) 1347 1353 Turcos otomanos invadem a Europa (conflito) Fundação da dinastia Ming na China (política) 1368 1400 População mundial: 350 milhões (demografia) Balé começa nas cortes renascentistas italianas (cultura) Mongol Tamerlane conclui a conquista da Pérsia, Síria e Egito (guerra) 1405 1410 Início da pintura a óleo (artes plásticas) Início das viagens marítimas portuguesas (navegação) 1413 1420 Portugueses descobrem a ilha da Madeira (navegação) Joana d'Arc é queimada na França (política) 1431 1432 Portugal chega ao arquipélago de Açores (navegação) Donatello pinta David (artes plásticas) 1434 1440 Começa a ser escrito As Mil e Uma Noites, em árabe (literatura) Turcos otomanos conquistam Constantinopla, marcando o fim da Idade Média (guerra) Termina a Guerra dos Cem Anos e começa, na Inglaterra, a Guerra das Rosas (guerra) 1453 1455(c) Impressão da bíblia de Gutenberg (tecnologia) Fernando de Aragão e Isabel de Castela se casam, começando o processo de unificação da Espanha 1469 1478 Começa a Inquisição espanhola (religião) Árabes e judeus expulsos da Espanha (guerra) Cristóvão Colombo chega à América (colonização) 1492 1494 Portugal e Espanha assinam o Tratado de Tordesilhas Vasco da Gama atravessa o Cabo da Boa Esperança, na atual África do Sul 1498 1500 População mundial: 400 milhões (demografia) Cabral chega ao Brasil (navegação) Fontes: The Hutchinson Dictionary of World History, The Encyclopedia of World Facts and Dates, Enciclopédia Ilustrada Folha, Encyclopaedia Britannica.

O tempo e a Humanidade

Publicidade UOL HUMOR Todo dia novidades em tiras, charges e quadrinhos de Glauco, Angeli, Laerte e Millôr ASSINE 0800 703 3000 BATE-PAPO E-MAIL SAC Voip E-Mail Grátis Shopping ÍNDICE PRINCIPALÁlbum de FotosAntivírus e FirewallAplicativosBanda LargaBate-papo UOLBelezaBibliotecaBichosBlogBuscaCarros - Tabela Fipe - Comparar CarrosCartõesCelebridadesCelularCiência e SaúdeCinema e FilmesComparar PreçosCriançasDownloadsEconomia - CotaçõesEducação - Dicionários - Nova ortografia - VestibularE-MailEmpregosEntretenimento - Carnaval - Guia CulturalEsporte - Mercado da Bola - Fórmula 1 - Futebol - Gols da RodadaEstilo - ModaFolha OnlineFotoblogGayHoróscopoHumorÍndiceJogosJornaisJovemLoja de jogosMapasMegastoreMúsicaNamoroNotícias - Cotidiano - Internacional - Jornais - Política - Tabloide - Últimas NotíciasPagSeguroRádio UOLReceitasRevistasSACServiçosSexoShopping UOLSites PessoaisTecnologiaTelevisão - BBB9 - Novelas - ProgramaçãoTempo Trânsito MapasTodaOfertaTV UOL e vídeosUOL HostUOL KUOL MaisViagem - Guia de destinosVídeosVoipWi-Fi ::: :: : ano 1000 | como se contam os anos : :: ::: 5.400 anos de história da humanidade A linha do tempo traz os principais fatos e personagens da história da humanidade desde a invenção da escrita (aproximadamente 3400 a.C.) até os dias de hoje. Para pesquisar um período histórico, basta escolher a época desejada na barra horizontal -dividida por séculos. Ao rolar a linha do tempo para baixo, os anos correm para o futuro. Rolando para cima, a linha retrocede no tempo. Para saber mais sobre determinado acontecimento, clique sobre o ícone . até século 6º século 6º até 16 século 16 até 18 século 18 século 19 século 20 Até o século 6º (a.C.) Primeiro sistema escrito, pelos sumérios, no sul da Mesopotâmia (região entre os rios Tigre e Eufrates, no Oriente Médio) (cultura) 3400(c) 2700(c) Início da construção de pirâmides no Egito (tecnologia) Comércio marítimo entre Egito e Biblos (atual Líbano) (navegação). Surgimento das primeiras cidades na China (tecnologia) 2500(c) 2300(c) Império Acádio unifica cidades-estado da Mesopotâmia (política) Expansão do Império Egípcio até o Oriente Médio (guerra). Início do uso de metal e cobre no Peru (tecnologia) População mundial estimada em 28 milhões (demografia) 1500(c) 1200(c) Decadência do império egípcio (povos) Surgimento da civilização olmeca no México (povos) Fenícios desenvolvem o comércio marítimo, no Mediterrâneo oriental (navegação) David torna-se rei de Israel, com Jerusalém como capital (religião) População mundial estimada em 70 milhões (demografia) 1000 930 Primeiros textos hebraicos (salmos, eclesiastes) (religião) Primeira versão do épico hindu Mahabharata (literatura) Surgimento dos poemas épicos Ilíada e Odisséia, atribuídas a Homero (literatura) 850(c) 814 Data legendária da fundação da cidade de Cartago pelos fenícios (colonização) Primeiros jogos olímpicos (costumes) 776 753 Legendária fundação de Roma (povos) Sólon começa as reformas da lei ateniense (política) 594 586 Chaldean Nebuchadnezzar (Nabucodonosor 2°) invade Jerusalém; israelitas são levados para o cativeiro da Babilônia (guerra) Gregos colonizam a Espanha (colonização) Israelitas retornam do cativeiro da Babilônia (povos) 539 509 Proclamação da República Romana (política) Império persa atinge a Índia (guerra) Pregação de Sidarta Gautama (Buda) (religião) Clístenes proclama a constituição democrática ateninense (política) 508 499 Heráclito dá início à filosofia grega (filosofia) Pensamento de Confúcio começa a se propagar na China (filosofia) 490(c) 472 Atenas lidera a Liga de Delos (povos) Roma se expande pelo Lácio e ameaça os etruscos (guerra) Império persa em declínio (povos) 450 443 Péricles passa a governar Atenas (política) Heródoto escreve História (cultura) Invenção do calendário solar na China (tecnologia) Início da Guerra do Peloponeso (Atenas vs. Esparta) (guerra) Demócrito cria a teoria atômica (ciência) 431 405 Fim da Guerra do Peloponeso, com a vitória de Esparta (guerra) Sócrates é condenado à morte, em Atenas (filosofia) 399 371 Tebas derrota Esparta e domina a Grécia (guerra) Roma domina o Lácio, construindo estradas e aquedutos (povos) Hipócrates desenvolve a medicina (ciência) Início do reinado de Alexandre, o Grande (Macedônia) (política) 336 334 Alexandre torna-se senhor do império persa; seus domínios se estendem até a Índia (guerra) Morte de Alexandre e desintegração do seu império (povos) 323 284 Inauguração da Biblioteca de Alexandria (norte do Egito), com 100 mil volumes (cultura) Invenção da catapulta como arma de guerra (tecnologia). Surgimento da cultura maia na Guatemala. (povos) 280 264 Início das Guerras Púnicas, entre Roma e Cartago (guerra) Começa a construção da Grande Muralha da China (tecnologia) 210(c) 146 Fim das Guerras Púnicas e consolidação de Roma sobre o Mediterrâneo ocidental (guerra) Budismo se espalha pelo sudeste asiático (religião) Caio e Tibério Graco iniciam reformas em Roma (política) 133 73 Spartacus lidera revolta de escravos contra Roma (conflito) Liderados por Pompeu, romanos dominam a Síria e a Palestina (guerra) 63 45 César torna-se ditador romano (política) César é assassinado (política) 44 31 Antônio e Cleópatra se suicidam (política) Otaviano torna-se o único governador de Roma (política) Otaviano aceita o título de Augusto, marcando o início do Império Romano (política) 27 19 Romanos conquistam a Península Ibérica e criam três províncias, entre elas a Lusitânia, atual Portugal (colonização) Nasce Jesus de Nazaré (religião) 6 Até o século 6º (d.C.) 1 Começa a era depois de Cristo, exatamente à meia-noite de 31 de dezembro de 1 a.C. População mundial chega a aproximadamente 170 milhões (demografia). Morte de Augusto (política). Tibério torna-se imperador, ficando no poder até 37 (política) Ovídio escreve Metamorfose (literatura) 14 27 Jesus é batizado (religião) Jesus é crucificado (religião) 30 37 Calígula torna-se imperador (política) Império Romano sob Nero (política) 54 64 Cristãos são acusados e martirizados pelo incêndio de Roma (religião) Início da diáspora judaica após destruição do templo em Jerusalém (religião) Surge o primeiro evangelho (S. Mateus) (religião) 70 75 Começa a construção do coliseu romano (tecnologia) Provável data da invenção, na China, do papel (tecnologia) Erupção do vulcão Vesúvio destrói a cidade de Pompéia, na Itália (desastres naturais) 79 98 Auge da expansão territorial romana. (guerra) Cristianismo também se espalha (religião) População mundial: 180 milhões (demografia) 100 132 Surgimento da cultura Teotihuacán, no México (povos) População mundial: 190 milhões (demografia) 200 212 Cidadania é estendida a todos os homens livres do Império Romano (política) Começo do declínio do Imperio Romano (política) 235 284 Princípio da civilização maia clássica (povos) População mundial em torno de 190 milhões (demografia) 300 306 Constantino torna-se imperador (política) Edito de Milão legaliza o Cristianismo no Império Romano (religião) 313 320 Início do império Gupta na Índia (política) Bizâncio é reconstruída por Constantino (tecnologia) 324 326 Constantino declara domingo como dia sagrado para os católicos (religião) Renomeado de Constantinopla, Bizâncio torna-se capital do Império Romano (política) 330 378 Visigodos derrotam o exército romano (guerra) Teodósio 1° proibe cultos pagães (religião) 391 395 O Império Romano é dividido em dois, Ocidental e Oriental (política) Agostinho publica Confissões (filosofia) População mundial continua estável, em torno de 190 milhões (demografia) 400(c) 410 Visigodos saqueiam Roma (guerra) Átila torna-se o rei dos Hunos (política) 434 476 Deposição de Rômulo marca o fim do Império Romano (política) Começa a Idade Média Clóvis, rei dos francos, dá inicio ao reino Merovíngio (política) 496 500(c) Os bretões, sob a liderança do legendário rei Artur, derrotam os saxões, retardando o avanço destes sobre a Bretanha (política) População mundial em torno de 195 milhões (demografia) Fontes: Dicionário Ilustrado Folha, Oxford Encyclopedia of World History, The Timetables of History (Bernard Grun), http://www.hyperhistory.com

Algumas considerações sobre a História do relógio

história do relógio Relógio de Água O primeiro aparelho medidor do tempo de que temos conhecimento está datado de 3500 a.c. Falamos de obeliscos que eram utilizados como relógios de sol rudimentares. Este é apenas um dos muitos métodos que foram utilizados no passado para medir o tempo, outros métodos são: a observação das estrelas, os relógios de água e areia e outros engenhos que com maior ou menor acerto fazem parte de um percurso que continuou até aos nossos dias. Todos os relógios funcionam seguindo um princípio semelhante, que consiste em contar um ciclo regular que nos permite medir o tempo. Dito de outra forma, a medição do tempo consiste na comparação de um evento fixo com outros que usualmente desconhecemos. Stonehenge Na antiguidade usavam-se como pontos de referência para a medição do tempo os acontecimentos naturais como, por exemplo, a duração do dia ou a observação dos astros. Por vezes a medição não era destinada a determinar a hora do dia mas mostrava determinados eventos que interessavam aos nossos ancestrais como por exemplo os solstícios (Stonehenge). Outros relógios, em vez de se fixarem num acontecimento externo usam um mecanismo próprio com uma duração constante; um dos primeiros aparelhos deste tipo foi criado pelos egípcios cerca de 1400 anos a.c., e denomina-se clepsidra ou relógio de água; o seu princípio consiste no facto de uma determinada quantidade de água necessitar sempre do mesmo tempo para passar gota a gota de um recipiente para outro. Este mecanismo foi posteriormente aperfeiçoado por outras culturas, como por exemplo a chinesa ou a hindu. Estes relógios continuaram a ser utilizados com formas cada vez mais elaboradas durante séculos. Os egípcios além de clepsidras utilizaram relógios de sol para a medição do tempo, um destes relógios, datado do século VIII a.c., ainda se conserva no Egipto. Outras civilizações utilizaram objectos simples de forma engenhosa como, por exemplo, na civilização chinesa queimava-se uma corda com nós regulares e observavam o intervalo de tempo necessário para que o fogo passasse de um nó ao seguinte. Os relógios mecânicos apareceram no século XIII, sendo bastante inexactos e em muitos casos aparatosos. As primeiras referências aparecem em livros de Alfonso X o sábio, mas posteriormente grandes personagens como Leonardo da Vinci contribuíram de uma ou de outra forma para o desenvolvimento de engenhos mais precisos para medir o tempo. Posteriormente apareceram os primeiros relógios de motor que se baseavam na utilização de pesos. Os relógios portáteis apareceram no século XV com a invenção do motor de mola. O passo seguinte foi dado com a criação do relógio pendular, cujo princípio foi concebido por Galileo, embora tenha sido Huygens, um cientista holandês, que o materializou em 1656. Este relógio representava um grande avanço relativamente aos anteriores, dado que só se desfasava cerca de dez segundos por dia. Durante este mesmo século apareceram os primeiros relógios de bolso. O relógio de pêndulo aperfeiçoou-se durante quase três séculos, até que em 1929 um cientista Americano, Warren A. Marrison, inventou o relógio de cristal de quartzo, cujo funcionamento se baseia na vibração que o cristal experimenta quando é submetido a uma voltagem eléctrica. Um relógio de quartzo actual de extrema qualidade desfasa-se um milissegundo por mês, se tivermos um aparelho de qualidade inferior, este desfasamento, ou até mesmo um maior verificar-se-á em poucos dias. Estas são estimativas em condições ideais; no entanto, o envelhecimento do vidro, a sujidade e outros agentes podem muitas vezes prejudicar a precisão destes aparelhos. Em meados do século passado, 1948, foi criado o primeiro relógio atómico, baseado na frequência de uma vibração atómica. A sua precisão não era muito superior à dos relógios de quartzo da altura; no entanto, seguindo o mesmo princípio, desenvolveram-se posteriormente relógios atómicos que obtêm uma precisão extraordinária, dependendo fundamentalmente do átomo utilizado. Os exemplos mais comuns são o relógio atómico de césio, com uma exactidão extraordinária (desfasar-se-ia aproximadamente um milissegundo em 1400 anos) ou o de rubídio que se utiliza mais frequentemente devido ao seu custo inferior e pelo facto de se desfasar cerca de um milissegundo em vários meses.

O Calendário da Paz Frequências de tempo 13:20 e 12:30

[< O calendário Maia, estudado e seguido por muitas pessoas em todo mundo, que foi utilizado pelo povo Maia é denominado de Calendário da Paz, porque possui 13 luas de 28 dias. O Calendário da Paz foi idealizado pelo pesquisador norte-americano José Arg"uelle, e é uma adaptação moderna do calendário maia que era usado simultaneamente com 17 calendários. Argu"uelle usou apenas 3 calendários: o Haab, o Tunuc e o Tzolkin.Para os maias,um calendário era algo muito além de um método de contagem de dias. Era um sistema de contagem do tempo. O tempo influencia o mental de uma civilização e quanto mais precisa for essa contagem de tempo mais evoluída será a consciência desse povo. O homem ocidental moderno ao adotar apenas um calendário ficou com o seu desenvolvimento mental e sua consciência acorrentada nesse grosseiro e irregular sistema de contagem de tempo; trata-se do calendário gregoriano.Com o calendário gregoriano foi usado o relógio mecânico que com isso foi criada uma frequência artificial do tempo que separou o homem da frequencia natural do tempo.>] ( fragmentos do livro Curso de Universalismo da FEEU pg.09) Frequencia 12:60 [] [<( com isso provoca entropia, estase (estagnação) e condicionamentos mentais, pois ao ocultar o 13:20, retira seu poder de circulação e torna o tempo linear. Treze ( 13 ) é o poder do tempo e 12 do espaço e por causa disso o 13 foi associado à feitiçaria, ao demônio e ao azar)>](pg.10 fragmentos do livro Curso de Universalismo da FEEU, escrito por Jean Aguirre Campiol)